Durante a matrícula é fundamental seguir os protocolos contra o Covid-19 // Foto de Eduardo Lessa

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O Colégio da Polícia Militar – BA, divulgou a lista dos candidatos suplentes do sorteio para as vagas na diversas unidades dos Colégios da Polícia Militar da Bahia. A lista está disponível neste endereço, clique.

Vale ressaltar que para a matrícula os pais ou o responsável legal pelo candidato contemplado deverão (á) dirigir-se à unidade CPM escolhida no ato da inscrição, entre os dias 25/05 e 28/05/21, das 08h00min às 17h00min. 

Advogado e professor universitário Dr. Leandro Alves Coelho

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No décimo ano de fundação da Academia de Letras Jurídicas do Sul da Bahia (ALJUSBA), hoje 20 de maio, entrevistamos o advogado e professor universitário Dr. Leandro Alves Coelho, um dos seus fundadores e o seu histórico primeiro presidente.

Coelho é um advogado militante com pós-graduado em Metodologia do Ensino Superior com especialização em Direito Tributário pela Unisul. Mestre em Planejamento e Gestão Ambiental com ênfase em Tributação e Meio Ambiente pela Universidade Católica de Salvador (UCSAL). Professor de Graduação e Pós-graduação. Membro-fundador e ex-presidente da Academia de Letras Jurídicas do Sul da Bahia (ALJUSBA) e autor do livro “ICMS Ecológico – Aplicável à área de influência do Complexo Intermodal do Sul da Bahia”.

Quem são os fundadores da Academia de Letras Jurídicas do Sul da Bahia (ALJUSBA)?
Leandro Coelho – Sem sombra de dúvida, o idealizador da ALJUSBA, é o advogado e professor Vercil, Rodrigues, que junto comigo, Leandro Alves Coelho, Dr. José Carlos Oliveira, Dr. Cosme Reis e Dr. Paulo Bomfim fundou a Academia, no dia 20 de maio de 2011, portanto, a 10 anos, na cidade de Itabuna, apesar da ‘Casa das Letras Jurídicas”, pertencer aos operadores do Direito e juristas do Sul da Bahia.

Como surgiu ALJUSBA?
Leandro Coelho – Surgiu de um anseio da comunidade jurídica sulbaiana em ter uma instituição que pudesse reunir os grandes nomes do mundo jurídico em nossa região. Sabíamos que já existia a Academia de Letras Jurídicas da Bahia com sede em Salvador, mas a mesma não oportunizava de forma igualitária espaço de divulgação de nomes de destaques de outras regiões que não aqueles atuantes em Salvador. Sendo assim, a ALJUSBA veio para atender esse anseio de toda comunidade do Sul do estado em busca de espaço, reconhecimento e visibilidade.

Como se deu seu o processo de criação e estruturação da ALJUSBA?
Leandro Coelho – Inicialmente, com a ideia em mente de alguns dos fundadores, o primeiro passo foi fazer o levantamento histórico dos patronos e dos “imortais” que iriam compor as cadeiras, bem como quais eram seus respectivos legados para a comunidade jurídica. É de bom alvitre informar que a academia contou com os préstimos de Vercil Rodrigues, pois o mesmo além de ser jurista é, antes de tudo, historiador, tal fato auxiliou demais na compilação de dados acerca daqueles que comporiam a nossa academia de letras jurídicas sulbaiana, sediada em Itabuna.

Como ocorreu o processo de escolha dos integrantes da academia, os imortais?
Leandro Coelho – Nesse aspecto tínhamos um propósito de compor a Academia com integrantes de todos os ramos de atuação do Direito, ou seja, juízes, advogados, promotores, professores universitários de cursos de Direito, delegados, servidores público dos tribunais, desde que todos eles tivessem um ponto de convergência, qual seja, a produção literária no âmbito da ciência jurídica. E assim foi feito.

Com foi a recepção da ideia de formação da ALJUSBA pelos escolhidos a ocupar uma cadeira como imortais?
Leandro Coelho – Foi a melhor possível. Como não se empolgar com um convite desta natureza? Foi uníssona a recepção da ideia por todos escolhidos, que diga se de passagem foram democraticamente eleitos em votação secreta pelos membros fundadores da “Casa da Letras Jurídicas Sulbaiana”, pois era extensa a lista. Me recordo que todos receberam a ideia com muito entusiasmo e empolgação.

Depois da compilação dos dados históricos e a escolha dos imortais e patronos, quais foram as ações realizadas pelos fundadores da ALJUSBA?
Leandro Coelho – Primeiro passo foi a votação do Regimento e Convenção da Academia, logo em seguida foi necessário formalizar os atos constitutivos como a criação de uma pessoa jurídica própria, bem como, a realização de todos os atos escriturários para que a ALJUSBA pudesse ter personalidade jurídica própria, de modo a atender todas as formalidades necessárias para que ela, de fato, saísse do papel. Nesse interim mais uma vez a pessoa do Dr. Vercil Rodrigues com o meu apoio, de Dr. José Carlos Oliveira, Paulo Bomfim, dentre outros, foram essenciais para a finalização dos demais detalhes formais. Após todas as burocracias, encomendamos as becas, insígnias personalizadas e logomarca para a ALJUSBA, o que não poderia faltar diante das grandiosidade da instituição.

Como ocorreram a posse e a instalação da ALJUSBA?
Leandro Coelho – A posse foi mágica e inesquecível!!! Ocorreu há 10 anos atrás. Cada imortal convidou um padrinho para a entrega das insígnias. A cerimônia ocorreu na sede da Loja Maçônica Areópago Itabunenses em um auditório lotado e teve a primeira diretoria empossada, a qual era composta por mim – Leandro Coelho, presidente, Vercil Rodrigues, vice-presidente, José Carlos Oliveira, tesoureiro, Paulo Bomfim, secretário-geral e Cosme reis, diretor de biblioteca, me recordo que estavam presentes os grandes nomes do jurídico sulbaiano e da capital, Na oportunidade, diversos integrantes discursaram, sendo que meu destaque foi a presença do saudoso membro honorário da Academia, o jurista Dr. Eurípedes Brito Cunha, ex-presidente da OAB-BA e ex-conselheiro federal da OAB, que discursou e atribuiu um ar de empolgação à cerimônia. Ele sabia da grandiosidade do ato e me recordo que no alto de sua sabedoria e experiência enalteceu a atitude daqueles que ousaram fundar a ALJUSBA e das qualidades daqueles que estavam sendo empossados.

Em sua gestão, o que senhor destaca como principais conquistas institucionais?
Leandro Coelho – Destaco a realização da posse, a aquisição das indumentárias inerentes à academia. Em seguida, a criação dos site www.academiadeletrasjuidicasdosuldabahia.com que foi um grande avanço, pois foi e é através dele que pudemos reunir os dados dos patronos como principal arcabouço histórico da nossa Academia. Em seguida, não menos importante, a criação de um portfólio em homenagem a um dos patronos, o saudoso e brilhante Francolino Neto e a criação do Boletim da Academia. Por fim, destaco, ainda a divulgação dos integrantes da ALJUSBA em seus diversos eventos de natureza jurídica na nossa região, no Estado da Bahia e até mesmo fora dele.

Com se sente por ter sido historicamente o primeiro presidente da ALJUSBA, a “Casa das Letras Jurídicas Sulbaiana”?
Leandro Coelho – Me sinto muito lisonjeado, pois entendi como um referendo para a minha trajetória jurídica, a qual estava apenas se iniciando diante de todos aqueles nomes já exaltados na comunidade jurídica sulbaiana. Por isso, procurei honrar o múnus enquanto estive na presidência.

O que mais chamou sua atenção do ponto de vista pessoal enquanto esteve na presidência da ALJUSBA?
Leandro Coelho – Desde o convite, o que mais me chamou a atenção foi o fato de ocupar a cadeira 3, a qual tem como patrono o jurista JJ. Calmon Passos. Me recordo que ainda na minha graduação assisti uma palestra do mestre em um encontro baiano de advocacia e fiquei encantado com tamanha sabedoria reunida em uma única pessoa. Sendo assim, ocupar a cadeira com o nome do mesmo fez com que me sentisse ainda mais responsável por desenvolver um bom trabalho frente aos destinos da ALJUSBA. 

A professora Flávia Alessandra, doutora em Sociologia, foi a única pesquisadora brasileira no evento, no qual representou a Uesc

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A professora Flávia Alessandra de Souza, doutora em Sociologia lotada no Departamento de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Estadual de Santa Cruz (DFCH/Uesc), apresentou conferência no The IIE”s Varsity College, em Durban, Africa do Sul. O Simpósio, com foco no tema “Além das Barreiras: Tecnologia, Mídia e Sociedade”, contou com 15 apresentações em três sessões ao longo do dia 17 de maio de 2021, que culminaram com o painel de discussão intitulado “Mulheres na Academia: Mulheres Acadêmicas no Sul Global.”

A professora Flávia Alessandra foi a única pesquisadora brasileira no evento, no qual representou a Uesc. Ela e a doutora Aradhana Ramnund Mansingh, de Mancosa, da África do Sul, aprofundaram uma discussão sobre suas experiências como mulheres em seus respectivos países. Moderadas pela doutora Quraisha Dawood, as conferencistas do painel destacaram muitos paralelos entre a África do Sul e o Brasil, incluindo a dinâmica de poder enraizada na academia que, tradicionalmente, está assentada em redes de homens brancos que frequentemente orientam estudantes de destaque, de mestrado e de doutorado, e deixam as mulheres supervisionando grupos com potencial limitado para produzir pesquisas. Devido às desigualdades nos países do sul global, esses ciclos de poder são constantemente reproduzidos.

No entanto, como destacou Flávia Alessandra, “é dentro dessa mesma academia que as mulheres podem usar os recursos para aumentar sua produção de pesquisa e sua mobilidade social geral”. Aradhana Mansingh continuou a discussão mencionando sua pesquisa da síndrome da “abelha rainha”, argumentando que “as mulheres carregam um fardo injusto na academia por sobrecarga de papéis, devido ao trabalho doméstico e porque são as principais prestadoras de cuidados para as crianças. Mas nos unindo e nos apoiando mutuamente nós conseguimos reivindicar nosso poder na academia”.

As conferencistas levaram as convidadas e os convidados a olharem para a interseccionalidade e a pesquisa feminista de intelectuais tais como Kimberlé Crenshaw, Lélia Gonzalez, Sueli Carneiro e Luiza Bairros, afirmando que a experiência de acadêmicas e, especialmente de acadêmicas negras (mesmo em países do norte rico, porque a disparidade salarial de gênero também opera lá), é muito diferente da de homens. Por exemplo, a pesquisa mostrou que houve um declínio nas submissões de artigos de revistas acadêmicas de autoria feminina devido à Covid 19 e à carga de trabalho doméstico e educação em casa que as mulheres estão suportando, enquanto os homens em geral se ausentam em termos de apoio. No entanto, uma abordagem interseccional prática e comprometida poderia aumentar parcerias entre mulheres, e entre mulheres e homens, em favor da igualdade de acesso e do alcance de direitos para mulheres na academia.

Flávia Alessandra, Aradhana e Quraisha são sociólogas e integram uma rede internacional de pesquisa em Sociologia Clínica, a qual é liderada pela professora doutora Mariam Seedat Khan, também socióloga, da Universidade de Kwazulu-Natal, África do Sul. 

Professor Beto Dourado e o professor e jornalista Diêgo Raniery

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A rádio Boa FM (96,1) inicia neste sábado, 22 de maio, um novo programa em sua grade: “Boa Educação”. O programa é o primeiro do segmento no sul da Bahia e terá o comando do professor Beto Dourado e do professor e jornalista Diêgo Raniery.

A atração é destinada a estudantes de ensino médio, graduandos e concurseiros, além de professores e comunidade em geral. Quadros como o “Tô de Boa no Enem” com a participação de professores renomados em diversas áreas do conhecimento serão um dos destaques. Outro quadro será o “Boa Educação”, onde a cada semana, será entrevistado o profissional de uma área de atuação, com foco no mercado de trabalho e empregabilidade.

No “Boa Educação” um dos segmentos que serão destacados é o professor, onde alunos e comunidade poderão homenageá-los através de mensagens de áudio, valorizando este importante profissional no processo de aprendizagem. Além disso, o programa pretende fazer uma conexão com as redes sociais com a produção de materiais extras nas plataformas da rádio.

Para Diêgo Raniery, que atua como professor universitário há mais de 12 anos e que também tem formação em Comunicação Social, o programa surge em momento oportuno, onde o tema educação merece ser debatido, sobretudo em tempos tão difíceis de distanciamento social. “O Boa Educação pretende levar para o rádio muito aprendizado cumprindo o papel educativo e social que é próprio deste veículo de comunicação”, enfatiza.

Para o professor Beto Dourado, que atua há mais de 30 anos como professor de física para alunos do ensino médio e concursos, um espaço como este é de extrema importância e mostra o compromisso da rádio com programas educativos e de qualidade. “Informação e cultura é um dos principais ingredientes para este programa que fará a diferença na vida dos estudantes e da comunidade em geral”, declarou.

O programa “Boa Educação” será transmitido todos os sábados, das 8h às 9h, na rádio Boa FM. Para ouvir, acesse o link. 

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Deputada federal Lídice da Mata (PSB)

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A deputada federal Lídice da Mata (PSB) destinou R$ 580 mil para a Universidade Federal da Bahia (UFBA). As emendas parlamentares serão utilizadas no custeio e também o fomento às ações de graduação, pós, pesquisa e extensão da instituição de ensino.

De acordo com o extrato das emendas, os recursos beneficiam as faculdades de Medicina, Direito, Comunicação, Enfermagem, Instituto de Matemática e Estatística, de Saúde Coletiva, Dança e Centro de Estudos Multidisciplinares em Cultura.

“Apoiar a pesquisa e a universidade sempre foi bandeira de todos os meus mandatos. A Ufba, assim com as instituições públicas enfrentam uma situação dramática em todo o Brasil. Acreditamos que o investimento em Educação é que pode libertar uma Nação do obscurantismo e da ignorância. Se esse investimento fosse feito corretamente, estaríamos agora numa situação bem melhor no que se refere à pandemia”, disse a deputada. 

Formatura dos Bacharéis em Administração Uniftc-Itabuna, Turma 2020.2, na Terceira Via Hall

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Baseada nos protocolos para controle da pandemia da Covid-19, a solenidade de formatura dos novos Bacharéis em Administração da Uniftc-Itabuna, Turma 2020.2, foi realizada, no dia 13 de maio, na Terceira Via Hall. O evento ocorreu com atenção às regras de distanciamento social, uso obrigatório de máscaras, disponibilização permanente de álcool 70 por cento e redução e controle da presença de convidados. A sessão teve início às 18 horas e foi encerrada às 19h30min.

A formatura contou com a participação, de forma remota, do diretor geral da Uniftc-Itabuna, Kaminsky Mello Chodolovskis, da assessora Acadêmica, professora Ana Lúcia Bomfim Lima, e do coordenador do Colegiado de Administração, professor Luciano Sousa de Castro. Estiveram à mesa da cerimônia, de forma presencial, as professoras Adelina Prado Caldas Neres, Paraninfa da Turma, Cássia Ferreira dos Santos, assistente de coordenação, e o professor Antonio Samuel Teixeira, patrono dos formandos.

 

Mesmo com as restrições para a produção do evento, a formatura transcorreu com absoluta tranquilidade e serviu para a celebração da graduação dos novos bacharéis em Administração, além de demonstrar que é possível realizar solenidades de forma segura. Dessa vez, a cenografia da Terceira Via deslocou o foyer e estúdios fotográficos para a lateral da plateia, o que possibilitou o aumento do espaço interno e a integração do ambiente da formatura com mais segurança.

O orador da turma, Ícaro Brandão de Jesus, destacou os esforços de seus colegas e professores para a execução das atividades acadêmicas no contexto da pandemia do novo Coronavírus. E agradeceu o empenho da equipe da Terceira Via Formaturas para a realização do evento.

 

O juramento profissional foi conduzido pela formando Matheus da Silva Santos, que também leu o requerimento para atribuição de grau. A outorga do grau de Bacharel em Administração foi feita, de forma coletiva, pela assessora Acadêmica da Instituição, Ana Lúcia Bomfim. Na oportunidade, foram homenageados os professores Adelina Prado Caldas Neres, Antonio Samuel Teixeira, Rosana Queiroz Santos Caldas, Maria Alice Accioly Doria e Fábio Bittencourt Peixoto de Melo. 

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Pedido deve ser feito na Página do Participante, até o dia 28 de maio

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Estudantes podem, a partir de hoje (17.maio), solicitar a isenção da taxa de inscrição do Exame Naiconal do Ensino Médio (Enem) 2021. O pedido deve ser feito na Página do Participante até o dia 28 de maio. Quem obteve a isenção no Enem 2020 e não compareceu à prova deve justificar a ausência também pela internet.

Têm direito a não pagar a taxa do exame aqueles que estão cursando a última série do ensino médio no ano de 2021, em qualquer modalidade de ensino, em escola da rede pública; e aqueles que cursaram todo o ensino médio em escola da rede pública ou foram bolsistas integrais na rede privada e têm renda familiar igual ou inferior a um salário mínimo e meio por pessoa.

Poderão pedir a isenção também aqueles estudantes em situação de vulnerabilidade socioeconômica, que sejam membros de família de baixa renda inscrita no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico). Para isso, devem informar Número de Identificação Social (NIS) único e válido. Da Agência Brasil

Serão 800 mil estudantes baianos alcançados com esse auxílio

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Os estudantes regularmente matriculados na rede estadual de ensino baiana receberão mais uma parcela do programa Vale-alimentação Estudantil nesta sexta-feira (14). O pagamento foi confirmado pelo governador Rui Costa e representa um crédito total de R$ 48 milhões, somente nesta rodada de pagamentos.

“Serão 800 mil estudantes baianos alcançados com esse auxílio, que é um apoio às famílias nesse momento de dificuldades causadas pela pandemia. Todos os alunos matriculados têm o direito de receber”, afirmou Rui Costa. Ainda segundo o governador, novos alunos, recém matriculados na rede estadual, que ainda não possuem o cartão devem procurar as unidades de ensino onde estão matriculados para passar a receber o auxílio.

Além de anunciar a data do pagamento, Rui adiantou ainda que uma nova parcela deve ser paga no próximo mês (junho), completando as três parcelas anunciadas pelo Governo do Estado nesta nova rodada de pagamentos. Com este novo crédito totalizam-se R$ 270 milhões já investidos pelo Estado até agora, com recursos próprios, no programa.

O vale-alimentação é usado exclusivamente para a compra de alimentos, como feijão, arroz, marcarão, ovos, carne e leite, sendo de livre escolha do estudante. Os alimentos podem ser comprados com o cartão Alelo em mais de 20 mil estabelecimentos credenciados nos 417 municípios baianos, além de distritos e povoados, movimentando, também, a economia do Estado.

Em caso de dúvida sobre o vale-alimentação, o estudante deve entrar em contato com a escola onde está matriculado ou pelos canais da Ouvidoria (0800 284 0011 e e-mail ouvidoria@educacao.ba.gov).

A coordenação é do professor mestre Adailson Miranda

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Dando continuidade à política de capacitação docente, a Faculdade de Ilhéus implantou o Programa de Instrumentalização Docente (PID) com a finalidade de oferecer novas oportunidades de formação continuada aos professores da instituição. Nesse contexto, no próximo sábado, dia 15, será promovida uma oficina on-line sobre o tema “Autonomia docente na elaboração de avaliativos”, através da plataforma Teams.

Coordenado pelo professor mestre Adailson Henrique Miranda de Oliveira, o PID possui como objetivo primordial o aperfeiçoamento de habilidades do docente para aprimorar o processo de ensino-aprendizagem. Além de oficinas acerca de demandas didático-pedagógicas, o programa também inclui a realização de palestras, seminários, congressos e outras intervenções junto à comunidade acadêmica.

“Em meio aos obstáculos causados pela pandemia do novo coronavírus, a instituição investe no ensino qualificado, ratificando a sua crença no poder da educação para transformar realidades”, enfatiza o professor Adailson Miranda.

O Programa de Instrumentalização Docente já realizou uma oficina voltada aos coordenadores dos colegiados de cursos de graduação e diretores da Instituição. Neste segundo momento, a oficina reunirá os professores. Mas haverá também uma oficina dirigida aos estudantes, que acontecerá no dia 22 de maio, para a abordagem do tema “Estratégias de respostas avaliativas.”

Segundo a diretora acadêmica, Sandra Milanesi, o programa representa mais uma ferramenta para o aprimoramento da docência no ensino superior. “Com essas iniciativas, a Faculdade de Ilhéus confirma, ainda mais, a sua vocação de promover educação científica e comprometida com a qualidade do ensino”, salienta.

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Um grupo de mães do movimento “Volta às aulas Itabuna” foi recebido segunda-feira (10), no Plenário da Câmara de Itabuna, para apresentar um protocolo defendendo o retorno das aulas no formato híbrido. Elas levaram o documento atendendo a pedido do presidente da Casa, Erasmo Ávila (PSD), que planeja audiência para tratar do assunto junto com representantes do Executivo, do Ministério Público, além de técnicos nas áreas de saúde, educação e da sociedade organizada.

CAUSA COLETIVA
O formato híbrido para o retorno, como o nome sugere, prevê que metade de cada turma assista às aulas de forma presencial e o restante de maneira remota. Nos dias seguintes, alterna. Ou seja, todos teriam a oportunidade de desfrutar da sociabilidade com colegas e professores – algo viabilizado pelo convívio escolar e que tanta falta tem feito na rotina dos estudantes. Afinal, são mais de 400 dias sem aulas.

O pleito foi apresentado pela advogada Indira Riella; médica Carolina Barreto; fisioterapeuta infantil e psicanalista Natália Freire; neuropsicóloga Daniela Moreira; dentista Daniele Rocha e a funcionária pública Débora dos Santos. Com a exigência de que sejam adotadas medidas sanitárias nas unidades escolares, elas relataram sobre queixas de famílias que não têm estrutura para garantir o acesso dos filhos às aulas virtuais ou até a exposição deles à violência estando fora da sala de aula.

“Viemos explicar detalhadamente o propósito desse movimento, para que nossa representação, que é a Câmara, entenda o que nossas crianças estão passando. Nosso objetivo é demonstrar que o ambiente escolar é seguro; a mesma ciência que defende a vacina defende que o ambiente escolar é seguro e o retorno das aulas pode acontecer de maneira imediata sim!”, justificou Indira Riella.

Vice-presidente da Associação Somos Um, Daniele Rocha mostrou a roforma voluntária que a entidade garantiu na Escola Municipal Leonor Santos Pacheco, na Rua de Palha. E reiterou, sobre o protocolo que consideram semelhante ao adotado para abertura de academias, bares, restaurantes e igrejas: “Termômetro, álcool em gel, máscaras, salas divididas … os protocolos são simples e dá para serem seguidos”, afirmou.

Graças aos reparos assegurados, o local está pronto para a volta às aulas. Em relatos emocionados mostrados em vídeo, inclusive, mães daquela região fizeram questão de clamar para ver seus meninos na escola novamente.

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