O índice pluviométrico superou a média esperada para o mês de abril

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A Defesa Civil de Ilhéus registrou níveis de acumulados de chuvas de 220.79 mm em 72h. Conforme o órgão, somente na última sexta (21.abril) choveu 186.68 mm, o que representa acumulado de aproximadamente 20 dias de precipitações. O índice pluviométrico superou a média esperada para o mês de abril.

O Município montou pontos de abrigo na Escola Pequeno Davi e no Anexo da Nova Jerusalém. Até o momento, a Defesa Civil atendeu 226 ocorrências. Os chamados são referentes a solicitações para remoção de árvores caídas, alagamentos, deslizamentos de terra, desabamento de contenção, obstrução de vias e colocação de lonas. Apesar dos danos materiais, não houve vítimas.

De acordo com o último boletim informativo, as chuvas já deixaram 467 pessoas afetadas, 296 desalojadas e 13 desabrigadas. A Secretaria de Infraestrutura e Defesa Civil realiza o diagnóstico da situação e elaborou um plano preventivo de contenção, com base em dados disponibilizados pela Uesc (Universidade Estadual de Santa Cruz).

O plano inclui o mapeamento das regiões de risco, sendo responsável por direcionar as ações; identificar áreas prioritárias para intervenções e monitorar os pontos críticos com riscos elevados.

SOLICITE AJUDA
Em caso de emergência, a população pode acionar a Defesa Civil, através do número: (73) 97400-7521 ou ligar para o Corpo de Bombeiros Militar pela Central 193.

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Em caso de emergência, a população deve entrar em contato através do número: (73) 97400-3521

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A Defesa Civil de Ilhéus emitiu alerta de chuvas na cidade. Conforme comunicado emitido pelo Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), o acumulado de precipitações pode atingir 84 milímetros até a próxima 3ª feira (28.fevereiro).

A Prefeitura orienta os moradores que se mantenham atentos, em suas residências, observando indícios como desagregação de solos em encostas, sinais sonoros, fissuras e rachaduras em imóveis.

Em caso de emergência, a população deve entrar em contato através do número: (73) 97400-3521 – Defesa Civil.

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Prefeito acompanhado da equipe do Corpo de Bombeiros; Em apenas 12 horas, choveu cerca de 120mm na cidade

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O prefeito de Jacobina, Tiago Dias (PCdoB), decretou situação de emergência por causa das fortes chuvas que caíram sobre o município provocando inúmeros estragos. A medida publicada no Diário Oficial estipula validade de quatro meses para o decreto.

De acordo com informações repassadas pela prefeitura, as chuvas provocaram deslizamentos de encostas, obstrução de vias e desabamentos de residências. O temporal provocou, também, alagamentos em alguns bairros e elevação do nível dos rios Ouro e Itapicuru.

A Defesa Civil disse que, em apenas 12 horas, foram registrados 120 milímetros de precipitação. O decreto considera, no entanto, previsão de novas chuvas na cidade e, assim, realização de ações para assistir os moradores afetados.

Além das fortes chuvas, há possibilidade de ventos fortes que podem atingir entre 60 e 100km/h

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A diretoria da Defesa Civil de Itabuna emitiu um boletim meteorológico baseado nos dados do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) que diz que existe um alerta de chuvas intensas para o município nesta semana. Os índices pluviométricos podem variar entre 30 e 60 milímetros ou 50 e 100 milímetros por dia.

Além das fortes chuvas, existe a previsão de ventos intensos que podem atingir a velocidade entre 60 e 100km/h e pode haver corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e descargas elétricas.

📷 Foto de Pauta Blog/Dezembro 2022

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O acumulado de precipitações pode atingir 91 milímetros até o dia 15 de dezembro

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A Defesa Civil emitiu nesta 2ª feira (5) novo alerta de chuva para os próximas 10 dias em Ilhéus. A nota indica temporais menos intensos, comparados ao último período, contudo o solo continua encharcado por conta do alto volume de chuvas registrados no município.

Conforme o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais, o acumulado de precipitações pode atingir 91 milímetros até o dia 15 de dezembro.

Os moradores precisam ficar atentos, em suas residências, observando indícios como desagregação de solos em encostas, sinais sonoros, fissuras e rachaduras em imóveis.

Em caso de emergência, a população deve entrar em contato através dos números abaixo.

TELEFONES ÚTEIS
Defesa Civil: (73) 97400-7521
Atendimento para água e alimento: (73) 3234-5857
Assistência Social: (73) 3234-5857
Secretaria de Saúde: (73) 99192-8999

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Os dados são do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden)

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Ilhéus segue em estado de alerta devido às fortes chuvas. Conforme comunicado emitido pela Defesa Civil do município, o acumulado de precipitações pode atingir 95 milímetros até a próxima 6ª feira (2.dezembro). Entre os dias 16 e 25 de novembro, o acumulado chegou a 36 milímetros. Os dados são do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais.

A orientação aos moradores são para que se mantenham atentos, em suas residências, observando indícios como desagregação de solos em encostas, sinais sonoros, fissuras e rachaduras em imóveis. Em caso de emergência, a população deve entrar em contato através do número: (73) 98178-2255 – Defesa Civil.

Augusto Castro em reunião no final da tarde desta 6ª feira com o Corpo de Bombeiros

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Diante da intensidade das chuvas dos últimos dias em Itabuna, o prefeito Augusto Castro (PSD) decretou Situação de Emergências nas áreas do Município afetadas por enxurradas com base na Instrução Normativa nº 02/2016. Desde o dia 15, os valores pluviométricos em menos de 24 horas registrados foram de 42 milímetros passando de 95 mm em dois dias, com acumulado de lâmina d’água de 158 mm  dentro dos limites da área urbana.

O Decreto nº 15.189, destaca que a ocorrência das chuvas causou a destruição de pavimentos, calçamentos, quedas de muros, telhados e de árvores, entupimento de canais de drenagem, alagamento de ruas, escolas e postos de saúde, rompimento de redes de esgoto, deslizamento de encostas, destruição de casas, com diversas famílias desalojadas. Além disso, o nível de água elevado nos canais de drenagem provocou a perda de móveis, eletrodomésticos e utensílios domésticos às famílias atingidas.

Cita Parecer da Coordenadoria Municipal de Proteção e Defesa Civil favorável à declaração de “Situação de Emergência” nas áreas do município, contidas no Formulário de Informações do Desastre – FIDE, em virtude do desastre classificado e codificado como Enxurradas – 1.2.2.0.0, conforme IN/MI Nº02/2016.

Pelo Decreto autoriza-se a mobilização de todos os órgãos municipais para atuarem sob a direção da Coordenadoria Municipal de Proteção e Defesa Civil, nas ações de resposta ao desastre e reabilitação do cenário e reconstrução/desobstrução; a convocação de voluntários para reforçar as ações de resposta ao desastre e realização de campanhas de arrecadação de recursos junto à comunidade, com o objetivo de facilitar as ações de assistência à população afetada pela enxurrada.

“De acordo com o estabelecido nos incisos XI e XXV do art. 5º da Constituição Federal, ficam autorizados às autoridades administrativas e os agentes de defesa civil, diretamente responsáveis pelas ações de resposta aos desastres, em caso de risco iminente, a: adentrar nas casas, para prestar socorro ou para determinar a pronta evacuação”, diz o documento.

Também autoriza a utilização de propriedades particulares, no caso de iminente perigo público, assegurada ao proprietário indenização ulterior, se houver dano. Será responsabilizado o agente da defesa civil ou autoridade administrativa que se omitir de suas obrigações, relacionadas com a segurança global da população.

“Sem prejuízo das restrições da Lei de Responsabilidade Fiscal (LC 101/2000), ficam dispensados de licitação os contratos de aquisição de bens necessários às atividades de resposta ao desastre, de prestação de serviços e de obras relacionadas com a reabilitação dos cenários dos desastres, desde que possam ser concluídas no prazo máximo de 180 dias consecutivos e ininterruptos, contados a partir da caracterização do desastre, vedada a prorrogação dos contratos.

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Dois meses após tragédia no sul da Bahia, várias famílias ainda vivem em áreas condenadas e sem apoio do poder público // 📷 Fotos de Jaque Cerqueira

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É com profunda tristeza que o senhor Genilton Inácio de Souza, lembra o dia em que um barranco desmoronou e invadiu a casa onde ele mora com a esposa, a filha e uma neta. O barro invadiu a cozinha, banheiro e um quarto. Sua mulher, Solange, que no momento da chuva estava nos fundos do terreno, fazendo uma valeta para que a água escoasse, ficou soterrada pelo barro, foi milagrosamente resgatada por vizinhos e precisou ser hospitalizada com vários ferimentos graves , hoje já está recuperada, mas permanecem as sequelas emocionais.

A história do senhor Genilton que mora no Basílio em Ilhéus, é apenas uma dentre várias de sofrimento e abandono. As chuvas de dezembro, só colocaram em evidência o antigo problema das encostas, na cidade que é um dos principais destinos turísticos da Bahia e do Brasil, consagrada pelas obras do escritor Jorge Amado. A Defesa Civil chegou mapear 48 áreas de risco onde vivem, cerca de 5 mil famílias. Em dezembro, a Prefeitura Municipal de Ilhéus, decretou estado de calamidade pública por causa dos temporais.

Genilton Inácio olha o barranco nos fundos da casa ontem sua esposa foi soterrada em dezembro do ano passado.

Na Avenida Palmares localizada no Alto do Basílio, aproximadamente sessenta famílias foram atingidas direta ou indiretamente pelo deslizamento das encostas. Bairros como Teotônio Vilela, Banco da Vitória, Alto da Soledade, Alto da Tapera e outros tantos ainda sofrem com as consequências da chuva e também com o descaso do poder público.

Nesta localidade ainda entrevistamos a dona Maria Lúcia que teve a casa invadida pelo barranco e perdeu quase todos os móveis, com a voz embargada e olhos marejados, lamenta a situação que vive. Ela saiu da casa onde morava com a família e hoje precisa pagar aluguel para viver em um local seguro, para isso ela diz não receber nenhuma tipo de auxílio do poder municipal. “Além de pagar aluguel, água e luz da casa onde estou morando, tenho que pagar água e luz da minha casa que está fechada para não cortarem o funcionamento e acumular as dívidas”, conta Maria Lúcia.

Dona Lúcia na frente da casa que está fechada. Ao lado a imagem da cozinha completamente destruída pelo barranco

Com o esposo desempregado, ela precisa se desdobrar para arcar com as despesas e ainda enfrenta a dificuldade de ter perdido vários móveis e eletrodomésticos. Funcionários da Defesa Civil fizeram cadastros e preencheram formulários, mas até o momento nenhuma política pública foi efetivada no local, nem assistencial como auxílio-aluguel, nem qualquer avaliação técnica do terreno para obras de macro-contenção da perigossíma encosta que está no fundo das 60 residências.

ALTO DO BASÍLIO EM ILHÉUS, MORADORES VIVEM COM MEDO CONSTANTE

Em fevereiro, o prefeito da cidade Mário Alexandre anunciou o pagamento de aluguel social para famílias que vivem em áreas condenadas, entretanto, o moradores do Basílio questionam essa informação e relatam não ter recebido esse auxílio. “Não tivemos apoio em nada, não recebemos cesta básica, nem e agora fomos informados que se tirarmos o barro de dentro de casa e colocarmos na rua seremos multados pela prefeitura”, lamenta Genilton Souza, que se sente desolado, se deixar o barro dentro da casa não poderá ali morar pois a situação é insalubre e caótica e se retirar o barro é multado, a pobreza é duplamente penalizada.

Alto do Basílio em Ilhéus, moradores vivem com medo constante

60 dias depois da enchente, vemos nas ruas de Ilhéus, amontoados de lama, como na Avenida Princesa Isabel, importante ligação do centro com a rodoviária, moradores tiraram o barro de dentro de suas residências, com suas próprias mãos, e passados 2 meses nenhuma limpeza foi efetuada, causando transtorno no trânsito.

📷 Fotos de Jaque Cerqueira

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Chuvas podem atingir volume de até 94mm até o próximo sábado

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O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta laranja para fortes chuvas na cidade de Ilhéus nesta 5ª feira (3.março). Além disso, a Defesa Civil da cidade está monitorando as áreas consideradas de risco e pede que a população fique atenta aos sinais de deslizamentos de terras. Em caso de emergência, é possível acionar o órgão pelos telefones 73 98836-2753 e 73 99907-2418.

De acordo com as informações do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (CEMADEN), a previsão é que, até o próximo sábado (5.março), chova cerca de 94mm na cidade.

📷 Foto de Reproducação/Redes Sociais
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A Turquia vai doar fogões e geladeiras para famílias das cidades baianas de Ubaíra, Barra do Rocha e Itacaré, atingidas pelas fortes chuvas que caíram no estado entre o final de 2021 e início de 2022. O apoio financeiro foi acordado em reunião, ocorrida em Brasília, entre o embaixador do país do Oriente Médio, Murat Yavuz Ateş, e o coordenador da Frente Parlamentar Brasil-Turquia, o deputado baiano Félix Mendonça Júnior (PDT).

No total, serão doados 150 fogões e 60 geladeiras a famílias selecionadas com a ajuda do cadastro social das prefeituras e visitas às residências. Aquelas que tiveram perdas materiais por conta das chuvas e continuam sem esses eletrodomésticos é que poderão ser contempladas. “Ficamos felizes pelo fato da Turquia, um país irmão do Brasil, ter aceitado o nosso pedido e confirmado a doação, que será muito importante para baianos que sofreram prejuízos por conta da calamidade”, disse Félix.

O deputado destacou que a iniciativa vai se somar a outras adotadas por governos, organizações sociais, indivíduos e setor privado. “Vamos continuar trabalhando para viabilizar outras doações e também na destinação de recursos federais para a Bahia”, assegurou.

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