Com previsão de contratações a partir de janeiro de 2027, os novos concursos visam, principalmente, a recomposição de carreiras típicas do Estado

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O governador Jerônimo Rodrigues (PT) anunciou a autorização para a realização de oito novos concursos públicos que irão viabilizar o provimento de 890 vagas em 16 diferentes carreiras da administração pública estadual. Com previsão de contratações a partir de janeiro de 2027, os novos concursos visam, principalmente, a recomposição de carreiras típicas do Estado.

A Secretaria da Fazenda do Estado (Sefaz-BA) terá 100 oportunidades para o cargo de Auditor Fiscal e outras 100 para o cargo de Agente de Tributos. Para a Procuradoria Geral do Estado (PGE), o planejamento é de um concurso com 135 vagas, contemplando os cargos de procurador (20), assistente (50) e analista de procuradoria (65).

Um total de 110 técnicos e especialistas em Meio Ambiente e Recursos Hídricos serão selecionados para atuação na Secretaria do Meio Ambiente do Estado (Sema) e no Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema). Outras 120 vagas para os cargos de Especialista e Técnico em Obras Públicas estão sendo criadas e a Agência Estadual de Defesa Agropecuária (Adab) conta com a oferta de 160 vagas para Fiscal Estadual Agropecuário e 40 para o cargo de Técnico em Fiscalização Agropecuária.

Em paralelo, serão abertos concursos para os cargos de Especialista e Técnico em Regulação (40 vagas), Especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental (50) e Especialista em Produção de Informações Econômicas, Sociais e Geoambientais (35).

O Moinho de Trigo deve gerar, aproximadamente, 80 empregos diretos e 100 indiretos

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O Grupo Maratá anunciou a abertura de vagas para a nova unidade do Moinho de Trigo em Ilhéus, localizada na área do Porto. A iniciativa marca a reativação do empreendimento e representa um importante passo na promoção da empregabilidade e fortalecimento socioeconômico da cidade.

Com a retomada das operações, o Moinho de Trigo deve gerar, aproximadamente, 80 empregos diretos e 100 indiretos, contribuindo para a movimentação do setor produtivo e para a geração de renda local.

Entre as oportunidades, foram anunciadas vagas para pedreiro; servente de obras; armador; ajudante de armador; técnico de segurança; engenheiro civil e betoneiro. Os interessados em concorrer às vagas devem cadastrar seus currículos no site http://talentos.marata.com.br/.

O processo de seleção e realização de teste prático será realizado no próximo sábado

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A Rota Transportes abriu mais 40 vagas para contratação de motoristas em Itabuna, Ilhéus e Vitória da Conquista. São 20 vagas para motoristas rodoviários na região de Itabuna e Ilhéus, e mais 20 vagas para motoristas de fretamento em Vitória da Conquista.

O processo de seleção e realização de teste prático será realizado no próximo sábado (25.outubro), às 8 horas, na garagem da Rota Transportes em Itabuna, localizada na Avenida Amélia Amado, e também na garagem da empresa em Vitória da Conquista, na rua Xavantes, nº 36, Bairro Patagônia.

Na ocasião, os profissionais interessados devem comprovar experiência na função de motorista (rodoviário, caminhão ou urbano) e apresentar Carteira Nacional de Habilitação (CNH) nas categorias D ou E, além de curso de transporte de passageiros. Há vagas também para Pessoas com Deficiência (PCD).

De acordo com o setor de Recursos Humanos da empresa, a Rota Transportes oferece remuneração e benefícios compatíveis com os praticados no mercado. Ao comparecer às garagens da Rota, os candidatos devem procurar a equipe de Instrução.

Levantamento foi divulgado pelos ministérios da Mulher e do Trabalho e Emprego nesta segunda-feira

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As mulheres brasileiras receberam salários, em média, 20,9% menores do que os homens em 2024 em mais de 53 mil estabelecimentos pesquisados com 100 ou mais empregados.A diferença salarial se manteve praticamente estável em relação a 2023, quando foi registrado que as mulheres recebiam 20,7% a menos que os homens.

O levantamento foi divulgado pelos ministérios da Mulher e do Trabalho e Emprego (MTE). Foram analisados, ao todo, 19 milhões de empregos, um milhão a mais que no relatório de 2023.

Em relação às mulheres negras, a média salarial é 52,5% menor que a dos homens não negros. Em 2023, mulheres negras recebiam 49,7% a menos que os homens não negros.

Nos cargos de alta gestão, de diretoras e gerentes, a diferença salarial é ainda maior, com mulheres recebendo 26,8% a menos que os homens. Se comparadas as mulheres com nível superior, a diferença em relação aos homens com mesmo nível de escolaridade é ainda maior, com mulheres com diplomas recebendo 31,5% a menos.

Os estados do Acre, Santa Catarina, Paraná, Amapá e São Paulo e o Distrito Federal registraram as menores desigualdades salariais. Caso as mulheres ganhassem igual aos homens na mesma função, R$ 95 bilhões teriam entrado na economia em 2024, apontou o relatório.

Medida é exigência da Lei da Igualdade Salarial, que estabelece a obrigatoriedade de homens e mulheres que ocupam a mesma função receberem o mesmo salário

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Empresas com 100 ou mais funcionários têm até esta sexta-feira (28.fevereiro) para preencherem o Relatório de Transparência Salarial e de Critérios Remuneratórios, do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). A medida é uma exigência da Lei da Igualdade Salarial, que estabelece a obrigatoriedade de homens e mulheres que ocupam a mesma função receberem o mesmo salário.

Sancionada em julho de 2023, a lei determina que as empresas devem adotar medidas para garantir essa igualdade, como a transparência salarial, a fiscalização contra a discriminação, adoção de canais de denúncia, criação de programas de diversidade e inclusão e apoio à capacitação de mulheres.

Os dados vão compor o 3º Relatório de Transparência Salarial e Critérios do Ministério do Trabalho e Emprego, previsto para ser disponibilizado a partir de 17 de março. Com a entrega do relatório, as empresas têm até o dia 31 de março para divulgar o resultado em suas plataformas digitais, conforme estabelece a lei.

O relatório mais recente, divulgado em setembro do ano passado, revelou que as mulheres ainda recebem 20,7% a menos do que os homens nas mais de 50 mil empresas com 100 ou mais empregados, inscritas no eSocial. Em mais de 15 mil empresas, entretanto, essa diferença era de até 5%.

Taxa de desemprego ficou em 6,2% no trimestre encerrado em outubro deste ano, a menor desde 2012

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O recorde de emprego registrado no trimestre encerrado em outubro deste ano (103,6 milhões) foi provocado pelo desempenho tanto dos postos com carteira assinada quanto por aqueles sem carteira. O número de empregados no setor privado com carteira atingiu 39 milhões, o maior patamar da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, iniciada em 2012.

Os empregos sem carteira assinada atingiram 14,4 milhões, também recorde na série histórica. Os aumentos dos sem carteira foram ainda mais expressivos que aqueles registrados pelos empregos com carteira: altas de 3,7% na comparação trimestral e 8,4% na comparação anual.

A população informal, que inclui trabalhadores sem carteira e aqueles por conta própria sem CNPJ, chegou a 40,3 milhões, um crescimento de 2,1% em relação ao trimestre anterior, um aumento superior ao registrado pela população ocupada total (1,5%). A taxa de informalidade, isto é, o percentual de trabalhadores informais em relação ao total da população ocupada, foi de 38,9%, ante 38,7 % no trimestre encerrado em julho e 39,1 % no mesmo trimestre de 2023.

A taxa de desemprego ficou em 6,2% no trimestre encerrado em outubro deste ano, a menor desde 2012. O trimestre anterior, encerrado em julho deste ano, havia registrado taxa de 6,8%. Em outubro do ano passado, havia ficado em 7,6%. A população desocupada recuou para 6,8 milhões, o menor contingente desde o trimestre encerrado em dezembro de 2014.

Destaque de geração de empregos em agosto ficou com o setor de Serviços

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De acordo com os dados do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged) divulgados hoje (27.setembro), o Brasil ampliou em 232.513 o número de postos de trabalho com carteira assinada no mês de agosto. No acumulado do ano, período compreendido entre janeiro e agosto, já foram geradas 1.726.489 novas vagas.

O destaque de agosto ficou com o setor de Serviços, que criou 118.364 postos. A indústria foi responsável pela criação de 51.634 novos empregos em agosto, com destaque para a indústria de transformação (50.915 postos). O setor de comércio gerou 47.761 novos empregos com carteira assinada em agosto e a construção civil criou 13.372 postos no mês, enquanto a agropecuária gerou 1.401 novos empregos formais no mês passado.

No comparativo entre as regiões do país, o Sudeste gerou 841.907 empregos ao longo de 2024. O Sul gerou 309.140 novos empregos formais; o Nordeste registrou mais 257.925 vagas; o Centro-Oeste, 187.471; e o Norte, 104.773 postos.

Do total de novas vagas geradas no mês de agosto, 119.317 foram ocupadas por mulheres e 113.196 por homens. Com relação à faixa etária, o maior saldo foi observado entre os trabalhadores com faixa etária entre 18 e 24 anos (126.914 novos postos de trabalho). Os trabalhadores com ensino médio completo também registraram o maior saldo (154.057).

Segmento de Serviços segue liderando a lista de oportunidades no estado

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De acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), a Bahia gerou 9.614 postos com carteira assinada em julho, decorrente da diferença entre 83.823 admissões e 74.209 desligamentos. O saldo foi superior ao de junho (+9.514 postos) e o terceiro maior do ano.

Com o saldo de julho, a Bahia passou a contar com 2.116.991 vínculos celetistas ativos, uma variação de 0,46% sobre o quantitativo do mês imediatamente anterior. Todos os cinco grandes grupamentos de atividades econômicas registraram saldo positivo em julho, com o segmento de Serviços liderando a lista de oportunidades criadas.

Das 27 unidades federativas do território nacional, apenas o estado do Espírito Santo (-1.029 vagas) registrou saldo negativo no mês. A Bahia, com 9.614 novos postos, exibiu o sexto maior saldo do país, ficando na 13ª posição.

Em termos absolutos, a Bahia (+9.614 postos) ocupou a primeira colocação na geração de vagas entre as unidades nordestinas no mês. Em termos relativos, por outro lado, o estado baiano (+0,46%) situou-se na sexta posição no território nordestino.

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Crescimento foi de 29,5% em relação a junho de 2023

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O Brasil fechou o mês de junho com saldo positivo de 201.705 empregos com carteira assinada, número 29,5% maior que no mesmo mês do ano passado. O balanço é do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, divulgado pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

Os cinco grandes grupamentos de atividades registraram saldos positivos em junho. O setor de serviços gerou 87.708, o de comércio 33.412 postos, a indústria 32.023 postos, a agropecuária 27.129 postos e o setor de construção gerou 21.449 postos. O destaque para o crescimento foi no setor de indústria, que registrou aumento de 165% em relação a junho do ano passado.

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Levantamento é do Ministério do Trabalho e Emprego

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Um levantamento feito pelo Ministério do Trabalho e Emprego aponta que, atualmente, 5,4 milhões de jovens com idade entre 14 e 24 anos não estudam, não trabalham nem estão procurando emprego. No mesmo período do ano passado, o número era de 4 milhões.

O ministério atribui esse crescimento a vários fatores e atinge, principalmente, as mulheres, que representam 60% do total desse público. Isso faz com que elas entrem mais tarde no mercado de trabalho e, com menos qualificação, tenham mais dificuldade em conseguir emprego de melhor remuneração salarial.

Cerca de 17% da população brasileira é formada por jovens entre 14 e 24 anos, que somam 34 milhões de pessoas. Desse total, 14 milhões de jovens tinham uma ocupação no primeiro trimestre deste ano. Dentre os jovens ocupados, 45% estavam na informalidade, o que corresponde a 6,3 milhões de indivíduos. Essa porcentagem é maior do que a média nacional, atualmente em 40%.

Já os jovens que só estudam somam 11,6 milhões de pessoas e o número de desocupados nessa faixa etária chegou a 3,2 milhões em 2024.

O levantamento também apontou que houve um crescimento no número de aprendizes e de estagiários no país. No caso dos aprendizes, só entre os anos de 2022 e 2024, houve um acréscimo de 100 mil jovens que passaram para a condição de aprendizado. Já em relação aos estágios, o crescimento foi de 37% entre 2023 e 2024, passando de 642 mil adolescentes e jovens nessa condição para 877 mil neste ano.

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