Empresário teria simulado injeção de US$ 1 bi na OGX // Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

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O empresário Eike Batista foi condenado pela 3ª Vara Criminal Federal do Rio de Janeiro a uma pena de 11 anos e 8 meses de prisão por crimes contra o mercado de capitais. A juíza Rosália Monteiro Figueira condenou-o ainda a pagar uma multa de R$ 871 milhões pelos crimes de insider trading (uso de informação privilegiada) e de manipulação de mercado.

Eike foi denunciado em 2014 sob a acusação de ter lucrado com a venda de ações de sua empresa OGX, através da ocultação, ao mercado, de informações negativas sobre a companhia.

De acordo com o Ministério Público Federal, o empresário teria simulado a injeção de até US$ 1 bilhão na OGX para atrair investidores, incorrendo no crime de manipulação de mercado.

INJEÇÃO DE DINHEIRO
A injeção do dinheiro foi anunciada pela empresa, mas, segundo o MPF, o empresário sabia da inviabilidade financeira de ativos importantes da empresa e não tinha real interesse em fazer o aporte.

O MPF também acusou Eike de usar informações privilegiadas para lucrar com a venda de ações em 2013. Segundo o MPF, o empresário teria vendido as ações da OGX em um momento em que ele possuía informações que ainda não tinham sido divulgadas para o mercado.

No processo, a defesa de Eike Batista negou que o empresário tenha feito uso de informações privilegiadas ou que tenha tentado manipular o mercado.

A ideia é sensibilizar motoristas e pedestres a respeito do seu papel, das suas obrigações e dos cuidados necessários para proteger a vida.

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A PRF iniciou nesta sexta-feira (12), às 0h a Operação Carnaval 2021, que seguirá até a meia-noite da quarta-feira de cinzas (17) nas rodovias federais do país. A atividade tem como objetivo conscientizar os motoristas para que dirijam com atenção e não cometam infrações e, consequentemente, diminuir o número de acidentes graves, feridos e mortos durante o período carnavalesco.

Mesmo com a pandemia, a PRF tem a expectativa de aumento no fluxo rodoviário em comparação aos dias comuns. Entre as ações da operação, estão a realização de blitz, principalmente, nos pontos com maiores índices de acidentese nos horários de maior fluxo de veículos, e ações de educação dos condutores.

Para os motoristas que vão pegar a estrada, a PRF orienta fazer uma revisão preventiva no veículo, com checagem dos pneus, dos sistemas de iluminação e suspensão, assim como dos equipamentos obrigatórios.

Além disso, a polícia lembra que também é necessário respeitar os limites de velocidade e a sinalização das rodovias, evitar a ingestão de bebidas alcoólicas e manter distância de segurança em relação aos demais veículos.

De acordo com a PRF, este ano, a operação contará também com uma campanha voltada para discutir a “responsabilização dos causadores dos acidentes como forma de reduzir a violência no trânsito e os custos sociais decorrentes.”

Em abril de 2022, etapa será em Petrópolis, cidade natal do ciclista de Henrique Avancini // Foto de Michele Mondini

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A União Ciclística Internacional (UCI) confirmou que o Brasil receberá em 2022 uma etapa da Copa do Mundo de Ciclismo Mountain Bike (MTB). O evento ocorrerá entre os dias 8 e 10 de abril em Petrópolis (RJ). A organização será da CIMTB Michelin, em parceria com a Confederação Brasileira de Ciclismo (CBC).

Além de todas entidades esportivas envolvidas, Henrique Avancini foi fundamental para a concretização do sonho de trazer a elite do esporte para o Brasil. Avancini, em 2020, ganhou pela primeira vez uma prova de Cross Country Olímpico na Copa do Mundo de Mountain Bike e é o líder do ranking mundial da UCI. Há pelo menos quatro anos, ele trabalhava para concretizar esse sonho. Além disso, o torneio será realizado na cidade natal do campeão e na própria pista na qual ele treina quando está no Brasil.

“Trazer uma etapa da Copa do Mundo para o Brasil é uma conquista enorme. Existia um desejo de muitas pessoas envolvidas no esporte, organizadores, todo o mercado, e esse desejo começou vir também por parte da União Ciclística Internacional (UCI) e da Red Bull TV, que é quem transmite a Copa do Mundo. Isso pela demanda e aceitação que o Brasil tinha com a modalidade, então esse interesse do Brasil, essa afinidade que o País tem com o mountain bike foi um dos principais fatores para que esse projeto começasse a tomar vida”, explicou Avancini à equipe de assessoria de imprensa.

“No segundo momento, já um pouco mais sério de reuniões e conversas de bastidores, a UCI, através do Simon Burney, que é o diretor geral do MTB dentro da entidade, sinalizou que eles queriam vir ao Brasil, fariam de tudo para que fosse viável, mas a decisão teria que ser na minha cidade natal, em Petrópolis, pelo momento que eu vivo como atleta, pelo impacto que isso traz no mountain bike brasileiro. E a partir disso, o Rogério, que é organizador da Copa Internacional de MTB, foi quem abraçou esse projeto e foi respaldado também pelo histórico que tem de organização de eventos UCI” disse aos assessores.

Essa será a segunda vez que uma etapa da Copa do Mundo de MTB será realizada no país. A primeira foi no ano de 2005, em Balneário Camboriú, em Santa Catarina. “Acho que é um grande marco, pra mim como atleta por ter alcançado uma relevância de importância internacional a ponto de pesar muito uma decisão como essa, é uma conquista do Rogério como organizador e da bicicleta no Brasil. Quando falo bicicleta me refiro ao mercado, atletas, público, quem ama e quem faz a bike no Brasil contribuiu para que isso acontecesse, então por isso eu enxergo não como uma conquista pessoal, mas como um grande reconhecimento ao nosso momento da bicicleta no Brasil. É algo para comemorar e celebrar muito, pois de fato é um marco enorme por tudo que tem sido feito nos últimos anos”, finalizou o ciclista.

Além de comemorar a conquista obtida fora das pistas, a temporada de 2021 será intensa demais para Henrique Avancini. O carioca tem Olimpíadas em Tóquio, Campeonato Mundial, Cape Epic. Da Agência Brasil

A manifestação contou com os empregados do banco, diretores do Sindicato e da Federação dos Bancários da Bahia e Sergipe, além de sindicatos coirmãos e de partidos políticos

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Em decorrência da tentativa do governo em desmontar o Banco do Brasil, os funcionários decidiram em assembleia cruzar os braços. A paralisação na abertura das atividades em uma hora, realizada hoje, quarta-feira (10), visa protestar contra o plano de reestruturação anunciado pela instituição financeira. Em Itabuna, houve manifestação na frente do BB, na Praça Olinto Leone, às 10h.

O movimento sindical não aceita o fechamento de diversas agências que irá prejudicar não só funcionários e clientes, como também, vários municípios. Vale lembrar que muitas cidades brasileiras têm somente uma agência do Banco do Brasil. A ação pode prejudicar toda a economia dos municípios.

Além disso, haverá demissões de terceirizados, como vigilantes, agentes financeiros e de serviços gerais, como também, o aumento da precarização do atendimento bancário. Esta é uma situação delicada e que todo movimento sindical se une em favor da soberania nacional e das instituições públicas.

NEGOCIAÇÕES
Os sindicatos que representam os trabalhadores retomaram ontem (9), as negociações com o Banco do Brasil sobre as reestruturações que o banco pretende realizar. No encontro que teve a mediação do Ministério Público do Trabalho (MPT), foi reivindicada a suspensão do descomissionamento de caixas e solicitado informações sobre o novo processo de reestruturação do Banco do Brasil.

Na primeira parte da reunião, o banco apresentou uma proposta de prorrogação de 30 dias no processo de retirada da gratificação dos caixas, mas condicionou a proposta à assinatura por todas as entidades do acordo de compensação de horas em decorrência da pandemia e do Acordo de CCP (Comissão de Conciliação Prévia). O banco também exige a retirada de ações judiciais em andamento contra o banco.

A proposta foi recusada já que não é possível aceitar que o banco condicione a proposta a questões que não têm nenhuma ligação com o assunto em mediação. Além disso, o banco aceita prorrogar a gratificação por apenas 30 dias, e se negou se negou a listar as agências que serão fechadas, deixando trabalhadores e municípios apreensivos.

No comércio online houve aumento de 32,2% no ano, um movimento de R$ 435,6 bilhões no uso dos cartões na internet // Marcello Casal Jr./Agência Brasil

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Os pagamentos feitos pelos brasileiros com cartões de crédito, débito e pré-pagos chegaram aos R$ 2 trilhões em 2020, o que corresponde a um crescimento de 8,2% na comparação com o ano anterior, segundo balanço divulgado hoje (9) pela Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs).

Entre as modalidades de pagamento, o uso do cartão de débito teve desempenho acima da média em 2020, chegando a R$ 762,4 bilhões, com crescimento de 14,8%. O cartão de crédito registrou R$ 1,18 trilhão em transações, com alta de 2,6%. Já o cartão pré-pago movimentou R$ 45,3 bilhões e cresceu 107,4% no ano passado.

Para a entidade, apesar da pandemia da covid-19 e de seus efeitos para o país, o resultado superou as expectativas de desempenho do setor, mostrando forte recuperação no segundo semestre.

O balanço mostrou que ao todo foram feitas 23,3 bilhões de pagamentos com cartões ao longo do ano, 3,6% a mais do que no ano anterior. Os gastos de brasileiros no exterior caíram 60% e registraram o menor resultado em 16 anos, de US$ 3,46 bilhões (R$ 16,8 bilhões). Já as compras feitas por estrangeiros no Brasil caíram 48,3%, somando US$ 2,16 bilhões (R$ 10,6 bilhões).

Os pagamentos por aproximação, modalidade que permite o pagamento sem contato físico com a máquina de cartão, aumentou 469,6% na comparação com 2019, atingindo R$ 41 bilhões em transações. O mais usado nessa função foi o cartão de débito, com R$ 19,5 bilhões, seguido pelo cartão de crédito, com R$ 18,8 bilhões, e pelo cartão pré-pago, com R$ 2,7 bilhões.

O motorista, de 40 anos, não possuía passagens na polícia

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A PRF apreendeu 29,2 toneladas de maconha na BR-267, em Mato Grosso do Sul. Segundo o órgão, essa é a maior apreensão na história da PRF no país.

O caminhão transportava uma carga regular de milho, acompanhada de nota fiscal, mas durante a fiscalização, os policiais descobriram a droga encoberta. Eles disseram que a apreensão aconteceu após “ações de inteligência”.

“O caminhão, que possuía placa de Campo Grande [MS], foi então levado para uma cerealista com estrutura para descarga e pesagem, sendo então retirado o milho do caminhão, tornando possível a pesagem da carga ilícita de maconha”, diz o comunicado da PRF.

Aos agentes, ele disse que o destino da mercadoria seria a cidade de Itapetininga, interior de São Paulo, e que receberia o caminhão utilizado no transporte como pagamento pelo serviço. O motorista, a droga e a carreta foram encaminhados para a Polícia Federal em Dourados (MS).

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Número de recuperados supera 8,4 milhões // Foto de Ricardo Wolffenbuttel/Governo de SC

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As mortes por covid-19 chegaram a 231.534 desde o início da pandemia. Nas últimas 24 horas, foram registrados 522 óbitos. O número de pessoas infectadas chegou a 9.524.640. E um total, 8.397.187 pessoas se recuperaram da covid-19.

O balanço foi divulgado neste domingo (7) pelo Ministério da Saúde (MS). O balanço reúne as informações levantadas pelas secretarias estaduais de Saúde de todo o país.

COVID-19 NOS ESTADOS
Os estados que concentram o maior número de casos tem São Paulo na liderança com 1.849.334 de pessoas contaminadas. Em seguida vem Minas Gerais (774.111) e Bahia (607.946). O Acre é a unidade da Federação com o menor número de casos (50.546), seguido de Roraima (75.712) e Amapá (78.799).

São Paulo também lidera o número de mortes, com 54.614. Rio de Janeiro (30.597) e Minas Gerais (15.930) aparecem na sequência. Os estados com menos mortes são Acre (888), Roraima (896) e Amapá (1.079).

A morte foi ocorrida devido a problemas cardíacos decorrentes de um AVC // Foto: Ceará SC/Divulgação

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O ex-jogador e técnico Lula Pereira faleceu neste domingo (7), aos 64 anos, devido a problemas cardíacos em decorrência de um acidente vascular cerebral (AVC) sofrido em agosto de 2019. Ele vivia em Fortaleza, deixa três filhos (Luiz Eduardo, Priscila e Bárbara) e estava ausente do futebol desde 2016, quando foi dirigente do Ferroviário.

Nascido em Olinda (PE), Luiz Carlos Bezerra Pereira iniciou a carreira nos gramados pelo Sport, em 1973. Dois anos depois foi para o rival Santa Cruz, onde ficou até 1980, quando se transferiu para o Ceará. Vestindo a camisa alvinegra, o ex-zagueiro realizou 235 jogos e marcou seis gols, tornando-se ídolo da torcida.

Como técnico, Lula Pereira trabalhou em 16 clubes. O principal deles foi justamente o Vozão, onde é o quarto profissional que mais vezes treinou a equipe (162 jogos). A última das cinco passagens foi em 2012, quando encerrou a carreira. Pelo Alvinegro, conquistou três títulos cearenses, em 1989, 1990 e 1998. Ele também foi campeão estadual por Figueirense (1994), América-MG (2001) e Brasiliense (2006). Em 1996, conduziu o União São João-SP (atualmente licenciado) ao título da Série B do Campeonato Brasileiro.

Em 2002, o treinador dirigiu o Flamengo por quatro meses. Os aposentados Júlio César (ex-goleiro) e Caio Ribeiro (ex-atacante) e o volante Felipe Melo (atualmente no Palmeiras) estão entre os atletas comandados pelo pernambucano, um dos primeiros técnicos negros a ganharem projeção no futebol brasileiro.

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Guedes afirmou que o auxílio emergencial poderá ser recriado para pelo menos metade dos beneficiários que receberam o pagamento em 2020 // Foto de Marcello Casal Jr/Agência Brasil

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A cláusula já citada pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, como necessária para recriar o auxílio emergencial deve ser incluída na Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do Pacto Federativo, segundo informou o secretário do Tesouro Nacional, Bruno Funchal.

A PEC do Pacto Federativo está parada no Senado desde 2019 e propõe a descentralização, a desindexação e a desvinculação de gastos, com o objetivo de abrir espaço no Orçamento e dar maior autonomia para estados e município.

Na última quinta-feira (4), após receber a visita do novo presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), Guedes afirmou que o auxílio emergencial poderá ser recriado para pelo menos metade dos beneficiários que receberam o pagamento em 2020.

O auxílio emergencial — programa de transferência de renda motivado pelos efeitos econômicos da crise sanitária do coronavírus — se encerrou em 31 de dezembro. Primeiro, o programa concedeu — principalmente para trabalhadores informais e desempregados — R$ 600 mensais entre abril e agosto; depois, R$ 300 entre setembro e dezembro.

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Ministro reuniu-se com presidente do Senado na noite desta quinta // Foto de Edu Andrade

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Uma eventual nova rodada do auxílio emergencial deve estar dentro do orçamento e ser acionada apenas em caso de nova calamidade pública, disse o ministro da Economia, Paulo Guedes. Ele reuniu-se ontem (4) à noite com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco.

Segundo o ministro, a extensão do auxílio seria mais “focalizada” e atenderia 32 milhões de brasileiros, pouco menos da metade dos 67,9 milhões de pessoas que receberam o benefício em 2020.

Para chegar à estimativa de 32 milhões de pessoas, Guedes explicou que uma nova versão do auxílio emergencial não abrangeria os inscritos no Bolsa Família e se concentraria apenas na população não atendida por nenhum programa social. O ministro ressaltou que a recriação do auxílio deverá ter previsões de recursos no orçamento, com o remanejamento de outras despesas e com a ativação do estado de calamidade.

“É possível. Nós temos como orçamentar isso, desde que seja dentro de um novo marco fiscal. Se o Congresso aciona o estado de calamidade, temos condição de reagir rapidamente. Mas é muito importante que seja dentro de um quadro de recuperação das finanças. Estamos preparados para fazer as coisas dentro das proporções”, declarou Guedes.

Ao lado de Guedes na saída da reunião, Pacheco disse que foi ao Ministério da Economia expressar “formalmente” à equipe econômica a preocupação dos parlamentares com o fim do auxílio emergencial. “A pandemia continua, e agora eu vim ao ministro da Economia externar o que é uma preocupação do Congresso Nacional”, disse.

Ao comentar que a retomada do auxílio emergencial é importante, Pacheco disse ter se antecipado à reunião do colégio de líderes, ao discutir a questão com Guedes. O senador, no entanto, ressaltou que a recriação do benefício deve ser discutida observando as regras fiscais. “Obviamente com cautela, com prudência, com observância de critérios, para evitar que as coisas piorem”, afirmou.

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