Será que é um novo ano mesmo? Que tudo vai mudar e os problemas de 2020 ficarão no passado e 2021 será diferente? Que nossos sonhos não realizados sairão do papel e que esse ano tudo dará certo? Ouço essa ladainha faz algumas décadas e todo ano começa na empolgação e termina na frustração.
Não sou cético ou muito menos pessimista, nem estou aqui no ‘primeiro dia’ desse ‘novo ano’ torcendo contra, mas tenho comigo que para cobrarmos tanto desse ano que iniciou hoje, precisamos primeiro mudar de atitude. A mudança não depende de data ou passagem no ponteiro do relógio, estouro de fogos, frases de efeitos ou fotos produzidas nas mídias sociais. Depende só de você!
O fato é que para termos um ano melhor precisamos melhorar. Se o nosso problema é de ordem financeira – faço parte desse grupo – precisamos rever nossos gastos, eliminando tudo o que for supérfluo. Para termos uma boa vida financeira é simples: nossa despesa precisa ser pelo menos 20% menor que nossa receita. Se você não fizer isso, terá um ‘novo ano’ com dívidas e problemas antigos.
Falamos da saúde financeira e agora vamos falar da saúde física, mental e espiritual. Se você está lendo esse artigo é porque graças a Deus escapou da Pandemia e virou o ano com vida e saúde. A ‘saúde’ é a base para tocar a vida que lhe foi dada por Deus.
Quando digo saúde física é com relação aos hábitos saudáveis. É ter uma atividade física regular. Se não tem, coloque na pauta de mudanças desse ‘novo ano’ alguma prática esportiva: como caminhar, nadar, pedalar ou até mesmo uma academia. Faça exercício! É bom salientar que com a saúde física, a saúde mental vem no ‘pacote’.
A saúde espiritual também conta muito. Eu sou cristão e tenho Cristo como o meu Salvador. Acho importante ter uma crença. Crer em algo. Poder se apoiar e pedir ajuda, direcionamento, amor, paz, sabedoria para viver bem sem fazer o mal a ninguém, e vejo em Cristo esse guia – pastor – que preciso. Como sou cristão, aconselho que tenham Cristo diariamente e terá uma boa saúde espiritual.
Por último eu coloquei a família. Você precisa estar bem em família, no casamento, com os filhos, com os pais – se ainda tiverem – os irmãos e os parentes. A boa convivência e harmonia familiar é o pontapé inicial para um ano melhor. Como posso falar em melhorar o ano, o mundo, o país, o estado e a cidade em que vivo, se não consigo melhorar a minha convivência em casa com a minha família?
Para um ano melhor é necessário que você seja uma pessoa melhor.
Comece melhorando por você e tudo vai conspirar ao seu favor.
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Arnold Coelho
Tentando ser alguém melhor nesse ‘novo ano’







Para abrir esse triste artigo usei o termo K, pois está na moda e virou febre entre os jovens na última década. É muito comum ver ou ouvir nos dias atuais o termo K para representar o valor mil. É bem simples: para cada mil seguidores falamos 1K. Em uma rápida pesquisa na internet você vai descobrir que essa letra representa a palavra Kilo em inglês, e segundo o Sistema Internacional de Unidades o prefixo “quilo” significa mil. 200K = a 200 mil mortes.
Começo esse texto usando o bordão do meu saudoso amigo Eduardo Lavinsky, que diariamente – nos períodos da tarde – na redação do Jornal Agora, usava o ‘É ford, seu delegado!’ para discordar de algo errado ou que ele não concordava. Lavinsky sempre soltava esse bordão. Vale ressaltar que ele substituia o ‘foda’ pelo ‘ford’ pois tinha sempre muita mulher no recinto e ele era um cara refinado, um verdadeiro lorde inglês e não aprovava palavrões.



