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Remédio terá uso exclusivo dentro de hospitais públicos e privados

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As 3,5 mil ampolas do medicamento coreano Regkirona (regdanvimabe) devem chegar ao Brasil nesta 6ª feira (3.setembro) e ajudar a tratar até 1,2 mil pacientes com casos leves e moderados da doença.

Esse é o quarto remédio autorizado pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) para o tratamento da Covid-19, mas não será vendido em farmácias e não funciona como tratamento precoce.

O anticorpo foi aprovado no dia 11 de agosto pela Anvisa para o uso emergencial contra o coronavírus e terá uso exclusivo dentro de hospitais públicos e privados. O responsável pelo medicamento é o laboratório sul-coreano Celltrion Healthcare.

Em testes de fase 3 realizados pela empresa com 1.315 pacientes, 72% deles não evoluíram para casos graves da doença e, aos que tiveram de ir ao hospital, tiveram o tempo de internação reduzido.

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Referência para toda a região sul em cirurgia pediátrica e parto de alto risco, o Hospital Materno Infantil localizado município de Ilhéus, será gerido de forma direta e exclusiva pelo Governo do Estado. A unidade será inaugurada em breve pelo governador Rui Costa.

Um acordo firmado em 2019 previa que, após a conclusão das obras que tiveram um investimento de R$ 40 milhões, a unidade passaria a ser administrada pelo município de Ilhéus. Porém, análises dos custos de viabilização do processo apontaram que a gestão seria inviável.

Diante disso, de forma pactuada, o contrato de cessão foi suspenso, retomando a gestão e administração completa do hospital para o Governo do Estado. Ainda de acordo com a decisão, os servidores da Sesab (Secretaria de Saúde do Estado da Bahia) cedidos ao município de Ilhéus serão reincorporados ao quadro estadual e realocados para atuar na unidade.

POLO DE ENSINO
Com 105 leitos, unidades de Terapia Intensiva (UTIs) neonatal e pediátrica, além de centro cirúrgico e obstétrico, o Hospital Materno infantil de Ilhéus funcionará ainda como um polo de desenvolvimento de ensino, reunindo formação acadêmica, pesquisa e produção de conhecimento científico e tecnológico em saúde.

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A #correntesobpressão acontece de 2 a 9 de setembro em diversas cidades do país

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Atualmente, a Bahia conta com 5,5 mil doadores de sangue fidelizados (ou seja, que doam sangue regularmente), mas precisaria de quase o dobro (9 mil voluntários) para garantir um estoque seguro, de acordo com a Hemoba.

Para ajudar a salvar vidas, a Rede Bahia entra na #correntesobpressão, campanha vinculada à série “Sob Pressão”, que retratou a temática da doação de sangue no último episódio, e promove diversas ações entre os dias 2 e 9 de setembro, incentivando os baianos a praticar este ato solidário.

Equipes do jornalismo e do entretenimento entram nesta corrente do bem para estimular voluntários a salvar vidas. Diversos pontos de coleta da Hemoba estarão mobilizados em todo o estado. A campanha, de caráter nacional, acontece junto à TV Globo e outros grupos afiliados, em diversas cidades do país.

REQUISITOS PARA SER UM DOADOR
Os principais requisitos para doar são: estar em boas condições de saúde, pesar acima de 50 kg e ter entre 16 e 69 anos (menores de 18 anos devem estar acompanhados por um responsável legal e maiores de 60 anos só poderão doar caso já tenham realizado uma doação antes dos 60 anos). Uma triagem é feita antes da doação para checar impedimentos temporários. Deve-se apresentar documento original com foto, emitido por órgão oficial.

Busque o endereço do hemocentro mais perto de você no site da instituição. Clique e saiba!

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A estratégia acontece nos locais previamente informados

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A Prefeitura de Ilhéus continua a aplicação da primeira dose contra a Covid-19 para o público com idade igual ou superior a 18 anos nesta 4ª feira (1º.setembro). A estratégia acontece nas unidades de saúde previamente informadas. Pessoas com 2ª dose marcada até 1º de setembro também podem comparecer aos postos, conforme horário específico, ou ao CMAE, das 8h às 12h e das 13h às 15h, para completar o esquema vacinal.

As 14 unidades de saúde ofertarão a segunda dose da vacina de Oxford/AstraZeneca. O CMAE, por sua vez, segue aplicando a segunda dose tanto da CoronaVac quanto da vacina de Oxford. A segunda dose não será antecipada. A pessoa deve comparecer na data indicada no cartão, obedecendo ao intervalo necessário entre as duas aplicações.

O avanço da vacinação para adolescentes de 17 anos está condicionado ao comparecimento do público-alvo aos pontos informados. As faixas etárias preconizadas precisam aderir à campanha, pois somente assim o Município alcançará a meta de imunização completa da população ilheense.

Documentação – Para tomar a primeira dose o público deve portar CPF, cartão do SUS, comprovante de residência e cartão de vacinação, caso possua. Já para receber a segunda dose é imprescindível a apresentação do CPF, cartão SUS e cartão de vacinação constando a primeira aplicação do imunizante.

LOCAIS
CMAE (antigo Colégio Fênix)
Endereço: Avenida Canavieiras, 275 – Cidade Nova
Horário: Das 8h às 12h e das 13h às 15h

Unidades de Saúde
Módulo Sul:
ESF Nossa Senhora da Vitória, das 13h às 15h30;
ESF do Ilhéus II, UBS do Hernani Sá e UBS de Olivença, das 8h às 11h30;
UBS do Nelson Costa, das 13h às 16h

Módulo Norte:
UBS Sarah Kubitscheck, das 13h às 16h30
UBS Avenida Esperança, das 8h às 11h30

Módulo Centro:
UBS Conquista, UBS Santa Dulce dos Pobres (Avenida Princesa Isabel) e ESF do Basílio, das 8h às 11h30;
CAE III (antigo Sesp), das 13h às 16h30

Módulo Oeste:
UBS Euler Ázaro e ESF do Salobrinho, das 8h às 11h30;
UBS do Banco da Vitória, das 13h às 16h30

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Com objetivo de ajudar a reduzir o número de pessoas na fila de espera por doação de um órgão, a Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplante (CIHDOTT) da Santa Casa de Misericórdia de Itabuna está promovendo mais uma edição do “Setembro Verde”. As ações para mobilização e incentivo a doação começaram na semana passada e prosseguem até o dia 30 de setembro, com eventos presenciais e pelas redes sociais da SCMI.

A campanha foi iniciada com bate-papo para a sensibilização dos funcionários do Hospital Calixto Midlej Filho, que conheceram um pouco mais sobre o fluxo institucional e os processos sobre a doação de órgãos. “A Santa Casa de Itabuna tem um importante papel no processo de doação de órgãos no interior da Bahia. Por isso, iniciamos a campanha deste ano com os funcionários da instituição”, relata a coordenadora da CIHDOTT, enfermeira Patrícia Betyar.

A enfermeira explica que a instituição promove, desde a semana passada, ações para orientar e acolher os acompanhantes de pacientes. “Porque são pessoas que podem se tornar multiplicadoras desse grande ato de amor ao próximo. Sabemos que, para muitos que esperam na fila, a doação de um órgão ou tecido é a única chance de recomeço. Quanto mais pessoas se declaram doador, mais vida são salvas. Por isso o nosso tema 2021 é Todos Pela Vida”, afirma.

Ainda como parte da campanha Setembro Verde, a SCMI participou, na semana passada, do VII Encontro de OPO e Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplante da Bahia. O evento foi realizado no auditório Central da Escola Pública Professor Jorge Novaes, em Salvador, na 5ª feira (26.agosto).

A programação para sensibilizar, incentivar a adesão ao ato nobre que, diariamente, ajuda a melhorar a qualidade de vida de centenas de pessoas, eliminar mitos e esclarecer a população sobre todo o processo de doação, segue com palestras, live pelo Instagram da SCMI, identidade visual (sinalização especial na rua Antônio Muniz) da campanha “Setembro Verde”, divulgação de ações nos meios de comunicação interna e nas redes sociais.

FILA DE ESPERA
De acordo com o Registro Geral da Central de Transplantes da Secretaria de Saúde da Bahia (Sesab), no início do ano havia cerca de 2 mil pessoas esperando na fila de doação de órgãos na Bahia. Do total, 1.049 aguardavam o transplante de rins. Outros 893 pacientes esperavam por córneas e 22 por fígado.

Um Levantamento da Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO) indica que o número de doadores de órgão caiu 26% no Brasil neste ano por causa da pandemia do novo coronavírus. Os procedimentos mais afetados foram os de pulmão (62%), rim (34%), coração 34% e fígado (28%).

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A antecipação da 3ª dose para esses grupos prioritários tem o objetivo de conter o avanço da variante Delta // Foto de Leonardo Rattes/Sesab

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Em reunião da CIB (Comissão Intergestores Bipartite), realizada nesta 6ª feira (27.agosto), foi aprovada a inclusão de jovens com idade de 12 a 17 anos sem comorbidade na vacinação contra Covid-19, de forma escalonada. Foi decidida ainda a antecipação da dose de reforço (3ª dose) para idosos de 80 anos ou mais; idosos que vivem em Instituições de Longa Permanência (ILPI); imunossuprimidos; e profissionais de saúde ativos da linha de frente, com idade acima de 60 anos.

De acordo com a decisão da CIB, as doses de reforço devem ser aplicadas com intervalo mínimo de seis meses em relação à última dose, no caso de idosos, pessoas institucionalizadas e profissionais de saúde. Já para pessoas imunossuprimidas, a 3ª dose deve ser aplicada com intervalo de 28 dias em relação à última dose. A imunização deverá ser feita, preferencialmente, com a vacina da Pfizer ou, de maneira alternativa, com Janssen ou AstraZeneca.

No escalonamento por idade, apenas os municípios que já alcançaram a vacinação de pessoas com 18 anos poderão avançar para a faixa etária de 17 a 12 anos sem comorbidades, de forma escalonada. Para este grupo, a vacinação deverá acontecer, obrigatoriamente, com o imunizante da Pfizer.

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O Lacen (Laboratório Central de Saúde Pública da Bahia) detectou nesta 5ª feira (26.agosto), por meio de sequenciamento genético, três amostras da variante indiana da Covid-19 (Delta) e uma sul-africana (Beta) no estado. O governador Rui Costa se reuniu com técnicos da Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) e propôs o início imediato da terceira dose em todos os municípios que já alcançaram a faixa etária de 18 anos.

De acordo com a secretária estadual da Saúde em exercício, Tereza Paim, “281 municípios se enquadram nesta característica, sendo que a imunização deverá ser feita, preferencialmente, com uma dose da Pfizer, ou de maneira alternativa, com a vacina de vetor viral da Janssen ou da AstraZeneca”, afirma. A dose de reforço está estimada para um público superior a 950 mil baianos e a ação será destinada a todos os indivíduos imunossuprimidos após 28 dias da segunda dose e para pessoas acima de 70 anos vacinadas há 6 meses.

Como medida de contenção, a Sesab fará ainda o rastreamento por meio de teste de antígeno e RT-PCR nas regiões onde foram detectadas as variantes. Todos os pacientes internados nas UTIs com Covid-19 terão amostras colhidas e sequenciadas para identificação do tipo da variante. “É preciso que os municípios acelerem a vacinação para impedir o avanço de novas cepas, bem como manter o distanciamento social, higienizar frequentemente as mãos e continuar usando máscara”, ressalta Tereza Paim.

A secretária explica ainda que apesar da detecção dessas variantes, a Gamma (antiga P.1, originária em Manaus) ainda é responsável por quase 80% das infecções no estado. “Dois tripulantes de um navio com bandeira estrangeira testaram positivo para a variante Delta e Beta, porém, neste caso, a embarcação estava em isolamento, impossibilitando contactantes. Já as duas outras amostras foram detectadas em pacientes residentes nos municípios de Feira de Santana e Vereda”, afirma Tereza Paim.

Reconhecido como a 3ª maior unidade de vigilância laboratorial do país e classificado na categoria máxima de qualidade pelo Ministério da Saúde, o Lacen-BA analisou amostras de mais de 150 municípios dos nove Núcleos Regionais de Saúde. Em onze meses, o Lacen-BA já realizou 520 exames de sequenciamento genético do vírus da Covid-19

A escolha das amostras para o sequenciamento foi baseada na representatividade de todas as regiões geográficas do estado da Bahia, casos suspeitos de reinfecção, amostras de indivíduos que evoluíram para óbito, contatos de indivíduos portadores de variantes de atenção (VOC) e indivíduos que viajaram para área de circulação das novas variantes com sintomas clínicos característicos.

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Com participação no V Seminário Agosto Dourada da Bahia, promovido pela Secretaria Estadual de Saúde, o Banco de Leite Humano do Hospital Manoel Novaes, da Santa Casa de Misericórdia de Itabuna, concluiu mais uma ação para reforçar a importância do aleitamento materno. Apresentou, no Webinário, as histórias de superação de duas profissionais de saúde que se tornaram mães durante a pandemia do novo coronavírus.

Os depoimentos da psicóloga Laline Paixão e da enfermeira Samilla Seara, funcionárias da SCMI, emocionaram os participantes do seminário. Em julho do ano passado, a enfermeira descobriu que estava grávida de gêmeos, foi afastada das atividades funcionais no segundo mês de gestação e teve dois bebês prematuros que ficaram internados na Unidade de Terapia Intensiva do Hospital Manoel Novaes.

Infelizmente, um dos bebês da enfermeira Samila Seara, a Cecília, não sobreviveu. “Mas os funcionários da UTI Neonatal me deram todo o apoio que eu precisava naquele momento difícil. Ajudaram na introdução do aleitamento materno, na pega correta e seguraram na minha mão. Eu sentia que recebia aquele tratamento não porque era funcionária da casa, mas que eles estavam ali comprometido com a missão de ajudar todas as mães em dificuldade”.

A enfermeira relata que, sem o suporte que recebeu na unidade, teria muita dificuldade de amamentar o pequeno. “Eles me ensinaram tudo que sei hoje em relação ao aleitamento materno. Como sou grata a equipe maravilhosa que cuidou dos meus filhos, da maneira mais linda que poderia ser. Depois que meu filho, Benjamin, saiu da UTI Neonatal fui muito bem orientada pelo Banco de Leite. Tenho certeza que as mães que buscarem a unidade terão todo o suporte”.

INFECTADA COM O NOVO CORONAVÍRUS
Assim como ocorreu com Samila Seara, a psicóloga Laline Paixão descobriu em 2020 que estava grávida e, com receio da contaminação, redobrou os cuidados para evitar ser infectada pela Covid-19, mas acabou contraindo o vírus mesmo sendo colocada em home office (trabalho de casa). Ela descobriu que estava infectada pelo vírus quando completou a 37ª de gestação.

Laline conta que, ao receber o diagnóstico positivo, levou um grande susto. “Naquele momento o meu chão caiu. Veio desespero, a insegurança, o medo de perder a minha pequena, pois já vinha de uma gestão de risco. Tivemos que antecipar o parto e Malu nasceu com 38 semanas. Mas o pessoal do Banco de Leite me orientou. Falou que amamentar, com os cuidados, usando máscara, seria essencial para o desenvolvimento da minha filha. Não precisei interromper a amamentação”, explica.

A psicóloga tomou a decisão correta. De acordo com a Sociedade Brasileira de Pediatria, não existe risco de transmissão do novo coronavírus durante o aleitamento materno e, por isso, não existe razão para interromper a amamentação. “Mas é necessário manter os cuidados, como lavagem das mãos com sabão ou álcool em gel antes e depois de tocar o bebê e fazer o uso de máscara”, alerta a enfermeira Bianca Balleiro, do Banco de Leite Humano da SCMI.

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A Secretaria da Saúde da Bahia seguirá, integralmente, a deliberação do Plano Nacional de Imunização (PNI) do Ministério da Saúde, na qual, a partir da segunda quinzena de setembro, serão distribuídas doses de reforço e reduzido o intervalo entre as doses da Pfizer e AstraZeneca. A ação será destinada a todos os indivíduos imunossuprimidos após 28 dias da segunda dose e para pessoas acima de 70 anos vacinadas há 6 meses.

A imunização deverá ser feita, preferencialmente, com uma dose da Pfizer, ou de maneira alternativa, com a vacina de vetor viral da Janssen ou da AstraZeneca. Também a partir do próximo mês, o intervalo entre as doses da Pfizer e AstraZeneca passará de 12 para 8 semanas para toda a população.

Estas mudanças não interferem na logística de distribuição do estado para os municípios. A dose de reforço está estimada para um público superior a 950 mil baianos.

Para além disso, o Governo da Bahia entrou na Justiça para requerer mais de 1 milhão de doses da vacina contra a Covid-19 que não foram entregues pelo Governo Federal, tendo como critério o percentual populacional. Esse déficit tem prejudicado o ritmo da vacinação no estado, com diversos municípios aplicando a primeira dose em faixas etárias acima de 25 anos. Outras unidades da federação a exemplo de São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul receberam, respectivamente, 2,1 milhões, 1,1 milhão e 1,1 milhão de doses a mais do que o percentual populacional.

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A presidente da Fasi (Fundação de Atenção à Saúde de Itabuna), Fernanda Ludgero recebeu hoje (25.agosto), a Secretária de Saúde de Almadina, Neuza Fonseca. Na oportunidade, foi discutida a importância do fortalecimento regional em saúde pública, com medidas que visam melhorar fluxos e agilidade nos atendimentos através das secretarias municipais de saúde.

Foi colocada em pauta, a relevância do Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães e seu perfil assistencial de atendimento para Itabuna e os munícipes da região sul do Estado. Fernanda destaca que essas visitas são de extrema importância, e que as discussões agregam saberes e contribuem para melhorar o atendimento aos pacientes que buscam a unidade referência em traumas e de urgência e emergência.

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