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Um Projeto de Lei apresentado pelo senador Romário (PL) quer garantir jornada especial de trabalho para quem tem filho, enteado ou criança sob guarda judicial que tenha deficiência comprovada por perícia médica. O objetivo é assegurar ao trabalhador, sem prejuízo de salário, o direito de prestar maior assistência ao familiar com deficiência decorrente do princípio da proteção constitucional à entidade familiar, da dignidade da pessoa humana, da solidariedade e da proteção à vida.

De acordo com o senador, é essencial que a garantia da jornada especial de trabalho seja resultante de convenções e acordos coletivos uma vez que o projeto pode ocasionar um ônus aos empregadores.

Ex-jogador já está no quarto e deve receber alta nos próximos dias

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O ex-jogador de futebol e senador Romário Faria (PL-RJ), foi submetido a uma cirurgia de emergência para retirar a vesícula, ontem (9.setembro). A intervenção foi realizada no Hospital Copa Star, no Rio de Janeiro.

Por meio de nota, a assessoria do senador informou que o procedimento foi considerado um sucesso pela equipe médica e que o ex-jogador está no quarto e deve receber alta ainda nos próximos dias. Ainda na nota, a equipe de Romário agradeceu em nome dele aos médicos responsáveis pelo procedimento, Dr Aureo Ludovico de Paula e Dr José Ribamar Azevedo.

Romário nega veemente as acusações feitas por Cabral

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O ex-governador do Rio de Janeiro, Sergio Cabral, disse em sua delação premiada que o senador Romário (PL) teria acertado com MDB de receber R$ 5 milhões, para apoiar a candidatura de reeleição a governador de Luiz Fernando Pezão, em 2014. Do valor acertado, segundo Cabral, Romário teria recebido R$ 3,5 milhões e o pagamento teria sido viabilizado por Hudson Braga, então subsecretário estadual de Obras do governo.

Para isso, Braga teria usado a estrutura financeira montada no governo Cabral, a chamada “taxa de oxigênio”, 1% do valor de contratos públicos pagos pelas empreiteiras como forma de propina. Além do dinheiro, Cabral teria acordado que Romário poderia indicar o presidente da Fundação de Apoio à Escola Técnica (Faetec).

Em nota, através de sua assessoria de imprensa, o senador Romário respondeu que: “Essas delações têm servido amplamente para difamar adversários políticos para conseguir benefícios judiciais, sem que nada tenha sido provado”. 

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