Político tem histórico de violência doméstica e é apontado como autor do estrangulamento da companheira

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O ex-vereador de Aurelino Leal, João da Água, de 68 anos, foi preso por suspeita de matar a própria companheira por asfixia. O crime aconteceu em dezembro do ano passado quando Cleonice Pereira, de 47 anos, foi levada ao hospital, mas não resistiu ao estrangulamento.

Após a morte da mulher, a Polícia Civil intensificou as investigações e chegou à conclusão de que o político foi o responsável por cometer o crime. Ele foi localizado na região de Catulé, na zona rural do município, durante uma ação policial.

O suspeito foi conduzido à unidade policial, onde foi cumprido um mandado de prisão temporária expedido pela Vara de Jurisdição Plena da Comarca de Ubaitaba, e segue custodiado à disposição do Poder Judiciário.

Segundo a polícia, o flagranteado já possuía histórico criminal e havia cumprido pena por feminicídio no estado de São Paulo

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Um homem de 51 anos foi autuado em flagrante pelo Núcleo Especializado de Atendimento à Mulher de Guanambi pelo crime de feminicídio contra a companheira, Sirleide da Silva Pinto, de 53 anos. De acordo com a polícia, o crime ocorreu na residência da vítima, quando o suspeito a atacou com uma arma branca e fugiu.

Ainda segundo a polícia, o flagranteado já possuía histórico criminal e havia cumprido pena por feminicídio no estado de São Paulo. A vítima havia registrado, no início do ano, uma ocorrência de violência doméstica contra ele, ocasião em que foram requeridas medidas protetivas e decretada a prisão preventiva do investigado. Após o cumprimento do mandado, o suspeito chegou a ser liberado durante audiência de custódia.

Após a prisão, o homem foi conduzido à sede do Neam, onde passou pelos exames legais e foi autuado em flagrante por feminicídio. Ele segue custodiado na sede da 22ª Coorpin/Guanambi, à disposição da Justiça.

Mulher foi estrangulada pelo ex-companheiro e, após desmaiar, enterrada em uma cova rasa

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Uma mulher de 45 anos de idade escapou da morte depois de ser enterrada viva pelo ex-companheiro em Itabuna. Segundo o relato da vítima à polícia, ela foi abordada pelo suspeito na noite do último domingo (19.outubro) e, com uma faca, ele a obrigou a seguir para uma área de mata.

No local, a mulher foi estrangulada com uma corda e, após desmaiar, foi enterrada viva em uma cova rasa. A mulher disse que, provavelmente, o suspeito achou que ela estava morta e deixou o local. Horas depois, ela acordou, conseguiu sair do buraco e ir até a casa da mãe para pedir ajuda.

A vítima foi atendida pelo SAMU e encaminhada para o Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães. A equipe médica constatou que ela teve vários ferimentos internos, mas, felizmente, não corria mais risco de morrer e foi liberada para se recuperar em casa.

Ainda de acordo com o depoimento, essa foi a primeira vez que o homem cometeu agressões físicas contra a mulher, mas já aconteceram vários episódios de ameaças. A Polícia Civil trabalha para localizar o suspeito e o caso é tratado como tentativa de feminicídio.

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Edilaine tinha uma medida protetiva contra o agressor e já vinha sendo ameaçada por ele

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Uma mulher identificada como Edilaine de Jesus Luz, de 34 anos, foi assasinada com golpes de punhal em Planalto, na região sudoeste. O principal suspeito de cometer o crime é o ex-companheiro dela, identificado como João Paulo Silva de Sá, de 28 anos.

De acordo com testemunhas, Edilaine estava com uma amiga em uma motocicleta quando foi perseguida por João Paulo. A perseguição terminou em frente a uma igreja, no centro da cidade, onde a tragédia aconteceu.

O suspeito jogou o carro contra a moto em que Edilaine estava. Logo depois, ele desceu do veículo, sacou um punhal e desferiu vários golpes contra a ex-companheira.

A vítima morreu ali mesmo e o autor do crime fugiu do local. Horas depois, o homem se entregou à delegacia da Polícia Civil e confessou. João Paulo já foi encaminhado para o presídio de Vitória da Conquista e vai responder pelo crime de feminicídio.

A mulher já tinha uma medida protetiva contra João Paulo, mas, mesmo assim, não conseguiu escapar da morte. Edilaine deixou um filho de apenas três anos de idade.

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Homem não aceitava o fim do relacionamento e decidiu espancar jovem até a morte

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Uma jovem de 18 anos de idade, identificada como Maria Clara Ferreira Silva Santos, foi encontrada morta dentro da própria casa no Bairro Bela Vista, em Aurelino Leal. Segundo a polícia, a garota tinha marcas de espancamento no corpo.

O principal suspeito de cometer o crime é o ex-companheira de Maria Clara. Ele fugiu da cidade, mas foi localizado horas depois em Itacaré quando tentava tirar a própria vida.

As investigações apontam que o casal havia terminado há algum tempo, mas o homem não aceitava o fim do relacionamento. Maria Clara, inclusive, tinha uma medida protetiva contra o rapaz.

Após ser preso, o suspeito foi encaminhado para o Hospital Regional Costa do Cacau, em Ilhéus, onde permanece custodiado.

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Ana Lúcia Carvalho estava desaparecida desde o início deste mês

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A jovem Ana Lúcia Carvalho Silva, de 20 anos, foi encontrada morta em uma área de difícil acesso em Camacã. Ela estava desaparecida desde o dia 3 de abril.

O namorado de Ana Lúcia, que já está preso, confessou à polícia que tirou a vida dela e indicou onde havia escondido o corpo. Segundo a polícia, o homem contou com detalhes como matou a companheira e não demonstrou arrependimento.

As investigações continuam na tentativa de elucidar o caso e descobrir se há outras pessoas envolvidas no crime.

De 2017 a 2024, a Bahia registrou 790 feminicídios, o que significa dizer que uma mulher foi vítima letal de violência de gênero a cada três dias

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A Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia, em parceria com a Secretaria da Segurança Pública, apresentou o infográfico Feminicídios na Bahia 2025. O trabalho traz a caracterização e o perfil das vítimas de feminicídios a partir da sistematização de dados dos Boletins de Ocorrência registrados pela Polícia Civil entre os anos de 2017 e 2024.

De 2017 a 2024, a Bahia registrou 790 feminicídios, o que significa dizer que uma mulher foi vítima letal de violência de gênero a cada três dias. Apenas no ano passado, o estado registrou 111 feminicídios, o que representa uma redução de 3,5% em relação ao ano anterior, quando foram registrados 115 casos.

Em termos comparativos, em 2024, 1,4 mulheres foram vítimas de feminicídios a cada 100 mil baianas, enquanto que, em 2017, uma mulher foi vítima de feminicídio a cada 100 mil mulheres na Bahia. Ainda em 2024, de cada cinco mulheres que morreram de forma violenta, duas delas foram vítimas de feminicídios.

Quanto à caracterização do crime, a maioria foi por objeto perfuro cortante, ou seja, quase metade dos casos de feminicídios foram por arma branca: 45,5%. As armas de fogo (26,3% do total de casos) e os objetos contundentes (8,1%) eram os outros instrumentos em destaque. Outros instrumentos respondiam pela participação restante (20,2%).

Quanto ao local de ocorrência, 72,1% dos casos ocorreram dentro do domicílio da vítima. Já sobre a autoria, 84,4% eram parceiros íntimos da vítima (companheiros ou ex-companheiros e namorados). O perfil das vítimas também mostra que a maioria era composta por mulheres adultas (entre 30 e 49 anos), negras (pretas e pardas) e não solteiras.

Político agrediu a própria companheira com facadas após discussão motivada por ciúmes

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O vereador de Santo Antônio de Jesus, Edivan de Jesus, mais conhecido como Morão (UB), foi preso ontem (12.março) em Boipeba, distrito de Cairu. O mandado de prisão contra o político foi expedido no mês passado depois que ele agrediu a própria companheira com facadas.

De acordo com a polícia, Morão teria agredido a esposa durante uma discussão motivada por ciúmes. A vítima foi levada para uma unidade de saúde e passou por exame de corpo de delito, que constatou as lesões sofridas.

📷 Reprodução Redes Sociais

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Durante discussão motivada por ciúmes, político teria dado facadas e usado pedaço de madeira para atingir companheira

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O vereador de Santo Antônio de Jesus, Edivan de Jesus, mais conehcido como Morão (UB), teve a prisão preventiva decretada pela Justiça após tentar matar a própria companheira no último sábado (22.fevereiro). Até o momento, o político ainda não foi localizado pelas forças de segurança.

De acordo com a polícia, Morão teria agredido a esposa com facadas e um pedaço de madeira durante uma discussão motivada por ciúmes. A vítima foi levada para uma unidade de saúde e passou por exame de corpo de delito, que constatou as lesões sofridas.

📷 Reprodução Instagram

 

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No ano passado, 85 mil mulheres e meninas foram mortas em todo o mundo, sendo que 60% desses homicídios foram cometidos por um parceiro íntimo ou outro membro da família

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Em 2023, 85 mil mulheres e meninas foram mortas intencionalmente em todo o mundo, sendo que 60% desses homicídios foram cometidos por um parceiro íntimo ou outro membro da família. O índice equivale a 140 mulheres e meninas mortas todos os dias ou uma a cada dez minutos.

Os dados foram divulgados hoje (25.novembro), Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra as Mulheres, pela ONU Mulheres e pelo Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (Unodc). De acordo com o relatório, o continente africano registrou as maiores taxas de feminicídios relacionados a parceiros íntimos e familiares, seguido pelas Américas e pela Oceania.

Na Europa e nas Américas, a maioria das mulheres assassinadas em ambiente doméstico (64% e 58%, respectivamente) foram vítimas de parceiros íntimos, enquanto, em outras regiões, os principais agressores foram membros da família.

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