Ex-prefeito Ibicaraí, Lenildo Santana

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Os conselheiros do TCM (Tribunal de Contas dos Municípios) julgaram, nesta 4ª feira (21.julho), irregular a prestação de contas de recursos repassados pela Prefeitura de Ibicaraí, na gestão do ex-prefeito Lenildo Alves Santana, à Liga Ibicaraiense de Futebol, então administrada por Francisco Araújo Henrique. O repasse de recursos ocorreu no exercício de 2014.

O conselheiro substituto Ronaldo Sant’Anna, relator do parecer, imputou multa de R$1 mil a cada um dos gestores. E, determinou o ressarcimento solidário entre eles do montante de R$141.793,00 aos cofres municipais.

A punição teve por causa o uso irregular dos recursos para o pagamento de “ajuda de custo” a atletas e de “tarifas bancárias”.

O convênio firmado entre a prefeitura e a Liga Ibicaraiense de Futebol, no valor de R$148.500,00, tinha por objeto “a realização dos Campeonatos Municipais de Futebol nas suas diversas categorias, reforma, recuperação e manutenção do Estádio Euclides Rosalino dos Santos, participação da Seleção Municipal de Futebol no Intermunicipal, incluindo despesas com contratações de jogadores, manutenção da entidade e apoio na seleção de divisão de base no intermunicipal”.

De acordo com a relatoria, parte desses recursos – R$140.710,00 – foram utilizados indevidamente para pagamentos de “ajuda de custo” aos atletas, o que não possui amparo legal. Também foram identificadas despesas em desacordo com o objeto do convênio (taxas bancárias), no valor de R$430,70.

O conselheiro Ronaldo Sant’Anna ressaltou que o TCM tem registrado, reiteradamente, que a utilização de recursos mediante subvenção social não se presta para a remuneração de serviços não essenciais e estranhos às áreas da assistência social, médica e educacional – por caracterizar flagrante desvio de finalidade. Cabe recurso da decisão.

O presidente nacional do Democratas e ex-prefeito de Salvador, ACM Neto

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O presidente nacional do Democratas, ACM Neto, destacou que o país “pode ter um caminho diferente para o futuro”, e que ainda é cedo para dizer que a polarização que se dá hoje no cenário político brasileiro “será exatamente o retrato nas eleições de 2022”. De acordo com o ex-prefeito de Salvador, é possível que surjam outras alternativas que não estejam postas no presente.

“O fato é que quando a gente olha as pesquisas hoje, a gente tem que olhar com muita ressalva, porque elas podem muito mais retratar o passado do que projetar o futuro. Então, nesse aspecto é fundamental ter cautela e aguardar como a política nacional vai se desenhar. Mas eu acho que em algum momento pode acontecer uma janela de oportunidades para que outros nomes sejam avaliados pela população brasileira”, ponderou ACM Neto.

A manifestação foi feita em entrevista concedida ao jornal A Tarde, o presidente nacional do Democratas fez questão de explicar que, apesar da grande preocupação com as eleições de 2022, o foco real do brasileiro ainda está na superação da pandemia e na recuperação da economia familiar.

“E aí uma coisa que é fundamental compreender: nem sempre o tempo das pessoas é o tempo da política. Às vezes, a política atropela o tempo das pessoas”, explicou.

“Eu sou muito mais comprometido e preocupado com o tempo das pessoas do que com o tempo da política. Então eu não acho que a eleição de 2022 hoje está na cabeça das pessoas. Existem outras prioridades. Principalmente a superação da pandemia. Ora, quando a política se consolidar, quando os nomes se consolidarem, vamos ver como o cenário fica”, acrescentou ACM Neto.

Ex-prefeito de Bom Jesus da Lapa, Eures Ribeiro

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Os conselheiros da 1ª Câmara do Tribunal de Contas dos Municípios acataram, em parte, termo de ocorrência lavrado contra o ex-prefeito de Bom Jesus da Lapa, Eures Ribeiro Pereira, em razão de irregularidades na contratação de pessoal para o enfrentamento à pandemia do Covid-19. O conselheiro substituto Ronaldo Sant’Anna, relator do processo, imputou ao gestor multa de R$2 mil. A decisão foi proferida na sessão desta terça-feira (4.maio), realizada por meio eletrônico.

Foi determinado, ainda, a rescisão das contratações tidas como irregulares, exceto daqueles profissionais que atuam diretamente no combate a pandemia do Covid-19, desde que seja efetivada comprovação perante a área técnica do TCM.

De acordo com o termo de ocorrência, o gestor não encaminhou ao tribunal os atos das contratações temporárias para enfrentamento da pandemia do Covid-19, para o devido controle, bem como não inseriu esses dados no sistema SIGA, do TCM, o que impede a área técnica da corte de comprovar que se trata efetivamente de admissões feitas em decorrência da pandemia do Covid-19.

Para o conselheiro substituto Ronaldo Sant’Anna, o gestor tinha o dever de apresentar, no prazo legal, toda a documentação relativa às contratações, com destaque para relatório que contenha a “correlação dos cargos com o combate à pandemia, suas especificações e funções, bem assim as remunerações e jornadas de trabalho, prazo total do ajuste pactuado e comprovação da qualificação dos contratados para a finalidade específica da celebração dos contratos”. Cabe recurso da decisão. 

Após o “morra quem morrer”, a declaração agora é “Hoje foi dia de vacinação”

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Na manhã desta quarta-feira (17) o ex-prefeito de Itabuna, Fernando Gomes (PTC), recebeu a primeira dose da vacina contra o Covid-19. O político de 81 anos publicou um registro do momento nas redes sociais e na legenda escreveu “Hoje foi dia de vacinação”.

Algumas pessoas comentaram a publicação parabenizando o ex-prefeito. “Dando o exemplo meu eterno prefeito, grande abraço e Deus abençoe sempre sua vida !!!”, escreveu um seguidor. “Parabéns amigo cumprindo a determinação da Saúde”, comentou Maria Alice, amiga pessoal dele.

Fernando Gomes testou positivo para o Covid-19 em dezembro do ano passado. Após cumprir as medidas de segurança e isolamento, ele acabou se curando da doença sem grandes complicações.

O ex-prefeito tentou a reeleição em 2020, mas foi apenas o terceiro candidato mais votado com 15,35%.

FRASE POLÊMICA
No mês de julho de 2020, em um anúncio nas redes sociais sobre as ações municipais referentes ao comércio durante a pandemia do novo coronavírus, o então prefeito Fernando Gomes fez um comentário que causou polêmica.

O ex-gestor declarou que autorizaria que estabelecimentos comercias reabrissem “morra quem morrer”. Ainda no mesmo período, ele afirmou que não houve ‘descaso’ com vítimas da Covid-19 ao dar a declaração polêmica.

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