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Na manhã de hoje (5.outubro) a PF (Polícia Federal) deflagou a Operação Boqueirão da Onça referente a investigação de crime de dano à unidade de conservação, crime de extração ilegal de recursos minerais e crime de usurpação de bens da União na região do Parque Nacional Boqueirão da Onça (unidade de conservação federal), localizada na zona rural de Sento Sé, Bahia, na região de Juazeiro.

Equipes de policiais federais estão em Sento Sé cumprindo três mandados de busca e apreensão autorizados pela Justiça Federal de Juazeiro/BA. Os crimes investigados possuem penas que podem chegar a 11 (onze) anos de prisão em caso de condenação.

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Operação é desdobramento de ação realizada em junho deste ano

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Nesta 5ª feira (23.setembro), a PF (Polícia Federal) deflagrou uma ação conjunta com a Coordenação Geral de Inteligência Previdenciária e Trabalhista do Ministério do Trabalho e da Previdência para cumprir dois mandados de busca e apreensão nas cidades de Camaçari e Dias D’ávila com o objetivo de combater fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

De acordo com informações cedidas pela PF, a ação é continuidade das investigações que levaram às prisões, em junho deste ano, de duas pessoas no interior de uma agência bancária na capital do estado. Naquela ocasião, os policiais impediram o saque de cerca de R$ 30.000,00 referente a um benefício do INSS fraudulento.

Ainda segundo a PF, as investigações demonstram que os fraudadores criam segurados fictícios, mediante documentação falsa e arregimentação de idosos para funcionarem como dublês a fim de obter vantagens indevidas junto ao INSS/Bancos.

Os envolvidos poderão responder por diversos crimes, dentre eles integrar associação criminosa, estelionato previdenciário, falsificação de documento público e uso de documento falso. Juntas, as penas pelos crimes podem chegar a mais de 25 anos de prisão.

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Os funcionários do Terminal de Contêineres do Porto de Salvador acionaram a Polícia Federal após identificarem movimentação estranha de três homens trajando uniformes de empresas que prestam serviços no porto. Não havia motivo que justificasse a presença
deles no local. A ação foi na noite de sábado (18.setembro), por volta das 21h30min,

Os suspeitos foram flagrados portando mochilas e fazendo repetidos deslocamentos entre o ponto onde estavam estacionados seus veículos e um contêiner que seria enviado para a Europa, numa atitude visivelmente suspeita.

Ao serem abordados pela Polícia Federal, constatou-se que eles seriam funcionários de empresas que prestam serviços no Porto de Salvador e, na posse deles, foram encontrados 165 kg (cento e sessenta e cinco quilos) de cocaína, parte já dentro de um contêiner que seria remetido para a Europa e uma outra parte dentro dos veículos dos funcionários.

Meta é desarticular organizações criminosas em seis estados

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A Polícia Federal (PF) deflagrou hoje 5ª feira (22.julho) a Operação Animus Fraudandi para dar continuidade ao combate às fraudes aos benefícios emergenciais pagos a pessoas que passam por dificuldades financeiras em decorrência da pandemia.

Segundo a PF, a ação visa identificar fraudes de forma a desarticular e responsabilizar integrantes de organizações criminosas, bem como recuperar os valores desviados. Ao todo, 114 operações policiais foram deflagradas visando o combate a fraudes com benefícios emergenciais, cumprindo, ao todo, mais de 443 mandados de busca e de 50 mandados de prisão.

Nas ações de hoje, cerca de 120 policiais federais cumprem 29 mandados de busca e apreensão na Bahia, Ceará, Maranhão, Mato Grosso, Pará e Santa Catarina. Ainda segundo os investigadores, quatro mandados de sequestro de bens estão sendo cumpridos, e aproximadamente R$ 60 mil foram bloqueados por determinação judicial.

“A operação foi batizada Animus Fraudandi, expressão latina que significa intenção de fraudar, que remete ao caráter fraudulento e intencional dos desvios de valores identificados no curso das investigações”, informou a PF.

As ações decorrem da Estratégia Integrada de Atuação contra as Fraudes ao Auxílio Emergencial, que conta com a participação do Ministério Público Federal, Ministério da Cidadania, Caixa, Receita Federal, Controladoria-Geral da União e Tribunal de Contas da União.

O crime investigado tem pena de até 8 anos de reclusão, previsto no artigo 36 da Lei nº 6.538/78, que dispõe sobre os serviços postais

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Na manhã de hoje (14.maio), a Polícia Federal cumpriu mandado de busca e apreensão, expedido pela Justiça Federal, em Agência dos Correios Franqueada, em Salvador.

A ação realizada no bojo da Operação Estampilha visa a arrecadação e apreensão de documentos, contratos e elementos de prova que tenham relação com a utilização e comercialização de selos falsificados.

A investigação tem como objeto desarticular organização criminosa que comercializa e utiliza selos falsos em correspondências inseridas ilicitamente no fluxo postal dos Correios. A utilização dos selos falsificados vem causando vultosos prejuízos à Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos, empresa pública federal.

Durante as investigações foram retidos e apreendidos, em ações conjuntas com os Correios, mais de 5.000 (cinco mil) objetos postais com selos falsificados.

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Operação é feita na cidade de Umuarama, no Paraná

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Agência Brasil

A Polícia Federal (PF) deflagrou hoje (6.abril) a Operação Checker, que visa desmantelar uma organização criminosa que fraudava o auxílio emergencial. Policiais federais estão cumprindo dois mandados de prisão preventiva e dois mandados de busca e apreensão no município paranaense de Umuarama.

De acordo com a PF, os suspeitos teriam usado programas de computador que, por meio de algoritmos, geram números do Cadastro de Pessoa Física (CPF) e softwares chamados checkers, que indicavam titulares aptos a receber o auxílio emergencial.

“Os saques eram realizados diretamente no caixa eletrônico, na agência bancária, ou então, quando em valores maiores, por meio de transferência através do sistema Pix”, informa a PF.

Levantamentos iniciais apontam que o prejuízo estimado, tanto a cofres públicos como às vítimas donas de CPFs usados, esteja na faixa de R$ 1 milhão – valor que não considera outros potenciais envolvidos que só poderão ser contabilizados após a análise dos materiais apreendidos.

“Com a atuação dos investigados, além do enorme prejuízo ao erário, centenas de pessoas foram privadas do recebimento do benefício, justamente no momento mais agudo da pandemia”, informou a Polícia Federal.

A PF acrescentou que o líder do esquema já foi investigado por crimes similares, coordenando golpes anteriores na região de Umuarama. Entre os crimes praticados por ele está o de falsificação de documentos usados para saques fraudulentos do auxílio emergencial, com a utilização de softwares desenvolvidos por hackers.

A Polícia Federal prosseguirá com as investigações para identificar os responsáveis pelo envio da droga

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Na manhã de hoje, quarta-feira (3.mar), por volta das 11h15, a Polícia Federal, juntamente com equipes da Polícia Civil de Pernambuco (DENARC) e da Polícia Militar da Bahia, apreenderam cerca de 12kg do narcótico “metadona”, em 3 endereços diferentes nos bairros João de Deus e Antonio Casemiro, no município de Petrolina/PE.

A droga, muito parecida com a morfina, teria sido postada pelos Correios por uma pessoa ainda desconhecida, em um município do interior do Estado de São Paulo, sendo apreendida pelos policiais, logo após a sua entrega.

Ao final da ação policial, cinco pessoas foram presas e conduzidas à Delegacia da Polícia Federal, em Juazeiro, para lavratura do flagrante por tráfico de drogas, dentre estes, três homens e duas mulheres, responsáveis pelo recebimento da encomenda ilícita.

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