Encontro contou com a participação de médicos, enfermeiros e fisioterapeutas

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Os profissionais da saúde de Uruçuca participaram da Capacitação em Manejo Clínico, Vigilância e Prevenção de Incapacidades em Hanseníase, reforçando o compromisso da gestão municipal com a formação contínua das equipes e o fortalecimento da atenção básica. O encontro contou com a participação de médicos, enfermeiros e fisioterapeutas.

Durante a capacitação, foram abordados temas essenciais como diagnóstico precoce, tratamento adequado, estratégias de vigilância ativa e formas de prevenção de incapacidades. A capacitação visa garantir um atendimento mais qualificado, humanizado e resolutivo, alinhado às diretrizes do SUS e à política de enfrentamento da hanseníase como problema de saúde pública.

 

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Diagnóstico e tratamento podem ser realizados nas unidades de saúde do município

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Até a próxima 6ª feira (3.fevereiro), os funcionários das Unidades Básicas e de Saúde da Família do município de Itabuna vão desenvolver ações para esclarecer a população sobre os sintomas, transmissão e tratamento da Hanseníase. No mês de janeiro, foram identificados dois casos da doença que causa lesões na pele e danos aos nervos.

Já no ano passado, de janeiro a dezembro, foram diagnosticados 36 casos da doença em toda a cidade. Em 2021, foram 18. De acordo com a coordenadoria do programa de Hanseníase, os casos aumentaram de um ano para o outro porque as pessoas estavam mais preocupadas com a Covid-19.

Tanto o diagnóstico como o tratamento da enfermidade podem ser realizados nas unidades de saúde dos bairros. Ainda segundo a coordenadoria, 90% dos pacientes que iniciaram o tratamento em 2022 são portadores das formas multibacilares da Hanseníase, ou seja, podem transmitir a doença.

A doença é infecciosa e crônica, mas tem cura se o paciente fizer o tratamento correto que dura entre 6 e 12 meses. O importante é estar atento aos sinais, como manchas claras ou avermelhadas em qualquer parte do corpo, dormência, sensação de formigamento, caroços, placas, dores nos nervos e até inchaço nas orelhas.

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Ilustração: Programa previne hanseníase em Itabuna

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Profissionais de Saúde, agentes comunitários e estudantes de medicina, continuam com as ações nas salas de espera nas Unidades Básicas e de Saúde da Família, num trabalho da Secretaria Municipal de Saúde. Até o dia 1º, as equipes vão esclarecer a população sobre a importância de identificar os sinais e sintomas da Hanseníase, uma doença causada pelo Mycobacterium leprae ou bacilo de Hansen.

Entre os sinais da doença, estão manchas vermelhas, esbranquiçadas ou amarronzadas. Além de nódulos, caroços e placas que podem aparecer em qualquer parte do corpo, inclusive na orelha, com perda ou alteração de sensibilidade térmica (frio e calor), tátil (ao tato) e à dor.

O trabalho desenvolvido  pelas equipes  integra as atividades do Janeiro Roxo, mês de combate à Hanseníase, mas que por causa da enchente e do surto da gripe precisaram ser adiadas. Qualquer médico clínico pode identificar os sintomas.

Profissionais da Secretarial Municipal de Saúde atuam na prevenção da Hanseníase.

A enfermeira sanitarista Moema Farias de Oliveira, explicou que a doença tem cura e pode ser diagnosticada nas próprias unidades de saúde através do teste de sensibilidade. Ela integra a Divisão de Vigilância Epidemiológica do Departamento de Vigilância em Saúde, responsável pelo Programa de Hanseníase.

“O  tratamento é realizado com antibióticos durante seis meses. O paciente deve ir uma  vez por mês à unidade de saúde e depois segue o tratamento em casa”, disse Moema. Atualmente, a cidade tem 31 pessoas em tratamento contra a doença nas UBS e USF. “Mas acreditamos que o número seja maior”, pondera Moema.

Nos próximos  dias 4, 6 e  8 de abril, as pessoas com suspeita da Hanseníase terão  atendimento médico no Centro de Saúde José Maria de Magalhães Neto (antigo F-Sesp, que é unidade de referência. “Elas vão passar por uma triagem, das 8 às 12 horas”, informou a enfermeira sanitarista.

Moema ressalta que, em estágio avançado, a Hanseníase pode ser transmitida de pessoa para pessoa. Por isso, a importância do diagnóstico precoce. “Segundo o Ministério da Saúde, Itabuna tem características de endemicidade para a doença. Isso porque as pessoas com manchas procuram pouco a ajuda médica e o diagnóstico é tardio”, alerta a responsável pelo Programa de Hanseníase.

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