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Atendimentos de urgência e emergência no Pronto-Socorro passarão por alterações por causa das obras na unidade

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A prefeitura de Itabuna, por meio da assessoria de comunicação, informou que haverá alterações no atendimento de urgências e emergências no Pronto-Socorro do Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães a partir da próxima segunda-feira (14.outubro). As alterações devem acontecer por causa das obras de requalificação da unidade.

O espaço atual será reformado e, portanto, os pacientes serão realocados para outro ambiente, mas o atendimento continuará sendo prestado como de costume no hospital classificado como ”portas abertas” do Sistema Único de Saúde (SUS).

📷 Pedro Augusto

Segunda dose do imunizante precisa ser administrada em intervalo de até 90 dias

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A secretaria de Saúde de Itabuna está alertando a população sobre a necessidade de completar o esquema vacinal contra a Dengue. Até o momento, são baixos os registros de adolescentes com idade entre 10 a 14 anos que tenham tomado a segunda dose do imunizante.

O chamamento é para que pais e responsáveis fiquem atentos aos prazos já que estamos com altas temperaturas nos dias iniciais da primavera e, em seguida, vem o verão com temperaturas ainda mais altas. Para proteger o público mais suscetível às complicações da doença, é preciso administrar a segunda dose em um intervalo de 90 dias.

Todas as unidades de saúde têm a vacina disponível e funcionam pela manhã e pela tarde de segunda a sexta-feira.

Bahia tem seis casos confirmados da doença de janeiro até agora

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A Vigilância Epidemiológica da Bahia confirmou o sexto caso de botulismo no estado em 2024. Com essa nova confirmação, aumenta para seis o número de casos confirmados da doença.

Três pacientes permanecem hospitalizados, um já teve alta médica e outros dois, infelizmente, morreram. Em 2023, foram dois casos confirmados durante o ano inteiro.

O botulismo é uma doença neuroparalítica grave, rara, não contagiosa, causada pela ação de uma potente toxina produzida pela bactéria Clostridium botulinum. O agente etiológico entra no organismo por meio de ferimentos ou pela ingestão de alimentos contaminados que não têm produção e/ou conservação adequada.

📷 Agência Brasil

Resolução foi publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu, em todo o território brasileiro, a fabricação, importação, comercialização e o uso em serviços de saúde de termômetros e esfigmomanômetros com coluna de mercúrio. A resolução foi publicada no Diário Oficial da União.

Os equipamentos abrangidos pela resolução têm uma coluna transparente contendo mercúrio e a finalidade de aferir valores de temperatura corporal e pressão arterial. Os aparelhos que forem retirados de uso devem seguir as Boas Práticas de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde, fixadas pela Anvisa em 2018.

Em 2022, a diretoria colegiada da Anvisa aprovou, em reunião pública, uma iniciativa regulatória sobre o tema, atendendo a uma demanda da Convenção de Minamata, ocorrida no Japão em 2013 e da qual o Brasil é signatário. Pela convenção, o mercúrio deveria ter seu uso reduzido em todo o mundo até 2020.

O metal pesado, segundo a agência, não representa perigo direto para usuários de termômetros ou de medidores de pressão, mas configura perigoso agente tóxico no meio ambiente quando descartado. A Anvisa destacou que esses equipamentos já contam com alternativas de mercado que não utilizam coluna de mercúrio.

Dados do Ministério da Saúde também apontam que esquema vacinal de duas doses não foi aplicado como deveria

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Das 4.792.411 vacinas contra a dengue distribuídas pelo governo federal aos estados e ao Distrito Federal desde fevereiro, quando a imunização começou, apenas 2.341.449 doses foram registradas como aplicadas no Sistema Único de Saúde (SUS) até o último dia 15. O saldo, portanto, é de 2.448.647 de doses que não tiveram o registro de aplicação.

O balanço mostra ainda que, ao longo de pouco mais de sete meses de imunização contra a dengue, 1.819.923 crianças e adolescentes com idade entre 10 a 14 anos receberam as duas doses necessárias para concluir o esquema vacinal enquanto 521.497 receberam somente a primeira dose. A recomendação do ministério e do próprio fabricante da Qdenga é que a segunda dose do imunizante seja aplicada após três meses após a aplicação da primeira.

📷 Divulgação Agência Brasil

Workshop acontecerá na sede da Igreja Batista Teosópolis, em Itabuna

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A Associação de Beneficência e Cultura Teosópolis (ABCT), por meio do projeto PSI-ABCT, que oferece atendimentos psicológicos gratuitos à população através de psicólogos voluntários, realizará o Primeiro Workshop Setembro Amarelo com o tema “Cultivando o Bem-estar Emocional”. A iniciativa acontece no próximo sábado (21.setembro), a partir das 14h30, na sede da Igreja Batista Teosópolis, no Bairro Conceição, em Itabuna.

O projeto, que, tradicionalmente, realiza campanhas de conscientização pela qualidade de vida no mês de setembro, contará com uma mesa redonda e diversas oficinas temáticas ministradas por psicólogos. O painel abordará o tema Depressão no Século XXI, Abordagens Multidisciplinares e Desafios Contemporâneos.

A mesa redonda contará com a participação da psicóloga Ingrid Almeida, do médico psiquiatra William Schelb, da psiquiatra infantil Thatiana Paz, da personal trainer Vanessa de Oliveira, da nutricionista Evenina Mattos e do Pastor Geraldo Meireles, sob mediação do Pastor Tiago Souza.

Número supera o total de casos notificados ao longo de todo o ano de 2023

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De janeiro a agosto, o Brasil registrou 945 casos confirmados ou prováveis de mpox, mais conhecida como varíola dos macacos. O número supera o total de casos notificados ao longo de todo o ano passado, quando foram contabilizados 853 casos.

De acordo com o boletim, o Sudeste concentra a maior parte dos casos (80,7%). Os estados com maiores quantitativos de casos são São Paulo (51,5%), Rio de Janeiro (22,9%), Minas Gerais (5,5%) e Bahia (4,1%).

Dos municípios com maior número de casos confirmados e prováveis da doença, estão São Paulo (36,3%), Rio de Janeiro (16,9%), Belo Horizonte (4,6%), Salvador (3%) e Brasília (2,1%). Dos atuais 264 casos suspeitos de mpox no Brasil, o estado de São Paulo responde por 40,5%, com 107 casos.

O perfil de casos confirmados e prováveis no Brasil continua sendo, majoritariamente, composto por pessoas do sexo masculino na faixa etária de 18 a 39 anos. Apenas um caso foi registrado na faixa etária de até 4 anos.

De acordo com o Ministério da Saúde, não foram registrados óbitos por mpox no Brasil ao longo deste ano. Também não foram notificados no país casos da nova variante 1b. A cepa foi identificada pela primeira vez em setembro do ano passado na República Democrática do Congo, que enfrenta surtos da doença desde 2022.

Cidades de Prado, Pedrão e Pindobaçu lideram lista de infecções no estado

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Dados do Ministério da Saúde apontam que a Bahia tem o maior número de casos confirmados de catapora em todo o Brasil em 2024. Entre janeiro e 21 de agosto, foram 482 ocorrências registradas e as cidades de Prado, Pedrão e Pindobaçu lideram a lista de infecções.

Segundo a Secretaria de Saúde da Bahia (Sesab), a maior incidência tem sido em bebês menores de um ano de idade, uma média de 26,2 casos para cada 100 mil habitantes e em crianças de 1 a 4 anos, com 15,5 confirmações para cada 100 mil habitantes.

A catapora tem o nome científico de Varicela, é provocada pelo vírus Varicela-Zoster e é mais comum em crianças. A doença é altamente contagiosa e pode provocar sintomas como manchas vermelhas e bolhas no corpo, mal-estar, cansaço, dor de cabeça, perda de apetite e febre baixa.

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Estado de São Paulo lidera o ranking de casos de dengue grave

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De janeiro a agosto deste ano, o Brasil registrou 6.500.835 casos prováveis de dengue. Dados do Painel de Monitoramento de Arboviroses do Ministério da Saúde contabilizam, ainda, 5.244 mortes confirmadas e 1.985 em investigação para a doença.

Os números mostram que 55% dos casos de dengue foram identificados entre mulheres e 45% entre homens. As faixas etárias que mais contabilizaram infecções pela doença são de 20 a 29 anos; de 30 a 39 anos; e de 40 a 49 anos. Já os grupos menos atingidos são crianças com menos de 1 ano; idosos com 80 anos ou mais; e crianças de 1 a 4 anos.

São Paulo lidera o ranking de estados que registraram o maior número de dengue grave ou com sinais de alarme este ano, com um total de 24.825 casos. Em seguida, aparecem Minas Gerais (15.101), Paraná (13.535) e Distrito Federal (10.212). Já os estados com menos casos graves ou com sinais de alarme são Roraima (3), Acre (11), Rondônia (33) e Sergipe (62).

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Bahia é o terceiro estado brasileiro com mais casos registrados até o momento

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Com 254.095 casos prováveis no Brasil ao longo de 2024, além de 161 mortes confirmadas e 155 em investigação, a chikungunya começa a adquirir, paulatinamente, expressão e importância nacional. O coeficiente de incidência da chikungunya no Brasil, neste momento, é de 125,1 casos para cada grupo de 100 mil habitantes.

A maioria das infecções foi registrada entre mulheres (60%). Em relação à raça, pessoas pardas respondem por 66,7% dos casos, seguidas por brancos (24,4%), pretos (7%), amarelos (1,5%) e indígenas (0,2%). As faixas etárias mais afetadas pela doença incluem os grupos de 20 a 29 anos; de 40 a 49 anos; de 30 a 39 anos; e de 50 a 59 anos, respectivamente.

O estado de Minas Gerais concentra a maior parte dos casos de chinkungunya (159.844). Em seguida, estão Mato Grosso (19.018), Bahia (15.508), Espírito Santo (13.058) e São Paulo (10.667). Já as unidades federativas com menos infecções pela doença são Roraima (36), Amazonas (102), Rondônia (224), Acre (264) e Amapá (322).

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