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O presidente Jair Bolsonaro voltou a atacar as medidas de restrição

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Jair Bolsonaro disse em entrevista a uma emissora de TV, durante sua visita a Manaus, na última sexta-feira (23.abril) que: “nossas Forças Armadas podem ir para rua um dia sim (…) para fazer cumprir o artigo 5º [da Constituição]: o direito de ir e vir, acabar com essa covardia de toque de recolher, direito ao trabalho, liberdade religiosa”.

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A paciente Taiane teve êxito na recuperação e já recebeu alta

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Sentir os filhos nos braços, sobretudo pela primeira vez, representa emoção indescritível para as novas mães. Impossibilitada deste gesto devido à Covid-19, a paciente Taiane Silva foi surpreendida pela Comissão de Humanização do Hospital Professor Eládio Lasserre (HPEL), em Salvador.

A equipe lançou mão de cartazes e vídeo chamadas para aproximar mãe e filha recém-nascida. “Como ela não teve oportunidade de conhecer a filha na maternidade, fizemos cartazes com as fotos da filha dela, para ela lembrar que fora do hospital tinha uma filha aguardando a mãe. Foi extremamente emocionante ver que, através de ligações e fotos que mostrávamos, a mesma resgatava forças para superar o momento de internação”, contou a enfermeira Márjorie Lavínia, idealizadora da ação.

Enquanto esteve internada, Taiane contou com assistência multiprofissional. “Eu sou muito grata a vocês! Minha filha ficou nas mãos uma equipe muito boa e Deus deu sabedoria aos médicos para lidarem com a situação dela”, relatou a mãe de Taiane, Elisinalva Silva.

De acordo com o coordenador médico Lucas Souza, a paciente Taiane teve êxito na recuperação e já recebeu alta. Para a fisioterapeuta Ana Paula Freitas, ficou a sensação de dever cumprido. “Estivemos todos juntos em prol da sua recuperação e a sua tão sonhada alta chegou, nos dando muita alegria e a satisfação do dever cumprido”, concluiu.  

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Entre os meses de junho e julho do ano passado, o médico oftalmologista José Fabiano de Freitas Teles, de 44 anos, viveu momentos de pânico, alucinações e, nas horas de lucidez, temeu não retornar para a família. Teles ficou 24 dias internado, sendo que 18 deles intubado num leito da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Covid-19 do Hospital Calixto Midlej Filho (HCMF). Ele deixou a unidade, com limitações funcionais, necessitando de ajuda para algumas atividades.

Assim como ocorre com todos os pacientes internados na UTI Covid-19 do HCMF, José Fabiano de Freitas foi acompanhado, durante todo o tempo por uma equipe multidisciplinar, incluindo a equipe de fisioterapia. Este profissional tem entre as suas atribuições fazer o acompanhamento da oxigenação, além de assegurar a assistência motora e de funcionalidade do paciente.

O trabalho do profissional de fisioterapia foi sempre aliado no processo de recuperação de José Fabiano, que deixou a UTI no dia 7 de julho de 2020. Ele relata que no sétimo dia após deixar a unidade já estava dando os primeiros passos. 45 dias depois estava fazendo pequenas corridas e, com 60 dias, intensificou as atividades físicas e retornou ao trabalho. “A fisioterapia foi fundamental nesse processo. No início, com sessões pela manhã e tarde. Esse ritmo foi reduzido com o tempo”, explica.

José Fabiano, que teve um comprometimento funcional importante, afirma que chegou a duvidar se voltaria a atender seus pacientes, mas logo percebeu que não só recuperaria a capacidade para atender em consultório, mas também para fazer cirurgias. Hoje, o oftalmologista faz tudo que fazia antes da doença e da internação. “Inclusive, estou correndo até 7k, sem sentir nenhuma dificuldade respiratória ou motora”, conta orgulhoso, com todas as suas capacidades funcionais restauradas.

Hoje, entre os pacientes que, diariamente, recebem os cuidados da equipe de fisioterapia está Carlos Henrique de Jesus. Ele está internado em um leito clínico do Hospital Calixto Midlej Filho e recebe os cuidados para recuperar os movimentos.

ATIVIDADE FÍSICA AJUDA NA RECUPERAÇÃO
Os estudos e as experiências mostram que as pessoas mais ativas, que fazem atividade física regularmente e que têm comportamentos saudáveis, voltam para as suas atividades

funcionais mais rápido, conforme a coordenadora de Fisioterapia da UTI Covid, Aritana Ramos. “Há vários casos de pacientes nossos que se recuperaram mais rápido por terem uma vida mais ativa. Um deles foi José Fabiano, que ficou intubado, adquiriu a forma grave da doença e hoje, após cerca de seis meses da alta, já está correndo até 7 km”, reforça.

Aritana Ramos explica que a assistência fisioterapêutica ocorre em todos os momentos da internação, inicialmente para atender as demandas ventilatórias e de oxigenação do paciente que chega a unidade com insuficiência respiratória aguda. Alguns desses pacientes evoluem para a intubação, que necessitam de assistência de suporte e ajustes ventilatórios. “São pacientes muito difíceis de ventilar, já que se trata de pacientes de perfis diferentes. Após a estabilização do quadro crítico, atuamos também no desmame ventilatório”.

A profissional explica que outras responsabilidades da equipe de fisioterapia são com as atividades motoras e funcionais, como sentar o paciente e retirá-lo do leito o mais precocemente possível. “Queremos devolver os pacientes para suas famílias o mais independentes funcionais possível. Com a Covid-19, isso tem ficado um pouco mais difícil e limitado, mas esse sempre será o nosso objetivo”, finaliza”. 

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42.500 pessoas em Itabuna, o que equivale a cerca de 20% da população, já foram vacinadas

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A Prefeitura de Itabuna, por meio da Rede de Frio da Secretaria de Saúde, vacinou até ontem, quinta-feira (22.abril), 42.500 pessoas em Itabuna, o que equivale a cerca de 20% da população. Entre os grupos, que já tomaram as duas do imunizante contra o coronavírus, estão, trabalhadores em saúde, idosos entre 70 e 90 anos.

A Rede de Frio recebeu 3.450 doses da vacina Oxford segue com a 1º dose em pessoas com 62 e 63 anos, nas Unidades Básicas de Saúde e na Fundação José Maria de Magalhães Neto, antigo Sesp, localizado na Avenida Inácio Tosta Filho.

De acordo com Camila Brito, coordenadora de Imunização de Itabuna, até a terça-feira, pouco mais de 11 mil idosos foram vacinados, e ainda restam cerca de 7 mil de pessoas com mais de 60 anos a serem vacinadas.

A Secretaria municipal de Saúde continua aplicando 2º dose do imunizante em pessoas, com idade acima dos 70 anos. Para receber a vacina, é obrigatória a apresentação do RG, cartão SUS, cartão de vacinação e comprovante de residência.

SINDROME DE DOWN
Portadores de Síndrome de Down também já estão recebendo a primeira dose do imunizante em Itabuna. O atendimento começou na segunda-feira, dia 19, na sede da Rede Frio.

A vacinação acontece das 8 às 11 e das 13 às 16 horas e até ontem 58 pessoas desse grupo já trinta sido vacinadas. “Estamos vacinando por demanda espontânea também e não só pessoas ligadas às instituições assistenciais”, alertou Camila Brito. 

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A campanha é uma importante medida também no combate à pandemia de coronavírus (Covid-19). A vacinação contra a influenza prevenirá o surgimento de complicações decorrentes da doença, óbitos, internações e consequente sobrecarga nos serviços de saúde, além de reduzir os sintomas que podem ser confundidos com os da Covid-19

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Dez dias após o início da Campanha Nacional de Vacinação contra Influenza, a Bahia contabiliza 126.430 imunizados até hoje (22.abril). O número corresponde a 2,5% do público-alvo de aproximadamente 5,1 milhões de pessoas. No estado, a meta é vacinar 90% deste total.

Entre os grupos priorizados nesta primeira fase, que vai até 10 de maio, a maior cobertura vacinal é registrada entre crianças de 6 meses a menores de 6 anos de idade (8,7%), seguida de gestantes (8,1%), puérperas (8%), trabalhadores de saúde (3,8%) e povos indígenas (2,6%).

É necessário haver um intervalo mínimo de 14 dias entre as vacinas de gripe e Covid-19. Orienta-se que seja priorizada a data de imunização contra o coronavírus e, posteriormente, a pessoa busque a vacina da gripe. De acordo com estratégia definida pelo Ministério da Saúde, a vacinação contra influenza acontecerá de forma escalonada:

📌 Primeira etapa (12/04 a 10/05) – crianças de 6 meses a menores de 6 anos de idade (5 anos, 11 meses e 29 dias), gestantes, puérperas, trabalhadores de saúde e povos indígenas;
📌 Segunda etapa (11/05 a 08/06) – idosos com 60 anos ou mais e professores das escolas públicas e privadas;
📌 Terceira etapa (09/06 a 09/07) – pessoas portadoras de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais, pessoas com deficiência permanente, forças de segurança e salvamento, Forças Armadas, caminhoneiros, trabalhadores de transporte coletivo rodoviário de passageiros urbano e de longo curso, trabalhadores portuários, funcionários do sistema prisional, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas e população privada de liberdade. 

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O motorista de uma ambulância que passava na altura do pedágio em Simões Filho, BR-324, solicitou o apoio dos policiais

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A ambulância que seguia do município de Macajuba (BA) com destino a maternidade Tsylla Balbino, na capital baiana, apresentou um defeito mecânico e precisou ser imobilizada, momento em que os PRFs iniciaram a ação rápida de ajuda a parturiente.

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) registrou mais um auxílio ao usuário, reforçando seu compromisso inegociável com a sociedade de “polícia cidadã”. Desta vez, uma mulher em trabalho de parto foi conduzida com rapidez a maternidade e, graças à diligência dos policiais, mãe e bebê passam bem.

O motorista de uma ambulância que passava na altura do pedágio em Simões Filho, BR-324, solicitou o apoio dos policiais. Aflito, o motorista informou que estava transportando uma mulher em trabalho de parto e o veículo apresentou falha mecânica, fator que impossibilitaria sua chegada na maternidade.

Diante da situação, os PRFs colocaram a gestante no banco traseiro da viatura e com agilidade e precisão transportaram-na com segurança até a maternidade.

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Estudo regional pode auxiliar nos diagnósticos e na prevenção dos casos graves entre os moradores locais

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“Realizar uma caracterização global da infecção por Sars-Cov-2 no Oeste da Bahia poderia auxiliar na identificação de marcadores inflamatórios, genéticos e fisiológicos da doença para otimizar as técnicas de diagnóstico e avaliação das respostas antiviral e humoral”. É desta forma que o pesquisador Jonilson Lima destaca a importância do estudo realizado no Laboratório de Agentes Infecciosos e Vetores da Universidade Federal do Oeste da Bahia (Ufob) sobre os diversos fatores relacionados a Covid-19 naquela região. De acordo com Jonilson, o trabalho permitirá aperfeiçoar a técnica de identificação do vírus, identificar correlatos de gravidade ou de proteção dentre as diferentes classes de anticorpos e os marcadores imunológicos, fisiopatológicos e genéticos, além de avaliar a resposta inflamatória dos casos leves, moderados e graves da Covid-19.

“De forma prática, nosso trabalho vai avaliar a predisposição genética dos indivíduos relacionado a diversos sintomas, como, por exemplo, a perda de olfato e paladar. Queremos descobrir se a expressão de alguns genes está relacionada a essas condições específicas, além de estudar padrões que indiquem a possibilidade de um paciente desenvolver um caso grave”. Para o pesquisador, os resultados obtidos permitiriam uma avaliação mais precisa do quadro clínico dos pacientes, determinando no início da infecção aqueles com mais chance de apresentar maior gravidade. “Poderemos identificar precocemente indivíduos com predisposição a desenvolver o quadro grave da doença e, dessa forma, orientar possíveis tratamentos e a utilização de um determinado fármaco”.

Jonilson afirma que diante da pandemia e com a implantação do Laboratório de Diagnóstico Molecular da Ufob, o grupo de pesquisadores, que tem expertise em diferentes áreas como bioquímica, imunologia, genética e biologia molecular, decidiu associar o serviço de testagem ao estudo da patologia Covid-19 na região Oeste da Bahia. “Nós, enquanto pesquisadores desta região, sentimos esta necessidade, uma vez que a maioria dos estudos estão restritos às capitais”. Segundo ele, o entendimento da dinâmica local do vírus permite suprir uma carência regional de pesquisas deste tipo, ao mesmo tempo que produz conhecimento com relevância e alcance para todo o país.

Além disso, o trabalho, que possui apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa da Bahia (Fapesb) e já têm algumas etapas praticamente concluídas, possui um diferencial que é a pesquisa por marcadores biológicos que ainda não foram descritos como associados à gravidade da doença, a fim de correlacioná-los a outros marcadores já descritos. “Estamos criando um biobanco onde estão armazenadas amostras que permitirão a validação de outros marcadores inflamatórios, genéticos e sorológicas futuras. As amostras podem ser utilizadas para validar e desenvolver kits para diagnóstico através da quantificação de anticorpos ou ainda testes de biologia molecular”.

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O número de partos normais acompanhados por enfermeiros obstetras disparou nos últimos dias no Hospital Manoel Novaes (HMN), que em fevereiro voltou a atender, de “portas abertas”, moradores de Itabuna e outros sete municípios do sul da Bahia. A quantidade de mulheres que teve filhos sem intervenção cirúrgica na unidade hospitalar saltou de 121, em fevereiro, para 143, em março. Neste mês de abril já são 121 partos normais, número maior que o registrado no mesmo período de 2020, que teve 97 procedimentos desse tipo.

Entre as pacientes submetidas ao parto normal no Manoel Novaes neste mês está Milena dos Santos Alves, moradora da Fazenda Boqueirão, em Itabuna. Mãe de primeira viagem, ela aprovou o procedimento apoiado por um enfermeiro obstetra. “Foi um parto muito rápido, sem nenhum problema. Foi uma decisão acertada. Fiz essa opção porque senti segurança nos profissionais que estavam me acompanhando”, contou a mãe da pequena Annalu.

Quem também aprovou a experiência do parto normal, com acompanhamento de enfermeiro obstetra, foi a estudante Rebeca Santos Reis, mãe da pequena Chaialla. Saudável, a criança nasceu pesando pouco mais de três quilos. Mãe e filha receberam alta na última quinta-feira (15). “Estava muito confiante porque os três partos da minha tia foram normais. A profissional que fez o meu parto me deixou muito tranquila”, contou Rebeca. A tia dela, Lucineide Crispim da Silva acompanhou o parto.

PELO SUS
A gerente enfermagem do HMN, Luciana Nobre, explica que a maioria dos partos normais na unidade, pelo Sistema Único de Saúde (SUS), foram feitos por enfermeiros obstetras, profissionais que estão capacitados para atender mais de 90% das pacientes que não necessitam ser submetidas à cesariana. “Esse profissional está habilitado para classificar e conduzir os partos de risco habitual. Caso ocorram alterações ou intercorrências, a equipe médica que compõe a equipe multiprofissional estará disponível para atender estas demandas”.

De acordo com Luciana Nobre, além de habilitado para a realização de partos de menor risco, o enfermeiro obstetra é capacitado para acompanhar o pré-natal e encaminhar as gestantes que têm demanda de alto risco para acompanhamento médico. “A atuação desse profissional ajuda a diminuir as intervenções obstétricas e aplicar medidas não farmacológicas para o manejo da dor durante o trabalho de parto. Além disso, contribui para reduzir o uso de medicação pela paciente”.

A gerente de enfermagem afirma que, embora tenha ocorrido aumento no número de partos normais nos últimos dias, boa parte da população ainda desconhece tanto as práticas da neonatologia quanto da obstetrícia. Por isso, muitas vezes, sem nenhuma necessidade, a paciente exige a participação do médico durante o trabalho de parto. Ela acrescenta ainda que muitas pacientes temem o parto normal por causa dos mitos sobre a situação do corpo da mulher. “Tem gente que acredita, por exemplo, que pode ter a relação sexual comprometida. Isso não é verdade”.

A coordenadora do Bloco Cirúrgico do HMN, enfermeira obstetra Renata Marques, destaca que em muitas maternidades no Brasil todo o processo de parto normal é conduzido pelo enfermeiro e que o hospital do sul da Bahia deu um passo importante nesse sentido, pois hoje o profissional atende em porta de entrada, conduz o parto e autoriza alta da paciente. “Tudo isso é feito dentro das normas internas e externas, respeitando às leis”, assegura. Renata observa que, enquanto o atendimento é prestado pelo SUS em Itabuna, existem regiões no país em que as mães pagam caro para ter acesso aos serviços conduzidos pelo enfermeiro obstetra.

A Apoiadora institucional dos programas na Atenção Primária do Município de Itabuna, Bárbara Orsine, destaca a importância do papel do enfermeiro obstetra na humanização da assistência desde a consulta de pré-concepção até o puerpério. “Esse acompanhamento traz uma série de benefícios para a paciente, como o aumento da confiabilidade, construção do vínculo, evita intervenções desnecessárias e aumenta a probabilidade de inserção de boas práticas. Vale ressaltar que o enfermeiro apoia a iniciativa do empoderamento feminino, focando no protagonismo da mulher”, diz Bárbara.

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