Wane Brenda foi a júri popular pelo assassinato de Edvaldo Araújo

Leia em: 2 minutos

Após mais de 9 horas de julgamento, a acusada foi condenada a 21 anos por homicídio triplamente qualificado (motivo fútil, emprego de veneno e dissimulação). Oito testemunhas foram ouvidas, cinco da promotoria e três da defesa.

Wane Brenda Oliveira, de 34 anos, está presa desde 2018 quando a polícia descobriu que ela poderia ser a responsável pelas mortes de dois ex-namorados. Os crimes teriam sido cometidos por envenenamento por chumbinho e, na conclusão do inquérito, a Polícia Civil afirmou que Wane cometeu os crimes porque não aceitava o fim dos relacionamentos.

Edvaldo Araujo foi o primeiro a ser morto por Wane Brenda 

Inicialmente, Wane teria envenenado Edvaldo Araújo Alves, de 40 anos, com quem teve um relacionamento de, aproximadamente, 1 ano. Após a morte dele, poucos meses depois, ela passou a se relacionar com Evandro Bonfim Sousa, também de 40 anos e que também morreu depois de ser envenenado.

Na época dos crimes, as causas das mortes foram ocasionadas por um infarto fulminante. No entanto, a família de Edvaldo passou a desconfiar da verdadeira causa da morte quando soube o que havia acontecido com Evandro. Na Justiça, a família conseguiu autorização para exumar o corpo do homem e, assim, descobrir que o infarto aconteceu por ingestão de chumbinho.

Evandro Bonfim Sousa foi o segundo a ser morto por Wane Brenda 

No caso de Evandro, ele passou mal e chegou a ficar internado no hospital depois de comer alimentos oferecidos pela então namorada. Na unidade hospitalar, ele passou por uma lavagem estomacal e foi constatado que ele teria ingerido a substância venenosa. Chegou a ficar internado por mais uns dias, mas teve morte cerebral logo depois.

Nesta 3ª feira (31.agosto), a acusada começou a ser julgada no júri popular pela morte de Edvaldo Araújo. Em relação ao assassinato de Evandro Bonfim, ainda não há data agendada para o julgamento.

O advogado da acusada recorreu da decisão.

Acompanhe o Pauta Blog pelo Instagram e/ou mande-nos uma mensagem pelo WhatsApp: (73) 8869-7877.

Ataque aconteceu no dia do aniversário de 60 anos do município de Camacã

Leia em: < 1 minuto

Na madrugada desta 3ª feira (31.agosto), dois caixas eletrônicos da agência da Caixa Econômica Federal de Camacã foram explodidos depois que bandidos invadiram o local para roubar.

De acordo com a Polícia Militar, a guarnição foi até o local depois de ser acionada pelo Cicom e a cena encontrada foi um verdadeiro caos. Os explosivos utilizados pelos criminosos destruíram praticamente todo o interior da agência, mas, até o momento, a Caixa não divulgou o que foi levado pelo grupo. Uma perícia foi realizada para coletar pistas.

Ainda segundo a polícia, imagens de câmeras de segurança registraram uma caminhonete estacionada em frente ao banco, possivelmente, veículo utilizado pelos suspeitos. Logo depois, esse carro foi encontrado incendiado e rondas estão sendo realizadas para tentar localizar e prender os responsáveis pelo crime.

DÊ PLAY E ASSISTA O ESTADO DA AGÊNCIA 

Acompanhe o Pauta Blog pelo Instagram e/ou mande-nos uma mensagem pelo WhatsApp: (73) 8869-7877.

Operação ‘Corações de Ferro’ é deflagrada

Leia em: 2 minutos

Foi deflagrada nesta manhã de 3ª feira (31.agosto), a operação “Corações de Ferro”, que investiga a prática de sonegação fiscal e lavagem de dinheiro por um grupo empresarial que atua no setor de comércio atacadista de materiais de construção. Estima-se que o grupo tenha sonegado cerca de R$ 11 milhões em impostos.

A operação é uma iniciativa da Força-Tarefa de Combate à Sonegação Fiscal, composta pelo Gaesf (Grupo de Atuação Especial de Combate à Sonegação Fiscal), do Ministério Público do Estado da Bahia; Infip (Inspetoria Fazendária de Investigação e Pesquisa da Secretaria Estadual da Fazenda); Coordenação Especializada de Combate à Corrupção e Lavagem de Dinheiro (Ceccor/LD/Dececap/Draco), da Secretaria de Segurança Pública e pela Companhia Independente de Polícia Fazendária da Polícia Militar (Cpifaz).

A operação cumpre dezoito mandados de busca e apreensão, sendo onze em Ilhéus e sete em Salvador. Além dos mandados, a Justiça determinou ainda o bloqueio dos bens do grupo empresarial e de seus sócios, ocultos e ostensivos, para garantir a recuperação dos valores sonegados. Segundo a investigação, as empresas teriam sonegado um valor estimado em mais de R$11 milhões em impostos, por meio de operações fraudulentas de aquisição de ferro como se fossem o consumidor final, quando, na verdade, o material era destinado à revenda. Além disso, as empresas eram erroneamente enquadradas no regime do Simples Nacional.

As investigações revelaram ainda que os delitos dos envolvidos decorreriam da inclusão de pessoas sem capacidade econômico-financeira no quadro societário das diversas empresas criadas, na condição de “laranjas” ou “testas de ferro”, ou ainda mediante o uso de nomes e Cadastros de Pessoas Físicas (CPFs) falsos, para atuar na compra e venda de ferro para construção civil. O objetivo era sonegar o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) devido e promover a blindagem patrimonial dos verdadeiros gestores do grupo.

Até o momento, ninguém entrou em contato pedindo dinheiro para o resgate

Leia em: 2 minutos

Na manhã de ontem, domingo (29.agosto), o empresário João Coutinho, de 64 anos de idade, estava em sua fazenda, localizada em Aurelino Leal, quando foi abordado por criminosos. Ele e outros dois de seus funcionários foram rendidos pelos indivíduos, até então, não identificados.

Os funcionários do empresário foram amarrados e ele, infelizmente, foi levado do local juntamente com sua caminhonete modelo Hilux. Ainda neste domingo, já no fim da tarde, o veículo foi encontrado abandonado na zona rural de Jaguaquara, mas o empresário, infelizmente, continua desaparecido.

As forças de segurança estão mobilizadas desde ontem para tentar encontrar o empresário que, há 3 anos, foi vítima de assalto. O que chama a atenção da polícia é que, até o momento, ninguém entrou em contato com a polícia nem com a família para pedir dinheiro referente ao resgate. Por isso, seu João Coutinho ainda é dado como desaparecido e não como vítima de sequestro.

Hoje 2ª feira (30.agosto), a Polícia Civil, por meio do delegado titular de Ubaitaba, Dr. Marcos Larocca, informou que ouviu os funcionários que foram rendidos na fazenda e eles relataram o que aconteceu. Inclusive, que o empresário chegou a resistir bastante à ação criminosa e chegou a entrar em luta corporal com os criminosos antes de ser levado.

Seu João Coutinho é proprietário de algumas lojas no município de Aurelino Leal e Ubaitaba e é figura bastante conhecida na localidade. A família, é claro, está desesperada e chegou a oferecer recompensa para quem passar informações sobre o possível paradeiro do empresário.

Guarnições das 68ª CIPM, 69ª CIPM, 70ª CIPM, RONDESP, TOR e CPRS participaram da operação

Leia em: < 1 minuto

Neste domingo (29.agosto), a Polícia Militar atuou para combater o tráfico de drogas e as festas clandestinas em Ilhéus. Das 10h às 18h00, a PM intensificou a operação Meridionalis Vis e cumpriu mandados de prisão em aberto no bairro Teotônio Vilela.

Em comboio, as guarnições se deslocaram para encerrar um torneio de futebol que estava acontecendo no bairro e que, provavelmente, foi organizado por uma facção criminosa que atua no município. No local, a polícia abordou cerca de 367 pessoas, 5 carros e 17 motocicletas. Duas pessoas foram conduzidas à delegacia, uma delas, inclusive, tinha um mandado de prisão em aberto e o outro é suspeito de tráfico de drogas e homicídios.

Ainda no local, os policiais apreenderam crack, maconha e dinheiro.

DÊ PLAY E ASSISTA 👇

Leia em: < 1 minuto

Após abordar uma mulher, suspeito foi interceptado por agente da GCM // Fábio Roberto Notícias

Na manhã de hoje (27.agosto), um suspeito de abordar uma mulher durante um assalto teve a ação frustrada por um Guarda Civil Municipal de Ilhéus. O caso aconteceu na região da Barreira, zona sul.

Após imobilizar o suspeito, o guarda acionou a Polícia e aguardou a chegada da viatura. Durante esse tempo, o agente utilizou uma técnica para imobilizar o homem e intimidá-lo para que ele não reagisse.

De acordo com informações do site Fábio Roberto Notícias, mesmo estando sob a mira de um revólver, testemunhas disseram que o suspeito tentou fugir, mas foi capturado e imobilizado. Ele foi conduzido à sede da 7º Coorpin para prestar esclarecimentos.

Droga estava escondida em imóvel no bairro Sarinha

Leia em: < 1 minuto

Nesta 4ª feira, policiais da Delegacia de Tóxicos e Entorpecentes de Itabuna apreenderam dezessete quilos de maconha no bairro Sarinha. Os investigadores estavam investigando imóveis que, possivelmente, eram utilizados como depósito de drogas quando encontraram os entorpecentes.

Além da maconha, foram apreendido também 160 gramas de crack, uma balança de precisão, quatro cartuchos para calibre 12, embalagens para acondicionar a droga e uma tesoura.

No imóvel onde a droga estava escondida, também foi encontrada a identidade do suspeito. 

Empresa na Região dos Lagos operava pirâmide financeira

Leia em: < 1 minuto

Policiais federais cumprem nesta 4ª feira (25.agosto) dois mandados de prisão temporária e 15 de busca e apreensão contra suspeitos de fraudes bilionários com criptomoedas. Segundo investigações da operação Kryptos, uma empresa sediada na Região dos Lagos fluminense operava um esquema de Ponzi (pirâmide financeira).

O esquema era baseado na oferta pública de contrato de investimento, sem prévio registro nos órgãos regulatórios. Segundo a PF (Polícia Federal), a empresa especulava no mercado de criptomoedas, com uma previsão insustentável de retorno financeiro sobre o valor investido.

Nos últimos seis anos, a movimentação financeira dessas empresas chegou a cifras bilionárias.

Os mandados, expedidos pela 3ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, estão sendo cumpridos em São Paulo, no Rio de Janeiro, Ceará e Distrito Federal. A investigação contou com apoio do Ministério Público Federal (MPF) e da Receita Federal. Da Agência Brasil.

PM precisou utilizar agentes químicos e munição não letal para dispersar a multidão // Foto de reprodução TV Santa Cruz

Leia em: < 1 minuto

Na madrugada de domingo (22.agosto), a Polícia Militar foi acionada e encerrou uma festa tipo paredão que estava acontecendo no Condomínio Jubiabá, Bairro Nova Ferradas, em Itabuna.

Segundo a PM, eles foram até o local depois de receber uma denúncia anônima que dizia que vários veículos estavam no condomínio com aparelhos de som ligados na maior altura. No local, os policiais encontraram várias pessoas aglomeradas fazendo uso de bebida alcoólica e sem máscara. Com a chegada da polícia, eles desligaram os sons.

Assim que a viatura deixou o local, a festa recomeçou e os policiais precisaram retornar e, mais uma vez, dispersar a multidão. Foi preciso utilizar agentes químicos e munição não letal para que as pessoas desistissem da comemoração clandestina.

Investigação descobriu ligação entre dupla criminosa que atuava no Sudoeste e no Estado de Goiás

Leia em: 2 minutos

Na manhã desta quinta-feira, a Polícia Federal deflagrou uma operação para combater crimes relacionados à falsificação e distribuição de notas falsas. Além de cumprir dois mandados de busca e apreensão no município de Botuporã, a justiça determinou o bloqueio das contas utilizadas pelos investigados.

Segundo a PF, a investigação teve início em janeiro do ano passado quando a Polícia Militar e a Polícia Federal prenderam um homem de Livramento de Nossa Senhora, no sudoeste do estado. Ainda de acordo com a polícia, esse homem foi preso porque teria ido à agência dos Correios da cidade para buscar uma encomenda contendo centenas de reais em notas falsas. A investigação também aponta que outro morador dessa mesma região atuava na aquisição de notas falsas e na dispersão dessas notas.

A investigação desvendou também a participação de um suspeito do Estado de Goiás, que era responsável pela venda e remessa de milhares de notas falsas por dia para todo o país. Contra ele, havia dois mandados de prisão preventiva, além de outras investigações. Ele acabou sendo preso pela PM em junho deste ano na cidade de Anicuns, em Goiás, por uso de documento falso.

A negociação entre o núcleo da associação criminosa do sudoeste da Bahia e o fornecedor de Goiás resultou na combinação do valor de R$ 300,00 para cada lote de R$ 1.000,00 falsos. As remessas eram feitas com frequência para o endereço dos investigados através dos Correios que chegou a interceptar, pelo menos, três delas.

Notícias mais lidas

Outros assuntos