Em conversa com este Pauta Blog, o empresário disse que, por enquanto, o único compromisso firmado é ajudar na coordenação da campanha de ACM Neto

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Uma movimentação política recente começou a gerar repercussão no interior baiano. O empresário Big Lobo foi convidado pelo pré-candidato a governador do estado, ACM Neto (UB), para liderar e coordenar a articulação política no território do Baixo Sul.

Muito querido e aclamado em diversas cidades da região, Big Lobo tem sido apontado por lideranças locais como uma figura de grande influência regional. O convite, é claro, o projeta como alguém responsável por ocupar um espaço que está vazio há muito tempo e precisa ser comandado.

Entre apoiadores e analistas políticos, já circula também a possibilidade de que o empreendedor possa surgir como um possível candidato a deputado representando o Baixo Sul. A hipótese abriria uma espécie de leque para que as demandas da região fossem, finalmente, encaradas com mais seriedade e comprometimento.

Em conversa com este Pauta Blog, o empresário disse que, por enquanto, o único compromisso firmado é ajudar na coordenação da campanha de ACM Neto: ”A única decisão que tenho é ajudar Neto para tirar Jerônimo do poder e acabar com esse atraso. Se, lá na frente, as pessoas me verem como representante, coragem eu nasci para ter”.

Big Lobo é filiado ao partido União Brasil há alguns anos, mas descartou que haja uma pretensão eleitoral nesse momento: ”Eu sou reconhecido pelo meu trabalho, pelo empresário e pela geração de emprego. Sou professor e conhecido pelas cidades por aí pelo meu trabalho, e não pela política. Só tenho interesse em entrar na política se for para fazer a diferença”.

Questionado por este Pauta Blog se já escolheu um nome para candidato a deputado federal, Big foi cauteloso: ”Vários deputados já me ligaram perguntando o que é preciso para apoiar. Eu converso com todo mundo, mas não decidi por nenhum. Eu só posso votar em um! Nosso principal ponto, agora, é a mudança do governo estadual”.

Big Lobo é empresário e graduado em Matemática e Engenharia Civil. Nas redes sociais, atua como influenciador focado em motivação pessoal e tem o bordão ”faz teu nome” como marca registrada.

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A força das mulheres da agricultura familiar em Valença, no território Baixo Sul, reforça o protagonismo feminino no setor, resultados das políticas públicas de incentivo do Governo do Estado. Na cidade, surgiu neste mês uma nova Feira para comercialização dos produtos da agricultura familiar das associações presentes nas comunidades rurais na região.

A iniciativa da nova Feira da Central que acontece todas às quartas-feiras, às 7h, no bairro Vila Operária tem a participação da Central das Associações da Agricultura Familiar de Valença e Região Baixo Sul da Bahia, que aglutina associações locais das comunidades de Aldeia de São Fidelis, Gereba, Derradeira e Formiga.

A presidente da Central, Maria Iara, comenta que a Feira só foi possível graças aos investimentos do projeto Bahia Produtiva, que creditou mais de R$ 370 mil em barracas de feira, veículo utilitário, materiais de escritório, equipamentos para cozinha comunitária de processamento de derivados da mandioca e assistência técnica.

A presidente da Associação de Pequenos Produtores de Aldeia e Gereba (ASPAG), Avani Santos, da comunidade Aldeia de São Fidelis, ressalta a importância da chegada desses equipamentos.

A presidente da Associação dos Médio e Pequenos Proprietários Rurais (Ameppru), Débora Reis, da comunidade de Gereba, aponta que a feira livre será importante para a comercialização dos produtos.

A Feira da Central tem o apoio do Sindicato dos Trabalhadores, Agricultores e Agricultoras Familiares de Valença (STTR), Secretaria de Agricultura de Valença, Serviço de Assessoria a Organizações Populares Rurais (SASOP) e do apoiador e articulador da ação, Adailton Francisco.

O Bahia Produtiva é um projeto executado pela Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), empresa pública vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), por meio de acordo de empréstimo entre o Governo do Estado e o Banco Mundial.

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