Dia Nacional do Cristão pode ser comemorado no primeiro domingo do mês de junho

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O Projeto de Lei 2832/21 de autoria da deputada federal Soraya Manato (PTB) que institui o Dia Nacional do Cristão foi aprovado pela Câmara dos Deputados. Agora, a proposta segue para análise no Senado e, se aprovada, passa a ser celebrada no primeiro domingo do mês de junho.

O relator do projeto é o deputado Jefferson Campos (PL) que, durante a votação, salientou que 87% da população é cristã de várias denominações, de acordo com dados do último Censo realizado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

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O Plenário do Senado aprovou 4ª feira (8.dezembro) requerimento para realização de sessão especial para fim de comemorar o Dia da Bíblia (RQS 2.364/2021). A data da sessão ainda não foi definida.

De acordo com o senador Carlos Viana (PSD-MG), autor do requerimento, a data celebrada no segundo domingo de dezembro é um dia de celebrações “para agradecer a Deus pelo acesso à sua Palavra”.

O Dia da Bíblia foi criado em 1549, na Grã-Bretanha, pelo Bispo Cranmer e, no Brasil, a data começou a ser celebrada em 1850, quando os primeiros missionários cristãos evangélicos chegaram da Europa e dos EUA. Durante o período do Império, a liberdade religiosa era restrita e impedia as manifestações públicas dos protestantes, mas por volta de 1880, essa liberdade foi crescendo e o movimento evangélico, juntamente com o Dia da Bíblia, se popularizou entre os fiéis.

A comemoração passou a integrar o calendário oficial do país em dezembro de 2001, graças à Lei nº 10.335/2001, que instituiu a celebração do Dia da Bíblia em todo o território nacional.

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Educadora espera que outros profissionais se encorajem com sua atitude

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Uma professora do Ensino Fundamental pediu demissão do cargo durante uma audiência com o Conselho Escolar do Condado de Loudoun no estado da Virgínia (EUA).

Laura Morris afirmou que buscaria emprego em qualquer outro lugar para não ter que promover “ideologias políticas que não combinam com quem eu sou como crente em Cristo”. Ainda durante a reunião, a professora afirmou que se sentia uma “engrenagem em uma máquina que me diz para empurrar agendas altamente politizadas aos alunos”.

Após a repercussão do caso, a professora foi convidada para conceder uma entrevista ao jornalista Tucker Carlson, na Fox News, um dos programas de maior audiência dos EUA. Na entrevista, Laura afirmou que: ‘’Foi uma decisão muito difícil de tomar. Não foi tomada de ânimo leve” e afirmou que lamentou bastante deixar para trás colegas e alunos, mas era necessário. Ela ainda disse que espera que sua atitude inspire outros profissionais a se posicionarem também. Informações do Gospel Mais

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Começo esse texto fazendo uma pergunta em forma de trocadilho com um dos muitos ensinamentos deixados por Cristo, do Grego Χριστός (Khristós) que significa “Ungido”. Eu, particularmente, o tenho como o meu Mestre.

Entre tudo que vi ou li durante os meus 52 anos de vida, os ensinamentos de Cristo são os que mais me identifico, e por isso me coloco como um Cristão, um seguidor dos Teus ensinamentos. Vale ressaltar que seguir não é fazer, e eu, como a total maioria dos seguidores d’Ele, sou um pobre mortal e pecador, que o sigo, mas não consigo fazer o que Ele pede.

O título acima é um exemplo claro que explanamos da boca para fora as passagens bíblicas e não seguimos o que Cristo pregou e deixou como exemplo. Cristo não disse Armai-vos, Ele disse Amai-vos uns aos outros. Ele pede que divida o pão, que dê a outra face e que lave os pés do teu semelhante.

Seguindo os preceitos cristãos – afinal vivemos em um país de maioria cristã – o povo elegeu um ‘evangélico, extremista e fervoroso’, que defende o fortalecimento da família (mesmo tendo casado três vezes) e vende a ideia para parte da população que precisamos nos armar para combater o inimigo.

Com esse discurso enérgico e extremista, o evangélico fervoroso que preside esse país quer que façamos o papel do Estado, fazendo a nossa própria segurança, o que na verdade é dever das polícias Civil e Militar. Partindo dessa premissa, foi decretado por esse presidente que um cidadão tendo curso de tiro e com uma licença de caçador poderá comprar até 60 armas para se defender de supostos bandidos que queiram invadir o seu lar.

Deixo aqui uma pergunta para a grande maioria dos brasileiros que mal conseguem o dinheiro pra fazer a feira da semana: quantas vezes na sua vida você teve a sua humilde casa invadida por bandidos? O que eles levaram? Sua bicicleta Monark 1980 (de segunda mão) ou o seu Motorádio AM-FM?

Existem coisas mais importantes que precisam ser discutidas em nosso país que tentar armar a população. Esse decreto só vai facilitar o crime organizado e as milícias por todo o Brasil. Mesmo que você tenha condição de comprar uma arma e deixar em casa, o bandido vai saber, e enquanto você estiver trabalhando, aí sim ele vai querer invadir a sua casa – pois terá algo que lhe interessa – e vai roubar a sua arma. Não se combate o alcoolismo com mais álcool.

Quem tem que usar arma, manter a ordem e fazer valer a justiça é a Polícia! Nós, como cidadãos de bem e pagadores de impostos, precisamos cobrar e não fazer segurança.

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Arnold Coelho
Tentando amar e não matar o próximo

*A análise do colunista não reflete, necessariamente, a opinião de Pauta.blog.br

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