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Luana Rolim, primeira vereadora com Síndrome de Down no Brasil

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A suplente de vereadora Luana Rolim de Moura (PP) fez história na Sessão Ordinária da última segunda-feira, 15, ao ser, no Brasil, a primeira portadora de síndrome de Down a tomar posse e ocupar uma cadeira no Poder Legislativo na Câmara de Vereadores de Santo Ângelo, no Rio Grande do Sul.

Durante a sessão Luana foi participativa, se pronunciou sobre as matérias votadas e ainda, ao final discursou sobre o Dia Internacional da Síndrome de Down, celebrado no próximo dia 21 de março.

Sobre sua posse e a participação na Sessão, Luana afirmou: “Para mim foi emocionante dizer a palavra PROMETO perante a população de Santo Ângelo, agora vou mostrar trabalho, dedicação e muito esforço. Estou muito grata aos meus pais, meus eleitores e amigos, para chegar até aqui foi uma longa caminhada. Missão cumprida!”, ressaltou.

Luana ficou conhecida ao ser a primeira portadora da síndrome formada em Fisioterapia no território brasileiro. A jovem substituiu o vereador Nivaldo Langer de Moura, vereador titular da bancada do Progressistas que está afastado. 

O suspeito estava escondido no forro do teto da casa onde foi preso

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Um homem de 21 anos, suspeito de envolvimento na tentativa de homicídio contra uma vereadora, ocorrida na última sexta-feira, dia 5 de fevereiro, em Itapebi, foi preso hoje (8.nar), por equipes da 23ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior, de Eunápolis.

De acordo com as investigações, o homem é sobrinho do mandante do crime, um suplente a vereador pelo mesmo partido da vítima, que pretendia ocupar a vaga da vereadora na Câmara Municipal de Itapebi. Ele está sendo procurado.

O veículo utilizado na tentativa de homicídio foi apreendido na zona rural daquele município. A polícia realiza diligências para tentar localizar uma espingarda calibre 12 e uma pistola ponto 380, que estariam escondidas no forro do teto da casa onde o homem foi preso, conforme denúncias encaminhadas à 23ª Coorpin/Eunápolis.

Uma das armas foi usada no atentado contra a vereadora. Durante a execução da prisão, o homem quebrou seu aparelho de celular, na tentativa de inutilizar provas contra ele e o mentor intelectual do homicídio tentado.

O suspeito quebrou seu aparelho de celular para ocultar provas

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