//

Na ação, foram cumpridos oito mandados de busca e apreensão em Feira de Santana, Antônio Cardoso, São Gonçalo dos Campos e Santo Antônio de Jesus

Leia em: < 1 minuto

A Polícia Federal, em parceria com o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado, deflagrou a Operação Voluta, com o objetivo de cumprir mandados judiciais decorrentes de investigação que apura a prática de lavagem de dinheiro com origem no contrabando de cigarros oriundos do Paraguai. Na ação, foram cumpridos oito mandados de busca e apreensão em Feira de Santana, Antônio Cardoso, São Gonçalo dos Campos e Santo Antônio de Jesus.

As investigações tiveram início a partir de uma apreensão de centenas de pacotes de cigarros contrabandeados, em 2019, que revelou a existência de uma estrutura criminosa voltada ao contrabando e à ocultação dos lucros obtidos com a atividade ilícita.

Os investigados poderão responder pelos crimes de lavagem de dinheiro e associação criminosa, sem prejuízo de outras infrações penais eventualmente identificadas no decorrer das investigações.

📷 Divulgação Polícia Federal

//

Provas objetivas e discursivas estão previstas para o dia 27 de julho

Leia em: < 1 minuto

A Polícia Federal divulgou o edital do novo concurso público para o preenchimento de 1.000 vagas em diversos cargos da instituição. As oportunidades estão distribuídas da seguinte forma: 120 vagas para delegados, 69 para peritos, 630 para agentes, 160 para escrivães e 21 para papiloscopistas.

As inscrições estão abertas até o dia 13 de junho e os candidatos devem se atentar às datas e requisitos especificados no edital. As provas objetivas e discursivas estão previstas para o dia 27 de julho.

📷 Divulgação Polícia Federal

Polícia descobriu que cada arara iria ser vendida pelo valor de R$ 1.800 e o macaco por R$ 3.000

Leia em: < 1 minuto

A Polícia Federal e a Companhia Independente de Polícia de Proteção Ambiental prenderam um homem que transportava ilegalmente três araras-canindé e um macaco mão-de-ouro. Os policiais realizaram a abordagem de um caminhão em um posto de gasolina localizado em Feira de Santana e encontraram os animais silvestres sendo transportados com sinais de maus-tratos.

A polícia descobriu que cada arara iria ser vendida pelo valor de R$ 1.800 e o macaco por R$ 3.000. O investigado irá responder pelos crimes de comercialização ilegal e maus-tratos de animal silvestre, além de receptação.

Durante operação, PF apreendeu 60 mil euros e cinco carros de luxo

Leia em: < 1 minuto

A Polícia Federal apreendeu 60 mil euros e cinco carros de luxo nesta quarta-feira (7.maio) durante a Operação Virulência, que apura fraudes e desvio de recursos públicos relacionados à dispensa de licitação na prefeitura de Camaçari. Segundo a PF, a dispensa da licitação aconteceu para a reforma de uma unidade de saúde com implantação de hospital de campanha, assim como a contratação de profissionais e fornecimento de insumos médicos para o enfrentamento da Covid-19.

Foram cumpridos sete mandados de busca e apreensão e o sequestro de bens nas cidades de Camaçari e Salvador. Além dos veículos e do dinheiro, foram apreendidos uma obra de arte e três relógios.

As investigações apontaram que foram utilizadas propostas fraudulentas em nome de duas entidades, sendo favorecida uma terceira, contratada para a execução tanto dos serviços de reforma, quanto pela execução dos serviços médico-hospitalares. A investigação apontou que, tanto as reformas quanto a prestação de serviços, foram realizadas por meio de empresas terceirizadas.

A execução dos serviços gerou desembolsos para a entidade vencedora, no montante que supera R$ 5,6 milhões, sendo que foi apurado superfaturamento na ordem de R$ 1,4 milhão, em 2020, equivalente a 26% do total contratado e pago.

//

Provas serão aplicadas no dia 29 de junho

Leia em: 2 minutos

As inscrições para o concurso público da Polícia Federal (PF) podem ser feitas até o dia 21 de maio. Ao todo, a instituição oferece 192 vagas imediatas para níveis médio e superior, além de formação de cadastro de aprovados reserva.

Os salários iniciais variam de R$ 7.605,31, para os aprovados do nível médio, a R$ 11.070,93, para os cargos de nível superior, já incluindo gratificações, auxílios e benefícios. A jornada de trabalho será de 40 horas semanais para o cargo de agente administrativo e para a maioria dos cargos de nível superior. A exceção é a carga horária de médicos aprovados (clínico, ortopedista e psiquiatra), que será de 20 horas semanais.

As inscrições devem ser feitas no site da banca examinadora, o Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe). O valor da taxa de inscrição é R$ 110 para nível superior e de R$ 90 para nível médio, a ser paga até 23 de maio.

Os integrantes de famílias inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do governo federal (CadÚnico) e doadores de medula óssea em entidades reconhecidas pelo Ministério da Saúde podem solicitar a isenção da taxa de inscrição até o dia 5 de maio. Os candidatos que não enviarem a documentação exigida no edital com imagem legível terão os pedidos de isenção indeferidos.

O concurso será composto por provas objetivas e prova discursiva para avaliar os conhecimentos e habilidades dos candidatos. A aplicação delas está prevista para 29 de junho. Ao todo, serão 50 questões de conhecimentos básicos e 70 de conhecimentos específicos, de caráter eliminatório e classificatório, além da discursiva. Para nível superior, as provas serão aplicadas no turno da manhã e, para nível médio, no turno da tarde.

📷 Divulgação Polícia Federal

//

Alessandro Stefanutto foi um dos alvos da operação batizada de '''Sem Desconto''

Leia em: 2 minutos

A Justiça Federal determinou o afastamento do presidente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Alessandro Stefanutto, um dos alvos da operação que a Polícia Federal (PF) e a Controladoria-Geral da União (CGU) deflagraram na manhã desta quarta-feira (23.abril). Batizada de Operação Sem Desconto, a ação mobilizou cerca de 700 policiais federais e 80 servidores da CGU nas investigações sobre um suposto esquema de descontos criminosos de aposentados e pensionistas.

De acordo com a PF, investigadores já reuniram indícios que sugerem a existência de “um esquema nacional de descontos de mensalidade associativa não autorizados em aposentadorias e pensões”. O cálculo é que as entidades investigadas tenham descontado de aposentados e pensionistas cerca de R$ 6,3 bilhões entre 2019 e 2024.

A Justiça Federal também determinou que outros cinco servidores públicos cujos nomes não foram divulgados sejam afastados de suas funções. Além disso, autorizou o cumprimento de 211 mandados judiciais de busca e apreensão, seis prisões temporárias, além do sequestro de bens no valor de mais de R$ 1 bilhão.

Os mandados foram cumpridos no Distrito Federal e nos estados de Alagoas, Amazonas, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, São Paulo e Sergipe.

A mensalidade associativa é uma contribuição que aposentados, pensionistas ou pessoas de uma determinada categoria profissional pagam, periodicamente, para fazer parte de uma associação, sindicato ou entidade de classe sem fins lucrativos que represente os interesses de seus membros do Regime Geral da Previdência Social (RGPS). Entre janeiro de 2023 e maio de 2024, o INSS recebeu 1 milhão de reclamações acerca de descontos indevidos, motivando o cancelamento dos descontos autodeclarados como não autorizados.

O aposentado ou pensionista que não tenha autorizado os descontos também pode solicitar o estorno de valores cobrados indevidamente. Para isso, ele deve entrar em contato com a entidade responsável que recebeu as quantias descontadas. Se preferir, o interessado também pode enviar e-mail para acordo.mensalidade@inss.gov.br, informando o ocorrido.

ATUALIZAÇÃO ÀS 15H50 DE 23/04:

De acordo com o jornal Folha de S. Paulo, o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ordenou a demissão do presidente do INSS após a operação deflagrada na manhã desta quarta-feira.

📷 Reprodução Instagram
Leia em: < 1 minuto

A Polícia Federal deflagrou hoje (15.abril) a Operação Buckshot, com o objetivo de cumprir cinco mandados de busca e apreensão,
expedidos em desfavor de um grupo de pessoas que se articulava para a prática habitual de atividades de caça ilegal dentro do Parque Nacional e do Refúgio de Vida Silvestre de Boa Nova.

As investigações foram iniciadas no começo do ano tendo como base os levantamentos e diligências previamente realizadas pelo ICMBio, as quais teriam identificado um grupo de cinco indivíduos que se reuniam para praticar, com habitualidade, atividades de caça e abate de animais silvestres nas regiões de Pé da Ladeira e Icó.

As citadas unidades de conservação são consideradas áreas federais de proteção integral do meio ambiente e quaisquer atividades ambientais ilícitas desenvolvidas em seu interior podem ser consideradas crimes federais.

Os investigados deverão responder pelos crimes de caça ilegal em unidade de conservação federal, posse irregular de arma de fogo e associação criminosa, cujas penas máximas, somadas, podem alcançar de 9 a 12 anos de prisão.

Durante o cumprimento dos mandados de busca, foram apreendidas carcaças de animais silvestres, carabinas de pressão, pólvora, chumbo para munição de caça e petrechos de caça. Ninguém foi preso.

📷 Divulgação Polícia Federal

Oorganização criminosa teria movimentado cerca de R$ 1,4 bilhão por meio de contratos fraudulentos e obras superfaturadas

Leia em: < 1 minuto

Uma operação conjunta da Polícia Federal e da Controladoria-Geral da União desarticulou um esquema criminoso que teria feito desvios milionários a partir de fraudes em licitações feitas. Além do crime de fraude licitatória, o grupo é suspeito de desvio de recursos públicos, peculato, corrupção, lavagem de dinheiro e obstrução de justiça.

A terceira fase da Operação Overclean cumpre 16 mandados de busca e apreensão e uma ordem de afastamento cautelar de um servidor público. Os mandados estão sendo cumpridos em Salvador, São Paulo, Belo Horizonte e Aracaju.

De acordo com a CGU, a organização criminosa teria movimentado cerca de R$ 1,4 bilhão por meio de contratos fraudulentos e obras superfaturadas. As investigações apontam que há indícios de direcionamento de recursos públicos, obtidos a partir de emendas parlamentares e convênios, para empresas e indivíduos ligados a administrações municipais, utilizando superfaturamento de obras e desvios financeiros.

A primeira fase da Operação Overclean foi desencadeada no dia 10 de dezembro e investigou o direcionamento de recursos públicos provenientes de emendas parlamentares e convênios para empresas e indivíduos ligados a prefeituras baianas. O esquema contava com o apoio de policiais, que repassavam informações sensíveis à organização criminosa, como a identificação de agentes federais envolvidos em diligências sigilosas.

📷 Divulgação Polícia Federal

Sete mandados de busca e apreensão foram cumpridos em Salvador e Gongogi

Leia em: < 1 minuto

A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira (27.março) a Operação Jogo Sujo, com o objetivo de combater desvios de recursos públicos e fraudes em processos licitatórios para contratação de serviços de transporte escolar e de engenharia civil do município de Gongogi. As diligências apontam que os processos teriam sido fraudados para beneficiar duas empresas da cidade que, juntas, receberam mais de R$ 7 milhões entre 2021 e 2024.

Os mandados de busca e apreensão têm o objetivo de coletar documentos, como processos licitatórios, pagamentos e mídias, para aprofundar a investigação em relação à participação dos envolvidos e à (in)execução dos serviços pagos pela prefeitura.

Foram cumpridos sete mandados de busca e apreensão nas cidades de Salvador e Gongogi.

Estão sendo cumpridos três mandados de busca e apreensão em Feira de Santana, na Bahia, e em Rio Branco, no Acre

Leia em: < 1 minuto

A Polícia Federal deflagrou hoje (19.março) a Operação DRACMA com o objetivo de desarticular uma associação criminosa voltada para a prática da fabricação e distribuição de notas falsas em âmbito nacional. Estão sendo cumpridos três mandados de busca e apreensão em Feira de Santana, na Bahia, e em Rio Branco, no Acre.

A operação é um desdobramento de inquéritos instaurados no âmbito da delegacia da Polícia Federal de Vitória da Conquista, resultantes de flagrantes do comércio e distribuição de notas falsas mediante o uso dos Correios. As investigações demonstraram que a associação criminosa tem utilizado redes sociais para oferecer e distribuir notas para diversos locais do país.

Os delitos apurados na operação são de associação criminosa e moeda falsa, cujas penas podem somar 15 anos de prisão.

Notícias mais lidas

Outros assuntos

Custom text