O pré-candidato ao governo da Bahia e ex-secretário estadual de Educação, Jerônimo Rodrigues (PT), participou de uma sabatina do Uol/Folha de S. Paulo e fez declarações controversas a respeito do ensino público baiano. Questionado sobre uma pesquisa que aponta que a Bahia ficou em último lugar no ranking dos estados que ofertaram ensino remoto durante a pandemia da Covid-19, Jerônimo disse que as ações foram tomadas para “preservar as vidas dos professores”.
Em outro momento da sabatina, Jerônimo quis atribuir aos governos passados a situação do ensino público da Bahia. Pegou mal, né? Já faz 16 anos que o PT governa o estado – dois mandatos de Jaques Wagner e dois mandatos de Rui Costa – e ainda é capaz de dizer que não foi possível melhorar a qualidade do que é ofertado aos estudantes nas salas de aula? Além disso, jogou para o governo federal a “culpa” de não haver internet de qualidade para que os estudantes tenham acesso aos conteúdos.
Ao melhor estilo “falou, falou, mas não disse nada”, Jerônimo disparou: “Nós fizemos a opção de enviar material para os estudantes, mantivemos o contato com os estudantes, entramos com frentes de assistência. […] Naquele momento, nós estávamos preservando, priorizando a vida de professores e isso não quer dizer que a gente não poderia começar um sistema remoto. Mas como eu falei, a dificuldade de internet e de acesso a computadores dificultaria”.
Parece que o PT estava, realmente, desesperado quando resolveu colocar Jerônimo para ser pré-candidato a governador. Há certo despreparo nas declarações de alguém que já chefiou a pasta de Educação e, diga-se de passagem, não se destacou positivamente. Nos bastidores, comenta-se que ele é uma pessoa boa que aceitou “ir para o sacrifício” em nome dos correligionários. ![]()
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