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Equipe da Cooperast

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A Cooperast realizou nos dias 18 e 19 de Janeiro de 2021, uma oficina de capacitação técnica com o a finalidade de orientar os Agentes comunitários Rurais e Ambientais (ACR’s e ACA’s), do projeto Bahia Produtiva, desenvolvido pela Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional.

No Programa Bahia Produtiva, serão financiados (a fundo perdido) subprojetos de inclusão Socioprodutiva e Ambiental a comunidades em vulnerabilidade social rural da Bahia. A oficina de formação dos ACR’S/ACA’s, realizada pela prestadora de ATER – Cooperast, foi um evento online, onde reuniu diversos profissionais, no intuito de trocar experiências a respeito do andamento das atividades, dos empreendimentos atendidos no Litoral Sul da Bahia.

“Avalia que a agricultura familiar está no caminho certo, pois temos profissionais capacitados atuando em Campo como agentes multiplicadores, nossa equipe multidisciplinar está pronta para os desafios futuros”, disse a coordenadora do projeto ATER-COOPERAST, a Dra. Brena Santos Oliveira.

“A primeira oficina de formação dos ACR’s/ACA’s, é necessária para um melhor acompanhamento aos beneficiários e compreensão das ferramentas utilizadas para as intervenções dos trabalhos e alcance das metas previstas. Vale ressaltar que diante do cenário atual da pandemia do Covid-19, as atividades foram realizadas à distância, por meio de videoconferência”, disse assistente Social Coordenadora Pedagógica, Márcia Lírio.

“As oficinas de capacitações como esta, são de grande importância para o desenvolvimento da produção e aumento da renda familiar, tornando agricultores rurais em empresários rurais”, disse engenheira agrônoma, Alennay Alves.

Entre os participantes estavam presentes: Vinicius Monteiro, Presidente Cooperast; Gil Junior, Coordenador da CAR/Litoral Sul; Baden Bell Pereira Brito, Fiscal de Contrato CAR/BAHIA; Anne Senna, Presidente Unisol Bahia; Bernadino Rocha, Coordenador do Bahiater/Litoral Sul.

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A ferrugem asiática deixou em alerta os sojicultores baianos

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Detectada mais uma vez em 2021 no início do calendário de plantação da soja, antes mesmo do período da colheita na região oeste da Bahia, a ferrugem asiática, a mais importante praga que ataca a lavouras da oleaginosa, deixou em alerta os sojicultores baianos, uma vez que o fungo é responsável por incalculáveis prejuízos no campo.

A ADAB (Agência Estadual de Defesa Agropecuária da Bahia) dispara o sinal vermelho para que eventuais novas ocorrências não comprometam a safra 2020-2021, com expectativa de recorde histórico na produção, algo em torno de 6,4 milhões de toneladas, segundo dados do IBGE.

A expectativa favorável envolve o monitoramento contínuo da ADAB que fiscaliza o cumprimento do calendário do vazio sanitário (entre junho e setembro) com o objetivo de quebrar o ciclo da praga, período estabelecido em Portaria estadual embasada em critérios científicos que define as temporadas específicas de plantio, colheita e vazio, esta última para que o terreno esteja livre de plantas vivas, evitando que o Phakopsora pachyrhizi sobreviva e se reproduza.

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