Dos 417 municípios que compõem o estado, o chefe do Executivo estadual já passou por mais de 370

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Após uma maratona de negociações na Índia e na Coreia do Sul, o governador Jerônimo Rodrigues (PT) voltou para a Bahia na última quarta-feira (25.fevereiro). A missão internacional, que integrou a comitiva do presidente Lula (PT), trouxe na bagagem acordos bilionários que prometem revolucionar a saúde e a tecnologia no estado.

Ontem (26.fevereiro), o petista cumpriu agenda de trabalho em Salvador e em Luís Eduardo Magalhães. Nesta sexta-feira (27.fevereiro), está visitando Camaçari e, no fim de semana, as viagens continuam. No sábado (28.janeiro), Jerônimo estará em Itapetinga, Itarantim e Macarani. Já no domingo (1º.março), ele vai passar por Feira de Santana.

Dos 417 municípios que compõem o estado, o chefe do Executivo estadual já passou por mais de 370. A quantidade ininterrupta de viagens, sem dúvidas, é a maior marca do governo de Jerônimo, mas será que todas essas ”voltinhas por aí” estão sendo convertidas em resultados?

 

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Com a quebra de sigilos autorizada, a PF vai vistoriar as contas bancárias do filho do presidente e saber se houve recebimentos de pagamentos e transferências

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A Polícia Federal listou pagamentos que seriam endereçados a Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho mais velho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e enviou ao STF (Supremo Tribunal Federal) no pedido de quebra de sigilo bancário. A solicitação foi atendida pelo ministro André Mendonça.

No relatório sob sigilo, a PF aponta supostos pagamentos de mesadas de Antônio Camilo Antunes, o Careca do INSS, a Lulinha, por meio de uma amiga dele. De acordo com a Polícia Federal, ele seria um sócio oculto.Os pagamentos de R$ 300 mil mensais seriam pagamentos para Lulinha facilitar o acesso de Antunes a locais específicos em Brasília.

Com a quebra de sigilos autorizada, a PF vai vistoriar as contas bancárias do filho do presidente e saber se houve recebimentos de pagamentos e transferências, de quem e para quem, além de fazer uma linha do tempo, com os períodos dos pagamentos.

O plenário Raymundo Lima se transformou em palco para decisões rasas, brigas por interesses pessoais e, claro, pela defesa dos candidatos que podem render benefícios para cada vereador

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Não é de hoje que a composição da Câmara Municipal de Itabuna deixa a desejar quando o assunto é a discussão comprometida e ética das pautas que afligem a população. Nos últimos meses, a verdadeira “baixaria” tomou conta das sessões com a maioria dos edis trocando acusações entre si enquanto os assuntos de interesse do eleitorado são deixados de lado.

Em ano eleitoral, a situação fica ainda pior. O plenário Raymundo Lima se transformou em palco para decisões rasas, brigas por interesses pessoais e, claro, pela defesa dos candidatos que podem render benefícios para cada vereador. Leia-se: Não há compromisso em abordar causas da comunidade ou dedicar-se à campanha de aliados que fazem a diferença em nome de Itabuna.

Nessa quarta-feira (25.fevereiro), mais uma vez, a sessão transformou-se em uma arena: os vereadores se desrespeitando com tamanha naturalidade. O presidente da Casa chegou a ser chamado de ditador quando tentou manter a ordem e pedir para que os ânimos se acalmassem.

O verdadeiro show de horrores foi interrompido quando o líder decidiu suspender a sessão, que, diga-se de passagem, não estava colocando em pauta nada de relevante. É lamentável o comportamento da maioria dos vereadores, mas a sensação é de que eles não estão preocupados com o julgamento da população, o que é ainda mais grave.

Em outubro, iremos às ruas para eleger um governador, dois senadores e uma porção de deputados federais e estaduais. O desejo é para que saibamos escolher representantes decentes, respeitosos e que não priorizem a promoção pessoal em vez da luta pelo coletivo.

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