Pedido de reajuste na tarifa da Emasa busca correção da inflação de dois anos

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Pouco mais de dois anos sem reajustar as tarifas de água e esgoto, a Emasa (Empresa Municipal de Águas e Saneamento) solicitou a Arsepi (Agência de Regulação dos Serviços Públicos de Itabuna), um reajuste de 15,05% para repor as perdas inflacionárias pelo INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), entre abril de 2019 a setembro de 2021.

Segundo o presidente da Emasa, Raymundo Mendes Filho, o advento da pandemia do novo coronavírus causou impacto muito grande na economia mundial, não sendo diferente no Brasil, que está tendo de enfrentar a volta da inflação e a alta do dólar. “O atual momento econômico tem obrigado a empresa buscar soluções para honrar compromissos e manter a qualidade dos serviços”, afirmou.

Ainda de acordo com Mendes Filho, apesar de estudos determinarem índices maiores, a Emasa está pedindo apenas a reposição da inflação do período. “Tivemos aumento de insumos de mais de 40%, mudanças nas bandeiras tarifárias, quase que dobraram o valor pago pela energia elétrica. Porém, diante do momento econômico, para não penalizar ainda mais o nosso cliente, estamos buscando apenas a reposição inflacionária”, explicou.

Para o diretor Financeiro da Emasa, Ronaldo Simas, o ajustamento da tarifa busca manter a empresa operando dentro de princípios aceitáveis de qualidade e de eficiência.

“Como a demanda pelo saneamento é crescente, a correção tarifária que pleiteamos preserva a capacidade de a Emasa de continuar honrando compromissos financeiros e fazer novos investimentos para atender às necessidades dos consumidores itabunenses”, disse Ronaldo Simas.

Equipe da Emasa recupera vazamento na Avenida Roberto Santos

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O rompimento de uma rede abastecimento d’água de 15 milímetros na Avenida Roberto Santos, Bairro Pedro Jerônimo, na manhã de ontem (19.outubro), mobilizou uma das equipes da Emasa (Empresa Municipal de Águas e Saneamento) para a realização do necessário reparo.

A ruptura da rede, que atende à zona sudeste da cidade, interrompeu o fornecimento de água das partes altas dos bairros Pedro Jerônimo, Maria Pinheiro e São Pedro. O conserto foi concluído no início da tarde de ontem. O abastecimento dos locais atingidos está sendo regularizados gradativamente nesta hoje (20).

De acordo com o gerente de Distribuição de Águas, Moisés Ferreira Rosa, ressalta o papel da comunidade em comunicar a Emasa imediatamente os vazamentos que surjam, seja através dos canais de comunicação da empresa via o 0800 073 1195 e também o WhatsApp (73) 98848.0808 ou através dos veículos de imprensa.

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Caminhão de empresa terceirizada da Emasa apresenta problema mecânico e invade residência no São Pedro.

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Um caminhão que presta serviços para a Emasa (Empresa Municipal de Águas e Saneamento) apresentou problemas mecânicos e acabou colidindo com o um muro e parte de uma casa na manhã desta 5ª feira (14), na Rua Epitácio Pessoa, número 256, no Bairro São Pedro. Uma equipe da Emasa esteve no local e tranquilizou os proprietários do imóvel, quanto à recuperação dos danos causados pela colisão.

De acordo com o assessor de Planejamento da Emasa, Ricardo Benevides, todo o serviço de recuperação das partes afetadas da casa serão de responsabilidade da empresa dona do veículo, que presta serviços à Emasa. “O veículo é locado de uma empresa que presta serviços para a Emasa há oito anos e vai arcar com todos os danos materiais do acidente. A Emasa vai acompanhar de perto, pois, é corresponsável”, disse.

Ainda segundo Ricardo Benevides não houve vítimas. Ainda hoje, os serviços de recuperação do imóvel serão iniciados. “Já foi feito o levantamento de todo o material necessário para o início obras de reparação. Acreditamos que até o próximo sábado o trabalho esteja concluído”, afirmou o assessor de Planejamento da Emasa.

Parte do muro e o portão da EEE V foram ao destruídos após colisão

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Na madrugada do sábado para domingo parte do muro e o portão de acesso à Estação Elevatória de Esgoto (EEE V) da Emasa, foram ao chão, depois de destruídos após a colisão de um veículo Volkswagem/Fox, cor preta, cujo o motorista ainda não foi identificado.

Coordenador de Serviços Gerais da Emasa, Henrique Santana, registrou Boletim de Ocorrência no Complexo Policial de Itabuna e também comunicou o fato à Settran.

A EEE V recebe dejetos das zonas central, nordeste e oeste da cidade e os transporta para a EEE VII, de onde seguem para a lagoa de decantação e tratamento, o Bairro São Pedro, na zona sudeste de Itabuna.

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Com o aumento do consumo de água, devido a alta da temperatura no início da Primavera, alguns bairros de Itabuna sofreram desabastecimento nesse no último final de semana. Os locais mais afetados foram os bairros Jaçanã, Santa Clara, Alto Mirante, parte do Fátima e Loteamento Vitória Loup Soares.

O gerente Técnico da Emasa (Empresa Municipal de Águas e Saneamento), João Bitencourt, disse que o problema do abastecimento estará normalizado até hoje (5.outubro), nos bairros onde o fornecimento de água foi interrompido.

A falta de chuvas nas bacias dos rios Almada e Cachoeira, que abastecem Itabuna, provocou a diminuição do volume das calhas dos dois rios e consequentemente a limitação da vazão. Por isso, Bitencourt lembra que é importante a população colaborar e economizar água ao máximo nesse período em que o clima começa a mudar, para que racionamentos não venham a ocorrer.

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Estiagem faz Cerb aumentar a vazão da barragem do Rio Colônia a pedido da Emasa

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O longo período de estiagem nas bacias dos rios Almada e Cachoeira, responsáveis pelo abastecimento de água de Itabuna, tem preocupado a Gerência Técnica da Emasa (Empresa Municipal de Águas e Saneamento). O Brasil vem passando por uma das maiores crises hídricas dos últimos 90 anos, correndo grave risco de haver apagão elétrico em função da falta de chuvas.

Segundo o gerente Técnico da Emasa, João Bitencourt, a diminuição do volume das calhas dos rios que abastecem a cidade já apontam a diminuição da vazão.

Bitencourt já manteve contato com a direção da Cerb (Companhia de Engenharia Hídrica e de Saneamento da Bahia), que administra a barragem do Rio Colônia, situada no município de Itapé, para aumentar o volume da vazão que vem por gravidade até a estação de captação e tratamento de água da Emasa no Bairro Nova Ferradas, na zona oeste da cidade.

“O aumento da vazão da Barragem do Rio Colônia, além de ajudar no abastecimento de Itabuna, contribuirá para manter o nível do espelho d’água do Rio Cachoeira no centro da cidade”, sintetiza João Bitencourt.

Conserto de adutora que rompeu no Bairro Cléber Gally foi concluído no final da tarde de ontem

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Operários de campo da Emasa (Empresa Municipal de Águas e Saneamento) concluíram no final da tarde de ontem, dia 9, os serviços de reparo na adutora que se rompeu no bairro Cléber Gally. A quebra da rede aconteceu na 4ª feira (8.setembro), e prejudicou o fornecimento de água para os bairros das zonas norte e noroeste da cidade.

O gerente de Distribuição de Água da Emasa, Moisés Ferreira, disse que o trabalho agora é atender os bairros que foram afetados. “Estamos centrando esforços para normalizar a situação dos bairros que tiveram o abastecimento de água comprometidos com a quebra da adutora. Ontem à noite, conseguimos atender os bairros Castália e Pontalzinho. Acredito que até domingo vamos regularizar a situação dos outros bairros”, assegurou.

Segundo Ferreira, os bairros Alto Mirante e Santa Inês serão abastecidos até a noite de amanhã, dia 11, enquanto os condomínios Pedro Fontes I e II e Itabuna Park terão o fornecimento de água regularizado até domingo, dia 12.

“Dessa forma conseguiremos amenizar a situação dos bairros atingidos com o rompimento da adutora que corta o Bairro Cléber Gally e que leva água para o reservatório do Antique de onde é distribuído por gravidade para essas localidades”, explicou o gerente de Distribuição de Água da Emasa.

 

Bitencourt conversa com morador sobre os efeitos positivos das obras de saneamento do canal do Santo Antônio

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O gerente Técnico da Emasa (Empresa Municipal de Águas e Saneamento), João Bitencourt, realizou uma visita de inspeção ao canal de macrodrenagem do bairro Santo Antônio. Há pouco mais de 30 dias, a primeira etapa da obra de saneamento do esgoto sobre o canal que corta a rua José Bonifácio foi finalizada.

Segundo Bitencourt, o trabalho de canalização do esgoto mudou o cotidiano dos moradores do bairro e alcançou o objetivo que era retirar o esgoto que corria a céu aberto e nos períodos de chuva retornava para a maioria das casas que estão no entorno do canal.

Com cerca de 1,5 quilômetro de extensão, o canal passou por completa limpeza, foi retirado de sua calha pouco mais de cinco mil toneladas de detritos, entulhos e lixo. Além disso, foram implantadas redes coletoras que recebe o esgoto, que antes era lançado no canal e é levado a destinação final através de dutos.

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A engenheira e gerente de Planejamento Urbano Alejandra Devecchi e a engenheira ambiental Kathlen Procópio, da empresa dinamarquesa Ramboll Environ, abriram o 1º Encontro para Apresentação de Propostas para a Recuperação Ambiental do Rio Cachoeira, no auditório da Uesc, apresentando o diagnóstico em que apontam que a atividade pecuária responde por 43 por cento pela degradação da bacia hidrográfica do Rio Cachoeira.

“A bacia do Rio Colônia, um dos afluentes do Cachoeira, apresenta uma das situações mais complicadas, pois detém 250 mil cabeças de gado e uma população de 34 mil pessoas. Já a cidade de Itororó, conta com um rebanho bovino de 150 mil cabeças, polui o equivalente a cidade de Itabuna, que tem uma população de 220 mil pessoas”, atesta Devecchi.

Secretária Sônia Fonte destaca a união de todos em prol do Rio Cachoeira

Essas e outras informações pautam a Câmara Temática que reuniu corpo técnico de várias instituições e órgãos públicos. A representante da Ramboll, também afirmou que se deve buscar soluções baseadas na natureza, reflorestando as matas ciliares e transformar em energia os resíduas orgânicos dos animais. “Nesse contexto de mudanças climáticas, precisamos conviver com a água. Temos que abandonar a ideia de que as cidades são um grande ralo. As cidades têm que ser esponjas e armazenar água limpa sem esgoto”, disse a gerente de Planejamento Urbano da empresa dinamarquesa.

A secretárias de Planejamento da Prefeitura de Itabuna, Sônia Fontes, lembrou que a cidade está fazendo o seu dever de casa, com vontade e expectativa muito grande. “Esse é o momento de uma grande mentalidade, um novo pertencimento e de se fazer política técnica. Se não conseguimos no passado, vamos conseguir agora”, atestou a secretária.

Ela garantiu que governo do prefeito Augusto Castro (PSD), tem como chegar aos outros municípios, coordenado pela Amurc. “É o momento dessa região, desses municípios, existem muitas possibilidades. Começando com o básico, defendemos uma questão ambiental, queremos o Rio Cachoeira vivo e junto vamos conseguir”, frisou Sônia.

CAPTAÇÃO EM TEMPO SECO
O presidente do Comitê de Bacias do Leste e assessor técnico da Emasa, Anderson Alves, defendeu a criação do Plano de Bacias, para que se consiga ordenar a ocupação e, sobretudo, disciplinar as condições hidrográficas da Bacia do Leste. “É preciso unir forças para a construção desse plano e se preciso, buscar as esferas jurídicas para fazer isso acontecer”, respaldou.

Em relação ao papel da Emasa, Anderson citou a evolução da empresa no tocante à coleta e tratamento do esgoto. Segundo ele, a antiga Lei do Saneamento e o Novo Marco Legal, atestam o dever de reestruturar toda malha de coleta, algo que fica em torno de R$ 330 a 350 milhões de reais para a cidade de Itabuna.

Assessor Técnico, Anderson Alves, aponta o compromisso da Emasa com o Rio Cachoeira

A Emasa optou por extrair essa captação através do sistema a seco, com a implantação de quatro pontos de coleta na orla urbana, fazendo com que esse efluente siga para uma estação elevatória e depois para a estação de tratamento.

“Nos períodos normais, evitamos que o esgoto chegue ao rio. Ao em vez de ir buscar esse esgoto de porta em porta, captamos antes de cair no Cachoeira e reconduzimos para a estação de tratamento. Essa iniciativa é viável, tanto do ponto de vista cientifico, como tecnicamente”, assegurou.

Adson Franco, diretor do Portal Santo Agostinho, empresa responsável pela contratação da Ramboll Environ, disse que o trabalho da empresa dinamarquesa é juntar todos os diagnósticos e colocar em um caderno de soluções. “Com os projetos chancelados pela Ramboll, envolvendo a bacia do Rio Cachoeira vamos apresentar em Brasília, a ONGs e conseguir recursos não de R$ 300 milhões. Porém, valores que sejam atribuídos a cada município para executar o projeto que traga a vida ao Rio Cachoeira”, frisou.

O 1º Encontro para Apresentação de Propostas para a Recuperação Ambiental do Rio Cachoeira, que prossegue hoje, dia 1º/9, realizado pela Prefeitura de Itabuna, Emasa, Portal Santo Agostinho e Ramboll, conta com o apoio da Amurc, UESC, UFSB, CDS-LS.

Participaram do primeiro dia do encontro o Grupo Mulheres da Bahia, Comissão de Meio Ambiente da OAB/Itabuna, Conselho Municipal de Meio Ambiente de Itabuna, Comitê de Bacias do Leste, Agência de Regulação de Itabuna, Conselho Municipal de Políticas Culturais de Itabuna, Empresa Peixoto Monteiro e Secretaria Geral da OAB/Ilhéus.

Recuperação do Rio Cachoeira será debatida nos dias 31 e 1º/9, na Uesc // Foto de Pedro Augusto

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Um diagnóstico da real situação do Rio Cachoeira será apresentado pela empresa dinamarquesa Ramboll Environ a um corpo técnico de instituições e órgãos públicos como a Amurc (Associação dos Municípios da Região Cacaueira), Embasa e Inema, além das universidades Estadual de Santa Cruz (Uesc) e UFSB (Federal do Sul da Bahia) e os municípios que fazem parte do Comitê de Bacias do Leste.

O evento realizado pela Prefeitura de Itabuna, Emasa e Portal Santo Agostinho ocorrerá amanhã (31.agosto), no auditório da Uesc, às 14h30min. É a primeira parte do Programa de Recuperação do Rio Cachoeira, que terá continuação com um Workshop, no dia 1º, também na Uesc.

Segundo o diretor da Portal Santo Agostinho, Adson Franco, o encontro de amanhã será uma reunião técnica onde a Ramboll apresentará a análise fruto de pesquisa e de estudos realizados por diversas fontes.

“Muita gente e instituições fizeram pesquisas de diagnóstico, há muita coisa boa. Coube a Ramboll juntar todas as informações em um único banco de dados. Com a experiência que a empresa acumula de trabalhos realizados em Singapura, na Ásia; no Rio Pinheiros, em São Paulo; em Mariana e no Rio Doce, em Minas Gerais, apresentar soluções mais baratas e ecológicas para o Cachoeira”, afirma Franco.

Para o presidente da Emasa, Raymundo Mendes Filho, os eventos dos próximos dois dias são o primeiro passo para apontar resposta concreta para o problema da poluição que afeta o Rio Cachoeira. “Essa parceria entre a Emasa, Prefeitura de Itabuna e as empresas Portal Santo Agostinho e Ramboll Envirou mostra a determinação da atual gestão em envolver outros agentes para recuperar o Rio Cachoeira”, salienta.

O diretor de Projetos da Secretaria de Planejamento, Rosivaldo Pinheiro, se mostra entusiasmado com o que será apresentado pela Ramboll aos agentes envolvidos. “A Câmara Técnica de amanhã e o Workshop do dia 1º serão o ponto de partida de um projeto maior que é devolver a vida ao nosso Rio Cachoeira e precisamos envolver toda nossa sociedade nesse desafio”, destaca.

As engenheiras da Ramboll Environ, Alejandra Devecchi, gerente de Planejamento Urbano e Kathlen Procópio, que atuou no monitoramento das ações de recuperação dos danos causados pelo rompimento da barragem do Fundão, em Mariana (MG) apresentarão os diagnósticos e soluções encontradas pela empresa dinamarquesa para a recuperação do Rio Cachoeira.

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