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Prefeito Ferlú Mansur e Dr Filemon têm relação de amizade há muitos anos

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Notícia boa para a população de Arataca! A convite do prefeito Ferlú Mansur (PSD), o médico cardiologista e grande nome da Medicina baiana, Dr. Filemon Jovita, passou a fazer parte do quadro de saúde do município.

A boa relação entre Ferlú e Dr Filemon existe há anos e, assim que foi feito o convite, o médico não titubeou em aceitar fazer parte da mudança que está acontecendo na cidade. Feliz com a notícia, o prefeito declarou que a chegada do médico é imprescindível na melhoria do serviço ofertado à população: “Dr Filemon é um grande amigo e um excelente profissional. Tenho certeza de que vai cuidar dos pacientes com muito cuidado, respeito e amor, que é o que o povo merece”.

Dr. Filemon, Dr. José Henrique e Dr. Carlos Coelho: equipe médica “de peso” que atendem no município de Arataca. 

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Os vereadores: Lindomar, Professor Fabrício, Laryssa de Maurício, Dr Filemon Filho (coordenador odontológico), Juliana Chagas, Zé Coelho e Binho de Walmir

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Na última 2ª feira (25.abril), o cirurgião-dentista e coordenador odontológico do município de Arataca, Dr Filemon Filho, visitou à Câmara de Vereadores da cidade para assistir a uma sessão. Na ocasião, ele fez questão de registrar o momento ao lado dos edis e agradecer a recepção de todos.

De acordo com o odontólogo, é imprescindível que os Poderes e a sociedade em geral se unam em prol do bem comum, que é melhorar a vida das pessoas: “Eu me coloquei à disposição no que for preciso. Nosso partido tem que ser Arataca, esquecer os partidos, diferenças e lutarmos pelo bem comum de todos”.

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De janeiro até a última quarta-feira, foram diagnosticados 449 casos de dengue, 60 de chikungunya e 8 de zika em Itabuna

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Há quatro semanas, a secretaria de Saúde de Itabuna está monitorando os casos de doenças relacionadas ao mosquito Aedes Aegypti e, infelizmente, os números são crescentes. Por esse motivo, o órgão emitiu um alerta vermelho para que a população fique atenta aos sinais da dengue, zika e chikungunya a fim de evitar uma epidemia.

De acordo com dados da Vigilância em Saúde do município, de janeiro até a última 4ª feira (20.abril), 449 casos de dengue, 60 de chikungunya e 8 de zika foram identificados em Itabuna. Nesse mesmo período do ano passado, as três enfermidades somavam 154 casos, ou seja, há um aumento significativo.

A orientação da secretaria de Saúde é que, em casos de sintomas como febre alta, dores musculares e nas articulações, náusea e coceira, as pessoas procurem as unidades de saúde. Nesses locais, os profissionais vão saber diagnosticar os pacientes e solicitar o exame, que é coletado e enviado para o Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen) em Salvador.

Atualmente, o índice predial de infestação do mosquito em Itabuna é de 6,64% quando o preconizado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) é de apenas 1%. Vale salientar que, além do serviço incansável dos agentes de combate às endemias, a população precisa ajudar e cuidar das próprias casas. Em casos de denúncias, é possível acionar o Disk Dengue pelos números 73 3612-8324 ou pelo perfil no Instagram @endemiasemfoco.

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A aposentada Maria Francisca do Rosário Franco, de 81 anos, recebeu alta médica, na última 4ª feira (20.abril), menos de 48 horas depois de ser submetida a um implante percutâneo Transcateter de Válvula Aórtica (TAVI), no Hospital Calixto Midlej Filho, em Itabuna. O caso da aposentada foi o décimo segundo na instituição, porém o primeiro no sul, extremo-sul, baixo-sul e sudoeste da Bahia em que um paciente não precisou receber anestesia geral para o procedimento médico, que durou menos de duas horas.
Durante o implante realizado no último dia 18, os médicos e dona Maria Francisca ficaram conversando. “Dona Francisca acompanhou todo o procedimento enquanto batíamos papo com ela. Foi uma intervenção minimamente invasiva, o que possibilita uma recuperação rápida do paciente”, esclarece o chefe do Serviço de Hemodinâmica da Santa Casa de Itabuna, o médico hemodinamicista Gláucio Wernerck Mozer.

O especialista explica que o implante de válvula aórtica percutânea representa um enorme ganho para o paciente, pois a recuperação ocorre em um período de tempo extremamente curto. “Essa paciente, por exemplo, recebeu apenas uma sedação leve para o implante da prótese na posição aórtica com sucesso. A paciente saiu da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para o apartamento 24 horas depois e recebeu alta médica 48 horas após o procedimento”.

Gláucio Wernerck ressalta que este ano completa 20 anos do primeiro implante realizado pelo médico Cribier na França e, que naquela época, os implantes de válvula aórtica eram recomendados somente para pacientes de muito alto risco em que a cirurgia convencional era quase proibitiva por causa da mortalidade em torno de 80%. Hoje, o cenário é outro, com baixa morbimortalidade (em torno de 20% a 30%).

REFERÊNCIA EM INTERVENÇÕES CARDIOVASCULARES
O chefe do Serviço de Hemodinâmica da Santa Casa avalia que o procedimento inédito na região é uma prova de que Itabuna se destaca como referência em procedimentos de alta complexidade na área de intervenções cardiovasculares. “Esperamos que esse procedimento passe a contar com cobertura do Sistema Único de Saúde (SUS) para que um maior número de pessoas possam ser beneficiados com o tratamento inovador”.

A estenose aórtica é uma patologia prevalente em pessoas acima de 70 anos e, entre os principais sintomas estão tonturas, dor no peito, cansaço e dispneia. Se não forem tratados, menos da metade dos portadores de estenose aórtica sintomáticos sobrevivem por mais dois anos. “A paciente submetida ao procedimento já vinha perdendo o sentido, apresentava cansaço aos mínimos esforços e dor no peito. Ou seja, vinha tendo uma péssima qualidade de vida”, detalha o médico Gláucio Wernerck,

Maria Francisca do Rosário recorda-se que, durante o procedimento, conversou muito com os médicos, mas não se lembra exatamente sobre o de que falaram. “Lembro-me bem do momento em que o doutor perguntou se eu estava com sono, informando que o procedimento já iria começar. Estava muito confiante nos médicos e graça a Deus ocorreu tudo bem”.

Ela conta que já não mais sente as tonturas, falta de ar e cansaço, sintomas que a perseguiam constantemente. Disse ainda que está muito feliz por voltar para convivência com os filhos, netos, bisnetos, genros e noras. A aposentada comemora ainda o fato de puder voltar a frequentar às missas na Igreja São Judas Tadeu, na Avenida Ilhéus.

Filha da paciente, a comerciante Maria Rachel Franco Lopes conta que a família estava muito preocupada com o quadro de saúde de dona Maria Francisca, que precisava ser acompanhada por 24 horas. “Percebemos que o quadro de saúde dela se agravava rapidamente. Por isso, procuramos logo um especialista. Sentimos confiança na equipe quando fomos informados sobre qual tipo de procedimento seria feito. É muito bom para toda a família ter a nossa mãe de volta para casa”.

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22 novos casos foram contabilizados nas últimas 24 horas

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No boletim epidemiológico divulgado ontem (24.abril) pela Secretaria de Saúde do Estado da Bahia, consta que o estado tem, atualmente, 354 casos ativos da infecção pelo coronavírus. Desses, 22 foram diagnosticados nas últimas 24 horas.

Além disso, também nas últimas 24 horas, 36 pessoas se recuperaram da doença e outras 6 perderam a vida. Dos 1.541.077 casos confirmados desde o início da pandemia, 1.510.883 já são considerados recuperados e 29.840 tiveram óbito confirmado.

Em relação à imunização contra o vírus, até o momento, há 11.489.974 pessoas vacinadas com a primeira dose, 10.622.903 com a segunda dose ou dose única e 5.358.972 com a dose de reforço. Do público de 5 a 11 anos, 868.745 crianças já foram imunizadas com a primeira dose e 298.844 já tomaram, também, a segunda dose.

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Com diabetes há quase 30 anos, Matilde Reis dos Santos começou a ser atendida no Cedeba (Centro de Diabetes e Endocrinologia da Bahia). O que mais a incomoda, atualmente, são os dentes que começaram a amolecer. Hoje ela foi atendida no ambulatório de Odontologia do Cedeba, de onde foi encaminhada há dois anos para a Faculdade de Odontologia, a fim de fazer uma cirurgia.

O problema de Matilde, 64 anos, é causado pela doença periodontal (atinge a gengiva e o osso) e está presente em 75% das pessoas com diabetes. Mas a doença pode ser evitada, e a prevenção começa com a higiene bucal, como destaca a líder da odontologia do Cedeba, Maria Mercedes Freitas.

O controle da glicemia é muito importante para evitar e controlar a doença periodontal, segundo Maria Mercedes Freitas. A glicemia elevada aumenta o risco de doença periodontal, e a infecção causada contribui para elevação da glicemia.

CAUSA DO PROBLEMA
A doença periodontal, como explicou Maria Mercedes Freitas, causa problema de autoestima pela questão estética da perda dos dentes e compromete a mastigação. Tudo começa com a placa bacteriana, também chamada de placa dental, formada por agregados bacterianos sobre os dentes ou outras estruturas duras da boca. No início, podem aparecer sangramento na gengiva, gengiva avermelhada e inchada e a presença de placa e tártaro.

A gengivite, se não for cuidada, evolui para a periodontite, provocando afastamento da gengiva entre os dentes, exposição da raiz dos dentes, abscesso, amolecimento dos dentes, mau hálito e sensibilidade ao frio ou ao quente. É preciso manter o controle da glicemia (taxa de açúcar no sangue) e consultar o dentista a cada seis meses. Na presença de qualquer alteração, procurar imediatamente a equipe de saúde.

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A vacina é o método mais eficaz para manter a queda de casos ativos e na taxa de óbitos

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Pela primeira vez desde o início da pandemia, Ilhéus não registrou nenhum caso positivo da Covid-19 em 24 horas. Além disso, a cidade não contabiliza mortes em decorrência da doença há mais de um mês. Para o prefeito Mário Alexandre, a queda acentuada é resultado das ações para conter a transmissão do vírus, que incluem o avanço da vacinação. As informações foram dadas pela Secretaria Municipal de Saúde nesta 5ª feira (14.abril).

A vacina é o método mais eficaz para manter a queda de casos ativos e na taxa de óbitos, fato que contribui para melhora do cenário na cidade. Estudos mostram, por exemplo, que o risco de morte entre idosos não vacinados ou com a imunização incompleta é 40 vezes maior que entre aqueles que tomaram as três doses contra a Covid-19.

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O Hospital Materno-Infantil Dr. Joaquim Sampaio, em Ilhéus, realizou ontem 3ª feira (5.abril) o primeiro parto na água, desde a sua inauguração, em dezembro do ano passado. O parto na água é uma técnica em que a mãe fica dentro de uma banheira com água aquecida entre 36°C e 37°C. É considerada uma técnica muito vantajosa para a futura mãe, pois a água morna causa aumento da irrigação sanguínea, diminuição da pressão arterial, além de relaxamento muscular, o que alivia as dores das contrações, facilitando a saída do bebê. Entre os benefícios para o bebê está o fato de que, ao nascer em temperatura e ambiente semelhantes ao do útero, ele sente menos os efeitos externos, como luz e barulho, chegando ao mundo de forma mais natural e menos traumática.

Ágata nasceu no início da tarde com 3,255 Kg. Melinda, a mãe, de 19 anos, chegou a defender entre familiares a tese do parto cesariana da sua primeira filha. Mas foi convencida pela equipe técnica do Centro de Parto Normal (CPN) do hospital, a optar pelo método da banheira. “A banheira é uma técnica nova e não existe este modelo de parto em hospitais de Ilhéus e Itabuna”, destacou a enfermeira obstétrica Danielle Patrocínio. Ela explica que apesar da técnica estar disponível no hospital materno-infantil desde a sua inauguração, o primeiro parto só ocorreu quase quatro meses depois por que é preciso, sobretudo, estimular novas técnicas e uma mudança de cultura de que o parto deve sempre ocorrer no leito hospitalar, com a paciente deitada.

O HMIJS é o primeiro hospital da região a disponibilizar esta técnica às suas pacientes. A doutora Esther Vilela, diretora médica do HMIJS, especialista em Ginecologia e Obstetrícia, se tornou referência para o Ministério da Saúde, ao ser responsável pela implantação de um modelo de atenção humanizada ao parto e nascimento. Ela explica que para o parto transcorrer da melhor maneira possível – e de forma humanizada – a mulher precisa ter a liberdade para vivenciar o seu trabalho de parto da forma que ela quiser, se movimentando, indo para o chuveiro, para a banheira, a bola, o cavalinho ou banqueta vertical, que são outras opções de alívio da dor que auxiliam o parto normal. Todos estes métodos já são oferecidos pelo Hospital Materno-Infantil.

“Confesso que eu até tinha o sonho de parir dentro d´água. Mas não sabia que aqui podia”, afirma, agora aliviada, a paciente Melinda, moradora do distrito de Sambaituba, zona rural de Ilhéus. “Quando eu entrei na banheira, aquela água morninha, eu relaxei. O acolhimento que recebi dando possibilidades de técnicas me ajudou bastante e a melhor sensação nesta hora é se sentir mais à vontade. A presença da equipe ao meu lado também ajudou”, revela. O parto de Melinda teve o acompanhamento de técnicas e enfermeiras, da médica pediatra Veruska Lino da Silva, da enfermeira obstétrica Danielle Patrocínio e da irmã da paciente. Coube à tia da pequena Ágata o simbolismo do corte do cordão umbilical.

Danielle ressalta que toda a assistência ao bebê foi feita ainda dentro da banheira, no colo da mãe, mantendo o contato pele a pele. Apesar do primeiro parto neste modelo ocorrer somente agora, a enfermeira obstétrica destaca que esse é o modelo que toda a equipe do Materno-Infantil quer ver acontecer. “É uma forma mais acolhedora e humanizada de parir”. Hospital Materno-Infantil realiza seu primeiro parto na banheira

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Até o momento, a segunda dose já foi aplicada em 85,51% da população vacinável com idade igual ou acima de 12 anos

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Ilhéus tem 133.046 pessoas vacinadas com as duas doses ou dose única contra a Covid-19, de acordo com os dados da Secretaria de Saúde. Até o momento, a segunda dose já foi aplicada em 85,51% da população vacinável com idade igual ou acima de 12 anos.

Conforme a Sesau, no período compreendido entre 1º e 31 de março foram ministradas 16.870 unidades da vacina, das quais 927 correspondem ao primeiro ciclo (D1) e 2.176 referem-se ao segundo ciclo (D2), além de 11.286 doses de reforço (terceira dose), aplicação de 134 vacinas relativas à 4ª dose e 2.347 doses pediátricas.

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A medida foi anunciada neste sábado (2.baril), durante agenda no município de Brejões. A dispensa da máscara vale apenas para áreas abertas, incluindo os estádios de futebol. Em espaços fechados, a exemplo do transporte público, a máscara segue obrigatória.

De acordo com Rui, a decisão foi tomada após reunião com a Secretaria da Saúde do Estado, ocorrida na noite de ontem.

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