Dra Katiana vai substituir o atual coordenador, Dr André Aragão

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A delegada Katiana Amorim Teixeira é a nova coordenadora da 7º Coordenadoria de Polícia do Interior, com sede em Ilhéus. A nomeação foi publicada na edição do Diário Oficial do Estado desta 6ª feira (4.março) e, com isso, o delegado André Aragão, atual coordenador, deixa o cargo.

Atualmente, Dra Katiana é a delegada titular da 2º Delegacia Territorial de Itabuna e substituta da delegacia de Arataca. Ela também é professora do curso de Direito da Uesc (Universidade Estadual de Santa Cruz) e possui muita experiência na área de investigação.

📷 Foto de Reprodução
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A ação de bandidos, na madrugada desta 6ª feira (4.março), causou a suspensão parcial dos serviços na Unidade de Radioterapia, que funciona no anexo do Hospital Manoel Novaes, no bairro de Fátima. Os marginais cortaram e levaram os fios que conectam um aparelho usado por dezenas de pessoas em tratamento contra o câncer. Por essa razão, o atendimento de parte dos pacientes está comprometido.

De acordo com o diretor administrativo da Santa Casa de Misericórdia de Itabuna, Wagner Alves, o prejuízo só não foi maior porque a segurança privada percebeu um movimento estranho, dirigiu-se ao local e impediu a invasão da subestação, evitando que todo o fornecimento de energia elétrica fosse interrompido na unidade. A Polícia Militar foi acionada, fez ronda em regiões próximas, mas não conseguiu encontrar os criminosos.

Wagner Alves alerta que, caso tivessem conseguido acessar a subestação da unidade, os criminosos, possivelmente, levariam uma descarga de mais de 13 mil volts e dificilmente resistiriam ao incidente. Por causa do alto risco, o local só deve ser acessado por pessoas autorizadas.

A ação rápida da segurança não conseguiu impedir o furto dos fios da rede que abastece a sala do aparelho acelerador Elekta. As equipes de manutenção da Santa Casa de Itabuna já estão trabalhando na reposição da fiação e configuração do equipamento. Por isso, o restabelecimento pleno do serviço deve ocorrer na próxima semana. Um boletim de ocorrência será registrado e o furto investigado pela Polícia Civil de Itabuna.

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O Prêmio por Desempenho Policial será pago pelo Governo do Estado a 12 mil policiais militares, civis e peritos que reduziram as mortes violentas, na Bahia, no segundo semestre de 2021. O valor total será de, aproximadamente, R$ 13,7 milhões.

Os servidores que atuam em unidades das polícias Militar, Civil e Técnica que diminuíram em, pelo menos, 3% o número de casos de homicídio, latrocínio e lesão dolosa seguida de morte receberão valores entre R$ 371 e R$ 1,8 mil.

“Tivemos quedas em outubro, novembro e dezembro de 2021 e, no primeiro bimestre deste ano, estamos com uma redução de 16,9% das mortes violentas. Os policiais são os responsáveis por esse grande feito. A sociedade precisa reconhecer a dedicação desses profissionais”, ressaltou o secretário da Segurança Pública, Ricardo Mandarino.

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Nesta sexta-feira (25.fevereiro), o diretor-geral da Polícia Federal, Paulo Maiurino, foi exonerado depois de menos de um ano ocupando o cargo. A exoneração foi publicada no Diário Oficial da União, assim como o nome do delegado Márcio Nunes de Oliveira para ocupar a função.

A partir de agora, Paulo Maiurino passa a comandar a Secretaria Nacional de Políticas Sobre Drogas. Já o novo diretor, Márcio Nunes, atuava como secretário-executivo do Ministério da Justiça.

Desde o início do governo de Jair Bolsonaro (PL), o cargo de diretor-geral da PF parece estar sendo rifado. O primeiro conflito ocorreu em abril de 2020 quando Maurício Valeixo, muito ligado ao então ministro da Justiça, Sérgio Moro, foi deposto. Desde então, ocuparam a função Alexandre Ramagem e Rolando Alexandre de Souza.

Chefe da quadrilha e outras cinco pessoas foram presas; outros quatro integrantes do grupo são considerados foragidos

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Na manhã de hoje, a Polícia Civil deflagrou a Operação Thêmis no município de Iguaí, no sudoeste baiano, com o objetivo de cumprir dez mandados de prisão preventiva e dez mandados de busca e apreensão. Segundo a polícia, as investigações apontaram que os nove suspeitos eram chefiados por uma traficante que criou e instituiu o “tribunal do crime” para torturar inimigos e usuários de drogas, além de ordenar mortes e torturar pessoas.

Ainda de acordo com a polícia, uma dessas sessões de tortura foi filmada pelo grupo criminoso e divulgada amplamente nas redes sociais. As imagens chocantes mostram a vítima amarrada e levando uma surra com fios elétricos em uma localidade conhecida como “caixa d’água”, no Bairro Novo.

A polícia informou, também, que a quadrilha é envolvida diretamente no tráfico de drogas, roubos, porte de arma de fogo e há indícios que tenham ordenado um homicídio, além de envolvimento na explosão de uma agência bancária da cidade ocorrida em dezembro do ano passado.

Entre os presos durante a operação, estão a chefe da quadrilha e outras cinco pessoas, mas os outros quatro integrantes não foram localizados e são considerados foragidos da justiça. Armas, munições, drogas, balanças de precisão, embalagens para acondicionar drogas, aparelhos celulares, rádios comunicadores e uma motocicleta foram apreendidos pela polícia.

Cerca de 40 policiais de Itapetinga, Jequié e Vitória da Conquista participaram da operação e o nome Themis faz referência à deusa da justiça na mitologia grega.

Carga foi avaliada em, aproximadamente, R$ 600 mil reais

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Na manhã de hoje (21.fevereiro), policiais rodoviários federais apreenderam uma carga milionária na BR-242, em Barreiras, região oeste do estado. A apreensão aconteceu quando a equipe parou um ônibus interestadual que saiu de São Paulo com destino ao estado do Piauí.

Entre as bagagens que estavam no ônibus, a PRF encontrou celulares, notebook, drones, tênis de marca e outros equipamentos de informática, totalizando 1.673 itens. Segundo a polícia, a carga não tinha documentação e está avaliada em, mais ou menos, R$ 600 mil reais.

Questionado, o motorista do ônibus disse que as caixas foram embarcadas no estado de São Paulo e relatou desconhecer o conteúdo das mercadorias despachadas. Diante dos fatos de crime evidente de descaminho, a ocorrência foi encaminhada para a Delegacia de Polícia Civil de Barreiras para continuidade da investigação e identificação do remetente e destinatário dos equipamentos.

A droga estava sendo transportada no compartimento de carga de uma caminhonete

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Neste sábado (19.fevereiro), em Feira de Santana, foram retirados de circulação um total de 567 kg de cocaína, sendo 517 kg sob a forma de pasta base e outros 50 kg de cloridrato de cocaína, a forma mais pura encontrada da droga. A droga foi encontrada em uma caminhonete L200 Triton, no Km 429, na BR-116.

Durante a fiscalização o condutor apresentou respostas vagas aos questionamentos feitos pelos policiais, o que elevou o nível de suspeição e fez com que uma busca veicular fosse realizada. Questionado, o condutor informou que pegou a droga na cidade de Ji-Paraná (RO) e que ganharia a quantia de 15 mil reais para deixá-la na rodoviária de Feira de Santana.

A ocorrência foi encaminhada para a Delegacia de Polícia Civil de Feira de Santana para a formalização dos procedimentos cabíveis. O motorista responderá pelo crime de tráfico de drogas com pena prevista de 5 a 15 anos de prisão.

PF afirma que houve desvio de verbas em contratos emergenciais e ordinários entre a universidade e uma empresa terceirizada

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Nesta 5ª feira (17.fevereiro), a Polícia Federal deflagrou a Operação Quadro Negro, em Niterói, no Rio de Janeiro, para investigar o desvio de verbas na Universidade Federal Fluminense (UFF). Quatro mandados de busca e apreensão foram cumpridos em Niterói e na cidade do Rio.

De acordo com a PF, a investigação começou em 2015 e identificou o desvio de verbas na ordem de R$ 3,7 milhões, feitas em contratos emergenciais e ordinários entre a universidade e uma empresa de terceirização de mão de obra durante os anos de 2011 e 2015. Os policiais, agora, buscam identificar se os desvios continuaram após esse período.

Ainda segundo a investigação, a cada pagamento realizado, eram feitos pagamentos adicionais a uma empresa de consultoria de propriedade de um professor da UFF, que utilizava um contrato de prestação de serviço fictício para justificar os recebimentos. As investigações apontam, ainda, que parte dos pagamentos que a empresa de consultoria recebia era repassada a um outro servidor da universidade, que seria o beneficiário final do desvio e essa pessoa era responsável pela abertura das licitações ou contratações emergenciais, pela seleção das empresas e também pela execução do contrato administrativo e fiscalização.

Os crimes investigados são de licitação fraudulenta, peculato, organização criminosa e lavagem de dinheiro.

Condutor do caminhão havia acabado de vender 4 galões de gasolina; vendedor e comprador foram conduzidos à delegacia

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A Polícia Rodoviária Federal realizava fiscalizações na BR-110, trecho de Ribeira do Pombal, quando deu ordem de parada ao condutor de um caminhão de combustíveis. O homem não obedeceu à ordem e os agentes rodoviários federais decidiram abordar, então, o dono de uma borracharia, de onde o veículo havia acabado de sair.

Sobre a atitude suspeita do condutor do caminhão, o dono da borracharia informou que havia acabado de comprar 4 galões com 20 litros de gasolina cada na mão do condutor. Nesse momento, os agentes se deslocaram para tentar alcançar o caminhão e, instantes depois, os policiais encontraram o veículo e abordaram o suspeito.

À PRF, o homem de 62 anos confessou que vendeu os galões pelo preço de R$ 80,00 cada, faturando o total de R$ 320,00. Durante a revista no caminhão, os policiais ainda encontraram dois lacres de segurança rompidos, ou seja, comprovando que a origem do combustível era ilícita.

Segundo a polícia, durante a condução do homem de 62 anos até a delegacia, ele tentou fugir, mas não conseguiu. Tanto o vendedor como o comprador foram levados para a Polícia Judiciária de Ribeira do Pombal e devem responder pelos crimes de furto e receptação de carga.

Investigações da PF apontam que idosa integrante do grupo criminoso utilizou 31 documentos falsos para receber 31 benefícios de prestação continuada

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Nesta 4ª feira (16.fevereiro), a PF (Polícia Federal) deflagrou a Operação Errantes para combater fraudes contra a Previdência Social nas cidades de Filadélfia, no norte da Bahia, e Petrolina e Tabira, em Pernambuco. Mais de 150 policiais cumpriram 24 mandados de prisão preventiva e 32 mandados de busca contra uma quadrilha responsável pelas fraudes na obtenção do Benefício de Prestação Continuada (BPC).

A polícia diz que a fraude era feita a partir da criação de pessoas fictícias para a obtenção indevida do BPC, que é o benefício no valor de um salário mínimo, pago pelo INSS a pessoas com mais de 65 anos ou portadoras de deficiência. Ao longo das investigações, foram constatados 420 benefícios que geraram um prejuízo de cerca de R$ 60 milhões, em valores já sacados, ao INSS (Instituto Nacional de Seguridade Social).

A Polícia Federal diz que o dinheiro obtido nas fraudes foi “lavado” de diversas formas, como agiotagem, movimentação em contas bancárias de terceiros, aquisição de bens em nome de “laranjas” e uso em atividades econômicas, como agronegócio, aluguel, venda e permuta de bens móveis e imóveis. Com a operação de hoje, levando em conta os valores que continuariam sendo pagos aos beneficiários, a Polícia Federal diz que o prejuízo evitado para os cofres públicos é de, aproximadamente, R$ 100 milhões.

Segundo a PF, a quadrilha tinha variados modos de agir para fraudar o INSS. Entre eles, com o aliciamento de idosos, se passando por pessoas que poderiam ajudá-los a ter direito aos benefícios, além do fornecimento de documentos falsos para esses idosos e da instrução de processos administrativos de concessão de benefícios com documentos falsificados e a orientação para que idosos comparecessem nos bancos para efetuar os saques.

Durantes as investigações, foi constatado que uma idosa, integrante da organização criminosa, utilizou 31 documentos falsos de identidade para receber 31 Benefícios de Prestação Continuada. Os envolvidos estão sendo investigados por suposta prática dos crimes de estelionato majorado, uso de documento falso, falsidade ideológica, “agiotagem” e lavagem de capitais. Se forem condenados, as penas podem chegar a 28 anos de prisão.

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