“A quem interessa esconder os dados sobre a crise do Hospital São José?”, indagou o parlamentar ao cobrar esclarecimentos sobre a situação financeira da unidade

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O vereador de Ilhéus, Dr. Tandick Resende (UB), questionou, durante sessão da Câmara Municipal, a falta de transparência na gestão do Hospital São José. “A quem interessa esconder os dados sobre a crise do Hospital São José?”, indagou o parlamentar ao cobrar esclarecimentos sobre a situação financeira da unidade.

Segundo Tandick, dados do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) apontam que o hospital recebeu cerca de R$ 42 milhões em repasses da prefeitura entre 2022 e 2025. Ele destacou ainda que, conforme informado oficialmente pelo município em nota divulgada no último dia 10, não há débitos pendentes com a instituição. No dia 12 de fevereiro, a unidade teria recebido quase R$ 900 mil.

O vereador afirmou que parte dos pagamentos ocorreu por meio de decretos de emergência e indenizações, o que, segundo ele, demonstra esforço da gestão do prefeito Valderico Júnior (UB) para manter o atendimento à população. Em contrapartida, criticou a administração do hospital, classificando a unidade como “caixa-preta” e apontando possíveis irregularidades.

Tandick também informou que encaminhou ofícios solicitando prestação de contas e documentos detalhados desde setembro do ano passado, mas, até o momento, não teria recebido uma resposta formal. O parlamentar defende que as informações sejam apresentadas de forma clara à sociedade ilheense.

Este Pauta Blog mantém o espaço aberto para o Hospital São José se posicionar sobre os questionamentos do vereador.

O vereador disse que vai solicitar a instauração de uma Comissão Especial de Inquérito (CEI) para apurar as denúncias, adotar providências e punir os responsáveis, mas Thiago nega todas as acusações

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O caldo entornou entre dois bolsonaristas ferrenhos e atuantes na cidade de Ilhéus. De um lado, o defensor público e vereador Dr. Tandick (UB) e, do outro, o presidente da Fundação Maramata e pré-candidato a deputado estadual, Thiago Martins (PL).

Dr. Tandick alega ter provas concretas de que há funcionários fantasmas atuando na fundação presidida por Thiago. De acordo com o vereador, inicialmente, uma servidora estava lotada na Secretaria de Agricultura e Pesca e, posteriormente, foi cedida para a Maramata, mas sem exercer nenhum tipo de função em ambos os órgãos. Ainda de acordo com o vereador, outra funcionária que presta serviços pessoais para Thiago Martins, a exemplo da gestão das redes sociais dele, também consta como atuante na Maramata.

O vereador disse que vai solicitar a instauração de uma Comissão Especial de Inquérito (CEI) para apurar as denúncias, adotar providências e punir os responsáveis. O prefeito Valderico Junior (UB) será informado acerca da situação e, se necessário, o Ministério Público será acionado.

Em nota, Thiago Martins disse que foi surpreendido com as denúncias e alega que as provas não foram apresentadas. O pré-candidato também disse que a fundação possui câmeras que podem atestar que todos os funcionários cumprem o expediente regularmente, a exemplo da própria sogra, que, segundo ele, trabalha de forma correta.

O presidente da Maramata também alegou que não existe funcionário pago com recursos públicos para atuar nas redes sociais dele porque o mesmo é responsável por editar e produzir o conteúdo, exceto em períodos de campanha, quando alguém é devidamente contratado para exercer tal papel.

”Quero ainda afirmar que estou totalmente à disposição da Câmara de Vereadores e de todos os parlamentares para prestar quaisquer esclarecimentos que julgarem necessários. Entendo que, ao receber uma denúncia, o papel do vereador é investigar. Isso faz parte da função fiscalizadora do Legislativo e eu sou favorável a toda apuração séria e responsável, pois quem trabalha com transparência não teme investigação”, disse Martins.

Tandick e Galvão trocaram ofensas pessoais e não acataram pedido do presidente da Casa para cessar os ataques

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A sessão ordinária realizada nessa quarta-feira (26.fevereiro) na Câmara de Vereadores de Ilhéus não terminou nada bem. Os vereadores Dr. Tandick (UB) e Maurício Galvão (PSB) discutiram aos gritos e não respeitaram nem mesmo o pedido do presidente da Casa, César Porto (PP), para acalmar os ânimos.

Primeiramente, o desentendimento foi marcado por divergências políticas, no entanto, a dupla começou a trocar acusações pessoais no plenário. Tandick disse que Maurício não paga pensão alimentícia e é filho de Bebeto Galvão (PSB), ex-vice-prefeito que teria participado de esquemas ilícitos na gestão do ex-prefeito Marão (PSD).

Maurício chegou a pedir ordem ao presidente da Casa, mas, ao continuar sendo ofendido, também partiu para o ataque e disse que Tandick “paga de santinho”, mas rouba dinheiro público. O vereador César Porto pediu para que a dupla cessasse as agressões, mas foi em vão. Após cortar o áudio dos dois microfones, Porto declarou que a sessão estava encerrada.

Quem estava presente na Câmara garante que, nos bastidores, alguns assessores precisaram conter os edis para que a situação não fosse ainda pior. O ocorrido é, no mínimo, lamentável já que os vereadores foram eleitos pelo povo para legislar em prol da comunidade, e não para utilizar da Casa para “lavar roupa suja”.

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Dr. Tandick acusa Maurício Maron de trabalhar em campanha de Adélia Pinheiro durante horário de expediente no Materno-Infantil de Ilhéus

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O vereador e candidato à reeleição em Ilhéus, Dr. Tandick (UB), usou as redes sociais para acusar o assessor de imprensa do Hospital Materno-Infantil Dr. Joaquim Sampaio, Maurício Maron, de agressão. O fato teria ocorrido durante uma sessão ordinária realizada ontem (11.setembro) na Câmara Municipal.

De acordo com o edil, Maron estaria trabalhando na campanha da candidata a prefeita Adélia Pinheiro (PT) durante o horário de expediente no Materno-Infantil. Dr. Tandick fez essas declarações no plenário e, segundo o vereador, Maron foi até ele de forma ”agressiva” e ”transtornada” após a sessão para desmentir as acusações.

Já o assessor de imprensa alega que, na realidade, compareceu à Câmara para esclarecer ao vereador que, na realidade, estava sendo vítima de fake news durante a campanha eleitoral. Maron conta que, nesse momento, foi recebido com agressividade e xingado por Dr. Tandick na frente de várias pessoas.

O Sinjorba (Sindicato dos Jornalistas Profissionais da Bahia) e a ABI (Associação Bahiana de Imprensa) emitiram uma nota repudiando, com veemência, as ofensas e a agressão cometidas pelo vereador Dr. Tandick contra o jornalista Maurício Maron. Ainda em nota,
o Sinjorba e a ABI manifestaram solidariedade ao jornalista e solicitaram que as autoridades apurem o caso.

Dr. Tandick registrou B.O. contra Jerbson por agressão; Jerbson alega que vai processar colega por difamação

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O clima esquentou ontem (25.outubro) na Câmara de Vereadores de Ilhéus. Após a votação de um Projeto de Lei, os edis Dr. Tandick (Cidadania) e Jerbson Moraes (PSD) se estranharam nos bastidores e os ânimos ficaram bastante exaltados.

Depois da confusão, Dr. Tandick foi até a delegacia de Polícia Civil para registrar um boletim de ocorrência contra Jerbson Moraes. Nas redes sociais, o defensor público apresentou a sua versão e disse que foi agredido por Jerbson com um soco enquanto se dirigia à sala dos vereadores.

Também por meio das redes sociais, Jerbson desmentiu a versão de Tandick e disse que não houve nenhuma agressão física. O advogado declarou, também, que pretende acionar o colega para que ele responda pelos crimes de calúnia e difamação.

Termos do acordo entre prefeitura e empresas estão sendo analisados por uma equipe em Brasília, disse Tandick

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Em entrevista ao Jornal do Meio Dia da Rádio Gabriela FM, o vereador de Ilhéus, Dr Tandick (PTB), falou hoje (25.outubro) sobre o pedido de criação da Comissão Especial de Inquérito (CEI) para apurar os contratos firmados entre a prefeitura e as empresas que operam o transporte coletivo na cidade.

O vereador declarou que ele, junto com o vereador Augustão (PT), foram os primeiros a tentar entender o que acontecia entre as partes e, à medida que liam os processos, ficaram “atônicos” com os pagamentos que devem ser realizados pela prefeitura às empresas de ônibus: “Esse acordo, na verdade, ele foi em decorrência de um processo movido pelas empresas de ônibus em uma ação indenizatória em que as empresas responsabilizam o município por supostos prejuízos causados em um curto espaço de tempo após o decreto do prefeito em que ele determina o retorno de 100% da frota de ônibus às ruas”.

Indignado com o que ele considera ‘inércia do município’, o vereador fez duras críticas à situação e disse que não pode ficar calado diante da situação: “Se nós não tivéssemos feito uma das funções do vereador, que é a fiscalização, ninguém saberia o que foi feito”.

O edil, que também é defensor público estadual, defendeu a criação da CEI e salientou que os termos do acordo estão sendo analisados, minuciosamente, por uma equipe em Brasília. Ainda segundo o vereador, as planilhas apresentadas pelas empresas são discutíveis e chamam a atenção, de modo que um perito será contratado para analisar a situação e entender a natureza desse acordo.

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