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Esta nova remessa dará possibilidade para que continuem sendo vacinadas pessoas dos grupos prioritários definidos pelo plano nacional de imunização

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A Bahia recebeu nesta quinta-feira (29.abril) mais 336.300 doses de vacinas contra Covid-19. Do total, 329.500 foram produzidas pela Fiocruz/Astrazeneca/Oxford e 6.800 pelo Butantan/Sinovac. O voo com a remessa dos imunizantes pousou no aeroporto de Salvador por volta das 11h. Com esta nova carga, a Bahia chega ao total de 4.229.750 doses de vacinas contra a Covid-19 recebidas.

Os imunizantes que chegaram hoje começarão a ser enviados para os municípios em aeronaves do Grupamento Aéreo da Polícia Militar e da Casa Militar do Governador, após conferência da equipe da Coordenação de Imunização do Estado. Elas serão remetidas, exclusivamente, aos municípios que aplicaram 85% ou mais das doses anteriores. Esta foi uma decisão da Comissão Intergestores Bipartite (CIB), que é uma instância deliberativa da saúde e reúne representantes dos 417 municípios e o Estado.

De acordo com a coordenadora de Imunização do Estado, Vânia Rebouças, além dos imunizantes da Fiocruz/Astrazeneca/Oxford, serão enviadas para os municípios cerca de 15 mil doses da Coronavac. Ela explica que esse quantitativo é a soma da remessa recebida nesta quinta-feira (29) mais a quantidade que havia sido reservada para a segunda aplicação de remessas que chegaram anteriormente, quando ainda não havia a recomendação do Ministério da Saúde para distribuir todo o lote. 

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Os pacientes foram imunizados com a vacina Oxford/AstraZeneca

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A Secretaria de Saúde de Ilhéus, iniciou ontem (28.abril), a campanha da vacinação contra a Covid-19 para usuários do Programa IST/AIDS e Hepatites Virais, ofertando a 1ª dose do imunizante aos pacientes portadores de Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs).

A ação ocorreu em atendimento aos protocolos do Ministério da Saúde. Os pacientes foram imunizados com a vacina Oxford/AstraZeneca.

O grupo foi elencado na lista de prioridade para receber a vacina nesta etapa da campanha, que também visa imunizar pacientes com comorbidades específicas. O Programa IST/AIDS e Hepatites Virais funciona no CAE III, antigo Sesp, situado à Avenida Canavieiras.

A iniciativa pretende reduzir o risco de hospitalização e, consequentemente, óbito entre pessoas dos grupos mais vulneráveis. 

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”Esse é evento marco no processo de aproximação das áreas e serviços e consolidação da oncologia na SCMI”, afirma o diretor administrativo.

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A Santa Casa de Misericórdia de Itabuna promoveu, nesta ontem (28.abril), no auditório do Hospital Calixto Midlej Filho, o 1º Workshop da Unidade de Alta Complexidade em Oncologia (Unacon), que presta atendimento a pacientes de mais de uma centena de municípios baianos. Durante o evento foi feito um balanço das atividades realizadas em 2020, além de apresentado um resumo das metas e desafios para os próximos anos.

O workshop, que foi aberto pelo diretor administrativo da SCMI, Wagner Alves, teve ainda o objetivo de melhorar a integração e circulação de informações entre os funcionários lotados na Unacon e nos hospitais Calixto Midlej Filho e Manoel Novaes.

Os dados sobre os serviços foram apresentados pela coordenadora do Serviço de Oncologia, a enfermeira, Sayara Aragão, e o coordenador comercial, Wendel Simões. O evento contou com a participação virtual do consultor do serviço de Oncologia da instituição, o médico Alessandro Vasconcelos. 

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Presidente da Câmara de Itabuna: vereador Erasmo Ávila (PSD)

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O vereador Erasmo Ávila (PSD), presidente da Câmara de Itabuna, tem defendido a adoção de um cronograma para intensificar a vacinação contra Covid-19 no município. Uma verdadeira força-tarefa atuando, também, nas noites e finais de semana, de modo a assegurar que mais pessoas possam ser imunizadas.

“Se estamos em guerra contra o coronavírus, precisamos ver com a secretaria de saúde como viabilizar isso. Seja com o pagamento de horas extras aos profissionais, com o auxílio de voluntários… Que profissional de saúde se negaria a colaborar? É um esforço para salvar vidas!”, argumentou o edil.

Ele está na expectativa de que a chegada dos imunizantes passe a ocorrer com mais velocidade e destacou a atuação do município, tendo à frente o prefeito Augusto Castro. “Ele é bem relacionado em todas as esferas, conseguiu que o hospital de campanha fosse entregue em 90 dias e precisamos reconhecer isso”, pontuou.

Entusiasta para a retomada do protagonismo de Itabuna em todas as esferas, demonstrou olhar positivo ao tratamento recebido do governo do estado, diante de tantas reivindicações prontamente aceitas. Foi assim, por sinal, na semana passada, durante reunião em Salvador.

No quesito saúde, mencionou Ávila, o encontro com o secretário estadual Fábio Vilas-Boas reiterou o apoio para reabertura do Hospital São Lucas nos próximos meses e a perspectiva de ser finalmente concluída a UPA (Unidade de Pronto Atendimento) no bairro Novo São Caetano.

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Nas Unidades Básicas de Saúde e de Saúde da Família, a vacinação da 1° dose em pessoas com 60 e 61 anos continua.

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A Secretaria de Saúde de Itabuna, através da Rede de Frio, recebeu 1.650 doses da vacina Coronavac nesta segunda-feira (26.abril). Os imunizantes se destinam à aplicação da 2º dose em pessoas a partir de 60 anos de idade.

O quantitativo equivale a 50% da população que recebeu a vacina na 1ª semana de abril. Nesta terça-feira, logo cedo, os imunizantes serão distribuídos para todas as Unidades Básicas de Saúde e de Saúde da Família.

A coordenadora da Rede de Frio, Camila Brito, alertou que algumas pessoas podem não tomar a 2° dose dentro do intervalo previsto. 

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O Hospital Regional Costa do Cacau (HRCC), em Ilhéus, recebeu 13 capacetes tipo Helmet

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Chegaram ao Hospital Regional Costa do Cacau (HRCC), em Ilhéus, 13 capacetes tipo Helmet enviados pela Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (Sesab). Este equipamento, de ventilação mecânica não invasiva (VNI), pode evitar a intubação em pacientes nas Unidades de Terapia Intensiva (UTIs).

A fisioterapeuta Alana Ferreira Farias, coordenadora de Fisioterapia da Unidade Covid do HRCC, ressalta que o capacete é um tipo de interface usada entre o paciente e o aparelho de ventilação mecânica ou a um fluxo de oxigênio com pressão. “O objetivo é que o ar chegue ao paciente de forma não invasiva (interna), diferente da intubação, que necessita do tubo orotraqueal” explica.

O capacete tipo Helmet envolve a cabeça inteira do paciente e é vedado com um colar de silicone que envolve o pescoço. A vantagem é que não permite a propagação do vírus no ambiente, esclarece Alana Farias. “Sua vedação evita grande quantidade de vazamento de gás e ainda é possível colocar um filtro antiviral na saída de ar, assim, reduzimos a contaminação dos profissionais da saúde. Com o uso deste equipamento permitimos que haja a melhora da oxigenação e que o assistido continue interagindo com a equipe”, complementou.

De acordo com a fisioterapeuta, diante da avaliação diária da equipe médica e da fisioterapia, é possível evitar e/ou reduzir uma intervenção invasiva com alto risco. “Também reduzimos a necessidade do uso de medicações que já estão começando a ter falta no mercado mundial”, disse Alana Farias.

A coordenadora de Fisioterapia ainda destaca o trabalho da Sesab e do governo estadual no combate ao novo coronavírus. “O governo do Bahia vem investindo nas melhores tecnologia para o tratamento da Covid-19, em todo o estado. Juntos, com essa parceria: gestão, unidade e equipes de profissionais, podemos oferecer o melhor para a saúde da população”, concluiu.  

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A paciente Taiane teve êxito na recuperação e já recebeu alta

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Sentir os filhos nos braços, sobretudo pela primeira vez, representa emoção indescritível para as novas mães. Impossibilitada deste gesto devido à Covid-19, a paciente Taiane Silva foi surpreendida pela Comissão de Humanização do Hospital Professor Eládio Lasserre (HPEL), em Salvador.

A equipe lançou mão de cartazes e vídeo chamadas para aproximar mãe e filha recém-nascida. “Como ela não teve oportunidade de conhecer a filha na maternidade, fizemos cartazes com as fotos da filha dela, para ela lembrar que fora do hospital tinha uma filha aguardando a mãe. Foi extremamente emocionante ver que, através de ligações e fotos que mostrávamos, a mesma resgatava forças para superar o momento de internação”, contou a enfermeira Márjorie Lavínia, idealizadora da ação.

Enquanto esteve internada, Taiane contou com assistência multiprofissional. “Eu sou muito grata a vocês! Minha filha ficou nas mãos uma equipe muito boa e Deus deu sabedoria aos médicos para lidarem com a situação dela”, relatou a mãe de Taiane, Elisinalva Silva.

De acordo com o coordenador médico Lucas Souza, a paciente Taiane teve êxito na recuperação e já recebeu alta. Para a fisioterapeuta Ana Paula Freitas, ficou a sensação de dever cumprido. “Estivemos todos juntos em prol da sua recuperação e a sua tão sonhada alta chegou, nos dando muita alegria e a satisfação do dever cumprido”, concluiu.  

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Entre os meses de junho e julho do ano passado, o médico oftalmologista José Fabiano de Freitas Teles, de 44 anos, viveu momentos de pânico, alucinações e, nas horas de lucidez, temeu não retornar para a família. Teles ficou 24 dias internado, sendo que 18 deles intubado num leito da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Covid-19 do Hospital Calixto Midlej Filho (HCMF). Ele deixou a unidade, com limitações funcionais, necessitando de ajuda para algumas atividades.

Assim como ocorre com todos os pacientes internados na UTI Covid-19 do HCMF, José Fabiano de Freitas foi acompanhado, durante todo o tempo por uma equipe multidisciplinar, incluindo a equipe de fisioterapia. Este profissional tem entre as suas atribuições fazer o acompanhamento da oxigenação, além de assegurar a assistência motora e de funcionalidade do paciente.

O trabalho do profissional de fisioterapia foi sempre aliado no processo de recuperação de José Fabiano, que deixou a UTI no dia 7 de julho de 2020. Ele relata que no sétimo dia após deixar a unidade já estava dando os primeiros passos. 45 dias depois estava fazendo pequenas corridas e, com 60 dias, intensificou as atividades físicas e retornou ao trabalho. “A fisioterapia foi fundamental nesse processo. No início, com sessões pela manhã e tarde. Esse ritmo foi reduzido com o tempo”, explica.

José Fabiano, que teve um comprometimento funcional importante, afirma que chegou a duvidar se voltaria a atender seus pacientes, mas logo percebeu que não só recuperaria a capacidade para atender em consultório, mas também para fazer cirurgias. Hoje, o oftalmologista faz tudo que fazia antes da doença e da internação. “Inclusive, estou correndo até 7k, sem sentir nenhuma dificuldade respiratória ou motora”, conta orgulhoso, com todas as suas capacidades funcionais restauradas.

Hoje, entre os pacientes que, diariamente, recebem os cuidados da equipe de fisioterapia está Carlos Henrique de Jesus. Ele está internado em um leito clínico do Hospital Calixto Midlej Filho e recebe os cuidados para recuperar os movimentos.

ATIVIDADE FÍSICA AJUDA NA RECUPERAÇÃO
Os estudos e as experiências mostram que as pessoas mais ativas, que fazem atividade física regularmente e que têm comportamentos saudáveis, voltam para as suas atividades

funcionais mais rápido, conforme a coordenadora de Fisioterapia da UTI Covid, Aritana Ramos. “Há vários casos de pacientes nossos que se recuperaram mais rápido por terem uma vida mais ativa. Um deles foi José Fabiano, que ficou intubado, adquiriu a forma grave da doença e hoje, após cerca de seis meses da alta, já está correndo até 7 km”, reforça.

Aritana Ramos explica que a assistência fisioterapêutica ocorre em todos os momentos da internação, inicialmente para atender as demandas ventilatórias e de oxigenação do paciente que chega a unidade com insuficiência respiratória aguda. Alguns desses pacientes evoluem para a intubação, que necessitam de assistência de suporte e ajustes ventilatórios. “São pacientes muito difíceis de ventilar, já que se trata de pacientes de perfis diferentes. Após a estabilização do quadro crítico, atuamos também no desmame ventilatório”.

A profissional explica que outras responsabilidades da equipe de fisioterapia são com as atividades motoras e funcionais, como sentar o paciente e retirá-lo do leito o mais precocemente possível. “Queremos devolver os pacientes para suas famílias o mais independentes funcionais possível. Com a Covid-19, isso tem ficado um pouco mais difícil e limitado, mas esse sempre será o nosso objetivo”, finaliza”. 

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42.500 pessoas em Itabuna, o que equivale a cerca de 20% da população, já foram vacinadas

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A Prefeitura de Itabuna, por meio da Rede de Frio da Secretaria de Saúde, vacinou até ontem, quinta-feira (22.abril), 42.500 pessoas em Itabuna, o que equivale a cerca de 20% da população. Entre os grupos, que já tomaram as duas do imunizante contra o coronavírus, estão, trabalhadores em saúde, idosos entre 70 e 90 anos.

A Rede de Frio recebeu 3.450 doses da vacina Oxford segue com a 1º dose em pessoas com 62 e 63 anos, nas Unidades Básicas de Saúde e na Fundação José Maria de Magalhães Neto, antigo Sesp, localizado na Avenida Inácio Tosta Filho.

De acordo com Camila Brito, coordenadora de Imunização de Itabuna, até a terça-feira, pouco mais de 11 mil idosos foram vacinados, e ainda restam cerca de 7 mil de pessoas com mais de 60 anos a serem vacinadas.

A Secretaria municipal de Saúde continua aplicando 2º dose do imunizante em pessoas, com idade acima dos 70 anos. Para receber a vacina, é obrigatória a apresentação do RG, cartão SUS, cartão de vacinação e comprovante de residência.

SINDROME DE DOWN
Portadores de Síndrome de Down também já estão recebendo a primeira dose do imunizante em Itabuna. O atendimento começou na segunda-feira, dia 19, na sede da Rede Frio.

A vacinação acontece das 8 às 11 e das 13 às 16 horas e até ontem 58 pessoas desse grupo já trinta sido vacinadas. “Estamos vacinando por demanda espontânea também e não só pessoas ligadas às instituições assistenciais”, alertou Camila Brito. 

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A campanha é uma importante medida também no combate à pandemia de coronavírus (Covid-19). A vacinação contra a influenza prevenirá o surgimento de complicações decorrentes da doença, óbitos, internações e consequente sobrecarga nos serviços de saúde, além de reduzir os sintomas que podem ser confundidos com os da Covid-19

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Dez dias após o início da Campanha Nacional de Vacinação contra Influenza, a Bahia contabiliza 126.430 imunizados até hoje (22.abril). O número corresponde a 2,5% do público-alvo de aproximadamente 5,1 milhões de pessoas. No estado, a meta é vacinar 90% deste total.

Entre os grupos priorizados nesta primeira fase, que vai até 10 de maio, a maior cobertura vacinal é registrada entre crianças de 6 meses a menores de 6 anos de idade (8,7%), seguida de gestantes (8,1%), puérperas (8%), trabalhadores de saúde (3,8%) e povos indígenas (2,6%).

É necessário haver um intervalo mínimo de 14 dias entre as vacinas de gripe e Covid-19. Orienta-se que seja priorizada a data de imunização contra o coronavírus e, posteriormente, a pessoa busque a vacina da gripe. De acordo com estratégia definida pelo Ministério da Saúde, a vacinação contra influenza acontecerá de forma escalonada:

📌 Primeira etapa (12/04 a 10/05) – crianças de 6 meses a menores de 6 anos de idade (5 anos, 11 meses e 29 dias), gestantes, puérperas, trabalhadores de saúde e povos indígenas;
📌 Segunda etapa (11/05 a 08/06) – idosos com 60 anos ou mais e professores das escolas públicas e privadas;
📌 Terceira etapa (09/06 a 09/07) – pessoas portadoras de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais, pessoas com deficiência permanente, forças de segurança e salvamento, Forças Armadas, caminhoneiros, trabalhadores de transporte coletivo rodoviário de passageiros urbano e de longo curso, trabalhadores portuários, funcionários do sistema prisional, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas e população privada de liberdade. 

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